segunda-feira, 17 de outubro de 2016

ABIMAQ participa de painel Caminhos da Tecnologia


Com o objetivo de aproximar as indústrias de máquinas agrícolas das fabricantes de eletroeletrônicos e de automação, a ABIMAQ, em parceria com o Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no Rio Grande do Sul (SIMERS) e a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE), promoveu o painel Caminhos da Tecnologia, no dia 29 de agosto, na Expointer 2016. 

O evento é mais uma ação do projeto de Tecnologia Embarcada no Setor Agrícola (TESA), que é um acordo de cooperação entre as entidades a fim de tornar a indústria gaúcha mais competitiva.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Agenda emergencial é tema de reunião do GT-GUINDASTES


Para falar sobre agenda emergencial, João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, reuniu-se no dia 30 de agosto com José Alfredo Rocha, coordenador do Grupo de Trabalho de Guindastes (GT-GUINDASTES).

O encontro aconteceu durante a Expointer 2016. 

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Plano Safra é um dos assuntos de reunião ordinária da CSMIA


No dia 30 de agosto, a Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas (CSMIA) realizou reunião ordinária, durante a Expointer 2016.

Na ocasião, os representantes da Área de Operações Indiretas do BNDES fizeram um balanço com as empresas do setor do Plano Safra 2015/2016, as perspectivas para o Plano de Safra 2016/2017 e a situação do credenciamento de produtos no FINAME.

O encontro também contou com a presença de Guilherme Menezes Martinelli, diretor do Programa Mais Alimentos e do PAC 2 Equipamentos da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, que esclareceu dúvidas e discorreu sobre os avanços dos programas.

Durante a reunião, João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, apresentou agenda emergencial com temas que preocupam a indústria de bens de capital. 

A avaliação das  feiras agrícolas e as perspectivas para 2016/2017 do setor agroindustrial foram outros temas abordados no encontro. 

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

ABIMAQ se reúne com Fazenda e MDIC


Entidade afirma que o aumento do REINTEGRA vai ajudar a indústria brasileira a ganhar competitividade na exportação

“O Brasil é o único país que exporta impostos enquanto todos os outros países desoneram. Aumentar o REINTEGRA é importante para dar competitividade à indústria nacional". Esse ponto foi colocado por José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ, durante audiência com os ministros Henrique Meirelles, da Fazenda, e Marcos Pereira, da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), no dia 28 de setembro, em Brasília.

Velloso informou que, juntamente com outras entidades empresarias, a ABIMAQ pediu que a alíquota do REINTEGRA passe a ser de 5% em 2017. Atualmente em 0,1%, a alíquota do programa subirá para 2% em 2017 e poderá ser de 3% em 2018. "A indústria ainda acha pouco porque, em média, há um resíduo tributário de 7,2% nas exportações do setor. Acreditamos que a desoneração possa ser maior". 

O presidente executivo colocou que a entidade não está pedindo desoneração e nem favores ao governo. “O que precisamos é a devolução dos impostos pagos antecipadamente”. 

Segundo ele, os ministros ouviram a proposta e agora caberá à Receita Federal fazer estudos para avaliar a possibilidade de atender o pleito da indústria.

Alternativa

Para José Velloso, a exportação seria uma forma de driblar a falta de demanda da economia e do setor sair da crise brutal. “Temos 40% de ociosidade na indústria brasileira e poderíamos exportar imediatamente sem necessidade de investimentos em capacidade produtiva”.

Encontro anterior

No dia 22 de setembro, a ABIMAQ também se reuniu com Marcos Pereira, ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), para falar do mesmo tema. 

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

ABIMAQ participa de workshop


Entidade propôs alterações das regras de Conteúdo Local, no Repetro e no programa Pedefor, para incluir o setor de bens de capital

Com o objetivo de apresentar proposta para melhoria da competitividade da indústria de máquinas e equipamentos, a ABIMAQ participou de workshop sobre o Programa de Estímulo à Competitividade da Cadeia Produtiva, ao Desenvolvimento e ao Aprimoramento de Fornecedores do Setor de Petróleo e Gás Natural (Pedefor), organizado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), com participações dos ministérios de Minas e Energia, Casa Civil, Fazenda e ainda com BNDES e FINEP. 

No encontro realizado no dia 22 de setembro, em Brasília, José Velloso, presidente executivo, Alberto Machado, diretor de Petróleo, Gás, Bionergia e Petroquímica representaram a ABIMAQ.  Na ocasião, eles apresentaram sugestões no âmbito da política de Conteúdo Local, para concessão de waiver e alterações no REPETRO de modo a minimizar o viés importador que tem prejudicado as empresas do setor de bens de capital. 

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

ABIMAQ participa de apresentação do Plano Agro Mais


Pacote de 69 medidas anunciadas pelo governo busca tornar o agronegócio brasileiro mais competitivo

Com o principal objetivo de expor as principais necessidades da indústria de máquinas e equipamentos para o presidente Michel Temer e para o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Blairo Maggi,  João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, participou de cerimônia de lançamento do Plano Agro Mais, no dia 24 de agosto, em Brasília.

Também estiveram presentes na cerimônia, Neri Geller, secretário de Política Agrícola e coordenador- geral de Crédito Rural do MAPA, e Mauro Pereira, deputado federal e membro da Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMAQ). 

Saiba  mais

O Plano Agro Mais tem como objetivo desburocratizar as normas e processos do MAPA a fim de aumentar a participação do Brasil no comércio mundial agrícola. Confira as principais medidas no endereço: zip.net/byttV6 

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Braskem apresenta critérios de credenciamento para novos fornecedores em reunião da CSVI


Liliane Abud e Barbara Vigilato, da área de Suprimentos da Braskem, foram as convidadas da reunião da Câmara Setorial de Válvulas Industriais (CSVI), no dia 10 de agosto, na sede da ABIMAQ.

Na ocasião, Liliane e Barbara expuseram os critérios de credenciamento de novo fornecedor na Braskem e o processo de seleção e compra de válvulas industriais e equipamentos.

Para mais informações, entre em contato com a gerência da CSVI pelo e-mail csvi@abimaq.org.br. 

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

CSVI realiza reunião ordinária em associada


No dia 09 de agosto, a Câmara Setorial de Válvulas Industriais (CSVI) realizou a terceira reunião itinerante na empresa Spirax Sarco, na cidade de Cotia (SP).

Na oportunidade, Djalma Bordignon, presidente da CSVI, convidou as associadas para participarem mensalmente da pesquisa conjuntural da ABIMAQ: “Os dados coletados são fundamentais para a formatação dos indicadores do setor de válvulas e para o encaminhamento de pleitos ao governo”.

Ao término do encontro, os presentes puderam conhecer a área fabril da empresa. 

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Mais Alimentos Internacional: Empresas brasileiras recebem delegação do Zimbábue

Com o objetivo de obter informações técnicas e comerciais de máquinas e implementos agrícolas, equipamentos de irrigação e tratores no âmbito do programa Mais Alimentos Internacional, uma comitiva do Zimbábue realizou, no período de 15 de julho a 01 de agosto, visita a cerca de 40 empresas brasileiras do setor agroindustrial. 

Na oportunidade, também foram realizadas duas rodadas de discussões técnico-comerciais nas cidades de Passo Fundo (RS), no dia 24 de julho, e de São Paulo (SP), no dia 01 de agosto. 

A ação foi coordenada pela Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas (CSMIA) e pela Divisão de Mercado Externo (DEME), da ABIMAQ. 

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Fornecimento de equipamentos às Forças Armadas é tema de seminário da CSEN

No evento, promovido pela Câmara Setorial de Equipamentos Navais e de Offshore, foi abordada a importância do cadastramento no Centro de Catalogação das Forças Armadas para o desenvolvimento da indústria brasileira de defesa

“É essencial reorganizar a indústria nacional de material de defesa com o propósito de assegurar que os equipamentos necessários às Forças Armadas sejam obtidos a partir de tecnologias feitas no nosso país”. Essas foram as palavras do vice-almirante Edésio Teixeira Lima Júnior, diretor do Departamento de Catalogação do Ministério da Defesa, no seminário “O Desenvolvimento da Base Industrial de Defesa e o Sistema de Catalogação de Defesa Brasileiro”, realizado no dia 26 de julho, na sede da ABIMAQ.

Lima Júnior convidou as empresas pertencentes à indústria naval de defesa a cadastrarem seus produtos no Centro de Catalogação das Forças Armadas (CECAFA): “Após a validação, será atribuído um NCAGE à empresa. Esse código vai permitir que as Forças Armadas identifiquem os fornecedores para obtenção de produtos e serviços. Além disso, o item constará no Sistema OTAN de Catalogação (SOC), que possibilita visibilidade mundial do material”. 

Para o diretor, o sistema OTAN também contribui para incentivar a exportação: “É um caminho de apoio aos empresários para divulgar os produtos de defesa do Brasil no mercado internacional”. 

Catalogação

Para mais informações sobre o cadastro, acesse: www.cecafa.defesa.gov.br/site/. Clique em “Indústria de Defesa” e, em seguida, em “Tutorial – Solicitação de NCAGE”. 

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Marketplace de projetos de automação é tema de reunião do GT-MAV


Para mostrar como as empresas podem ganhar mais produtividade e escalabilidade utilizando APIs (conjunto de rotinas e padrões de programação para acesso a um aplicativo de software ou plataforma baseado na Web) do Marketplace (modalidade de comércio online que apenas em um único site várias empresas podem vender seus produtos) para projetar soluções de automação, Diego Mariano de Oliveira, da empresa BirminD Automação, participou da reunião ordinária do Grupo de Trabalho de Manufatura Avançada (GT-MAV), no dia 12 de agosto, na sede da ABIMAQ. 


Para mais informações, confira a apresentação em: www.camaras.org.br/Arquivos/Download/Upload/2032.pdf.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Recuperação judicial é assunto de fórum jurídico


Com a presença de mais de 29 empresas, a ABIMAQ, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE), realizou, no dia 08 de agosto, a palestra “Negociando em Ambiente de Crise: Recuperação Judicial e os Reflexos na Justiça do Trabalho”. 

Na oportunidade, Carlos Antonio Peña, advogado e consultor jurídico da ABIMAQ, e Sergio Cintra Cordeiro, diretor presidente da Metalsinter e vice- coordenador do Grupo de Trabalho de Máquinas e Equipamentos para Postos de Serviços e Soluções de Abastecimento (GT-MEPS), abordaram sobre recuperação judicial e seus reflexos para as empresas. 

Para os palestrantes, apesar dos 11 anos de promulgação, a Lei 11.101, que regula a recuperação judicial e a falência, ainda causa muitas dúvidas, impactando não só a empresa recuperanda, mas seus clientes, fornecedores, parceiros financeiros e familiares.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Departamentos da ABIMAQ destacam atividades em prol das associadas


Ações fortalecem o setor de bens de capital

Os departamentos de Tecnologia, Comércio Exterior, Jurídico e de Economia e Estatística apresentaram as ações que estão realizando para melhor atenderem aos associados da ABIMAQ e em defesa do setor de máquinas e equipamentos, durante a última reunião plenária da entidade, no dia 04 de agosto, na sede da associação.

Klaus Curt Müller, diretor de Comércio Exterior, expôs que uma das metas da divisão é com relação à reestruturação do REINTEGRA (Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para Empresas Exportadoras): “Em agenda conjunta com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), estamos sensibilizando o Ministério da Fazenda sobre a importância de chegarmos a uma alíquota de 3% até 2018”. 

Müller também comentou que a entidade está em conversa como o governo para solicitar a revisão da tarifa do imposto de importação para o setor de bens de capital. 

A renovação do programa Brazil Machinery Solutions para o período de 2017 a 2019 e as ações de apoio às associadas nas próximas feiras na Colômbia e no Peru também foram abordadas. 

Economia  e Estatística 

Mario Bernardini, diretor de Competitividade, apresentou os indicadores conjunturais do primeiro semestre de 2016 e citou uma pesquisa segundo a qual indica a taxa de câmbio mínima para que as exportações das empresas sejam competitivas: “No começo deste ano, no setor de bens de capital, por exemplo, deveria ser de R$ 3,51”. 

Para ele, a apreciação do Real, ocorrida em 2016, anulou, praticamente, todos os ganhos de competitividade dos produtos nacionais. 

Tecnologia

João Alfredo Delgado, diretor de Tecnologia, disse que o departamento encaminhou ao governo pleitos para aprimorar os mecanismos de ex-tarifários: “Realizamos cinco reuniões com o MDIC para a defesa pontual das questões que afligem os associados”.  

As normas regulamentadoras também foram tratadas: “Apresentamos proposta alternativa à sustação da norma na comissão especial da Câmara dos Deputados e do Senado”. 

Entre as próximas ações da área, Delgado citou que, em parceria com a Braskem, está desenvolvendo o projeto de Aplicação de Plástico PP em Partes de Máquinas e Equipamentos: “Estamos exibindo o projeto nas câmaras setoriais e nas regionais com o objetivo de identificar cases”. 
Jurídico

Jurídico

Hiroyuki Sato, diretor de Assuntos Tributários, Relações Trabalhistas e Financiamentos, atualizou as associadas sobre as negociações trabalhistas: “Por conta da crise que o setor enfrenta, tudo indica que as conversas serão muito difíceis, pois, de um lado, os trabalhadores alegam que os salários precisam ser reajustados porque o poder aquisitivo deles está sendo corroído pela inflação. De outro, as empresas já perderam as suas margens e, em sua maioria, estão operando com prejuízos, fazendo de tudo para sobreviverem”. 

Para o diretor, o foco da negociação deve ser a preservação dos postos de trabalhos e dos direitos que já existem. Apesar das dificuldades, Sato acredita que será possível chegar a um acordo razoável nesse momento para os envolvidos. “É fundamental que os trabalhadores, os sindicatos e as empresas andem juntos e busquem uma negociação que atenda às necessidades de todos”.