sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Generali avança três posições em ranking das maiores seguradoras do Brasil, segundo Valor 1000

 

Empresa mantém presença entre as 20 primeiras em diferentes indicadores financeiros e operacionais

 

Setembro de 2026 – A Generali Brasil avançou três posições e agora ocupa a 16ª colocação entre as maiores seguradoras do país, segundo o ranking Valor 1000. O desempenho reforça a trajetória de crescimento da companhia, que registrou, em 2025, R$ 2,2 bilhões em prêmios emitidos, alta de 33,7% em relação ao ano anterior. A empresa também alcançou R$ 694,3 milhões em patrimônio líquido, R$ 1,8 bilhão em lucro operacional e R$ 137,8 milhões em lucro líquido, destacando-se entre as 20 primeiras em diferentes indicadores financeiros e operacionais.
 

O desempenho está alinhado à estratégia da companhia de combinar crescimento sustentável, eficiência e inovação, acompanhando a transformação das necessidades de proteção de pessoas e empresas. Atuante principalmente no modelo B2B2C, a Generali oferece seus produtos por meio de parceiros estratégicos, como redes varejistas e instituições financeiras, com iniciativas que também contribuem para tornar as experiências e jornadas cada vez mais digitais, com foco em seguros massificados voltados à proteção de bens e valores.
 

Para Eric Lundgren, CEO da Generali Brasil, o desempenho reflete uma estratégia de desenvolvimento sustentável, apoiada pela diversificação dos negócios, pela capacidade de adaptação às novas necessidades de proteção e pela busca contínua por eficiência e inovação. “O canal de massificados tem crescido de forma contínua, garantindo que nossas soluções alcancem um público cada vez maior e diversificado. Nossos produtos oferecem ampla capilaridade e presença de mercado”, afirma.
 

A estratégia também passa pela transformação da operação e pela adoção de novas tecnologias. Inteligência artificial, automação e uso de dados já fazem parte de diferentes etapas do negócio, contribuindo para tornar processos mais eficientes e soluções mais adequadas às necessidades dos clientes. Para Lundgren, a inovação deve caminhar lado a lado com a solidez construída pela companhia ao longo de sua história.
 

“Uma companhia pode ter uma história muito longa e, ainda assim, funcionar com uma mentalidade de startup. Isso significa ter velocidade para testar, aprender com o que não funciona e seguir em frente. Ao mesmo tempo, o objetivo final continua sendo entregar uma proteção que faça sentido para a sociedade e que funcione quando ela mais precisar”, conclui Lundgren.
 

Elaborado pelo jornal Valor Econômico em parceria com a Serasa Experian e a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), o Valor 1000 é um dos principais levantamentos sobre o desempenho das empresas brasileiras e reúne indicadores financeiros e operacionais de diferentes setores da economia.



quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Consórcio, empréstimo ou financiamento: saiba como escolher a melhor alternativa para reformar o imóvel


Especialista do Mycon explica quando o consórcio, o empréstimo ou o financiamento fazem mais sentido para quem deseja realizar melhorias na residência
 

Setembro de 2026 — Mais conhecido como uma alternativa para a compra de imóveis e veículos, o consórcio vem ampliando suas possibilidades de uso. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), as reformas residenciais responderam por 46,4%* das utilizações dos créditos do consórcio de serviços no último ano. A finalidade aparece bem à frente das cirurgias plásticas, com 11%, e das festas e eventos, com 7,4%. 
 

Antes de contratar uma carta para financiar uma obra, é importante entender as diferenças entre as modalidades, já que as regras e os tipos de despesas cobertas podem ser diferentes. A reforma pode ser viabilizada por meio de uma carta de serviços ou de uma carta imobiliária, mas as possibilidades de uso e as exigências dependem da modalidade escolhida.
 

“No consórcio de serviços, por exemplo, os recursos podem ser destinados a pequenas reformas e à contratação de mão de obra, como pedreiros, marceneiros e outros profissionais. Já as despesas relacionadas à compra de materiais seguem regras específicas. Para projetos mais completos, que envolvem diferentes etapas e custos da obra, o consórcio imobiliário tende a ser a alternativa mais adequada”, explica Bruno Borges, Chief Marketing Officer (CMO) do Mycon.
 

Segundo o executivo, entre as principais diferenças em relação ao empréstimo estão a dispensa do pagamento de entrada e a cobrança de taxa de administração, em vez de juros. “O consórcio é indicado para quem consegue planejar a obra com antecedência e definir o valor da carta de crédito de acordo com o orçamento do projeto”, acrescenta.
 

Em projetos realizados por meio do consórcio imobiliário, é necessário apresentar um bem em garantia, como terreno, lote, casa ou apartamento. Em caso de construção, também é preciso seguir um cronograma de obras, com a liberação dos recursos condicionada às etapas previstas e à apresentação da documentação e das comprovações exigidas pela administradora.
 

“A finalidade da carta pode ser definida após a contemplação. Nesse momento, o consorciado informa o bem ou o projeto desejado e recebe orientações específicas de acordo com a modalidade contratada e as características da operação”, esclarece Borges.
 

Quando o empréstimo ou o financiamento fazem mais sentido?
 

Embora o consórcio seja uma alternativa para quem não tem urgência para iniciar a reforma, o empréstimo e o financiamento podem ser mais indicados quando a obra precisa começar imediatamente. Situações como problemas estruturais, infiltrações, vazamentos ou reparos que não podem esperar costumam exigir a liberação rápida dos recursos.
 

Enquanto o empréstimo oferece recursos de livre utilização, o financiamento é destinado a uma finalidade específica, como a reforma do imóvel. Embora essas modalidades proporcionem acesso mais rápido ao crédito do que o consórcio, é fundamental avaliar o custo efetivo total (CET) da operação, que inclui juros, tarifas e outros encargos, para garantir que as parcelas caibam no orçamento.
 

“Não existe uma modalidade de crédito melhor para todas as situações. A decisão deve considerar o perfil do consumidor, a urgência da obra e o planejamento financeiro. Independentemente da alternativa escolhida, o sucesso da reforma começa com um orçamento detalhado, controle dos gastos e uma reserva para eventuais imprevistos”, finaliza Borges.


Fontes dos dados:

*ABAC: Link

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Adotar IA é simples. Governá-la para escalar com segurança será o verdadeiro diferencial

 

Por Sergio Hirase, CTO do Mycon*
 

A corrida pela Inteligência Artificial segue a todo vapor, mas tenho visto que a governança não acompanha o mesmo ritmo. Segundo o Relatório de Riscos e Prontidão para a IA 2026, produzido pela Netskope em parceria com a Cybersecurity Insiders¹, 73% das organizações já implementaram ferramentas de IA, enquanto apenas 7% contam com mecanismos de governança capazes de aplicar políticas de segurança em tempo real. O resultado é assustador: há um déficit estrutural de 66 pontos percentuais entre adoção e controle.  
 

Por isso, o desafio das empresas deixa de ser apenas incorporar a IA aos processos de negócio, mas garantir que ela seja utilizada de forma responsável, segura e alinhada aos objetivos da organização. A meu ver, a principal questão é estruturar processos, responsabilidades e uma cultura capaz de garantir que essas ferramentas gerem valor sem ampliar riscos. O que realmente destrava o potencial da Inteligência Artificial é uma agenda sólida de dados e governança, capaz de elevar a qualidade dos resultados e, principalmente, mitigar riscos e apoiar melhores decisões.
 

A governança de IA também pressupõe definir em quais situações a supervisão humana é indispensável e como garantir transparência ao longo da jornada do cliente, o conceito de Human in the loo.  Muitos podem pensar que isso seria criar barreiras à inovação, mas é exatamente ao contrário. A governança garante um crescimento sustentável. Adotar controles preventivos para proteger informações sensíveis, definir critérios claros para o uso da tecnologia e preservar a confiança de clientes, colaboradores e parceiros é o mínimo. Afinal, o valor da IA não está apenas na automatização de tarefas, mas em fazê-la com segurança, transparência e responsabilidade. 
 

No meio de todo esse cenário, eu sempre penso que o ponto de partida, que hoje é uma dor central para muitas empresas, é a falta de uma boa governança de forma ampliada. Modelos de IA são tão bons quanto as informações que recebem. Isso é fato. Por isso, antes de discutir algoritmos, agentes inteligentes ou novas aplicações, as empresas precisam garantir que seus dados sejam confiáveis, organizados, contextualizados e acessíveis, servindo de combustível de qualidade para essas ferramentas. Não adianta procurar por milagre.
 

A adoção da IA também depende da capacidade das equipes em utilizá-la de forma crítica e estratégica. E aqui entra um investimento fundamental: o letramento digital, pois garantir a participação humana nas decisões mais relevantes é tão importante quanto adquirir a tecnologia mais atual.
 

Na prática, esse equilíbrio já produz resultados concretos. No Mycon, fintech de consórcios da qual sou CTO, essa combinação reduziu em cerca de 87% o tempo médio de atendimento. Isso significa que se todo o processo durava, por exemplo, 10 minutos, ele caiu para pouco mais de 1 minuto. É uma queda considerável!
 

A tecnologia também trouxe ganhos significativos na análise documental e na liberação de crédito, reduzindo etapas manuais e acelerando processos. Entre 2023 e 2026, o volume mensal de imóveis entregues pelo Mycon mais que dobrou, com crescimento de 116%, enquanto o prazo médio de entrega caiu 32%. 
 

No segmento de veículos, o volume mensal de automóveis entregues cresceu 110%, o de motos aumentou 50% e o prazo médio de entrega dos automóveis foi reduzido em 17%. Esses resultados foram impulsionados pela automação, que permitiu processar informações, validar dados e digitalizar etapas antes realizadas manualmente, demonstrando que os melhores resultados dependem da combinação entre tecnologia, dados confiáveis e processos bem estruturados. E, claro, sempre com supervisão humana e um investimento robusto em equipes altamente capacitadas a lidar com tudo isso.
 

Em alguns momentos, a IA pode acelerar a jornada; em outros, seu papel é justamente identificar quando o cliente precisa do apoio de um especialista. Governança também significa reconhecer limites e compreender que determinadas decisões estão além da IA.
 

No mercado de consórcios, em que as decisões envolvem planejamento financeiro, aquisição de patrimônio e relações de longo prazo, a confiança é um elemento tão importante quanto a eficiência operacional. A IA pode até simplificar a jornada do cliente, mas isso só se concretiza quando há governança fortalecida. Para além de automatizar processos, o desafio é utilizar a IA para ampliar a transparência, apoiar decisões mais conscientes e fortalecer a relação de confiança entre empresas e clientes.
 

O maior risco relacionado à governança de IA hoje não é o excesso de controle, mas a ausência de visibilidade e direção. As organizações precisam saber onde, como e por quem a IA já está sendo utilizada. Uma governança madura começa pela capacidade de enxergar antes de controlar e de avaliar continuamente o apetite ao risco, bem como as responsabilidades do conselho, dos executivos e das demais lideranças.

À medida que a adoção da IA avança, ela deixa de ser novidade e a vantagem competitiva vai além do seu uso.  Como disse no início, a Inteligência Artificial começa pelos dados, pessoas e pela governança. Adotar IA é simples; governá-la para escalar com segurança será o verdadeiro diferencial das empresas.




Sobre o autor
 

*Sergio Hirase é CTO do Mycon e executivo com mais de 20 anos de experiência em tecnologia, dados e transformação digital. Ao longo da carreira, liderou projetos de modernização tecnológica, inteligência artificial e plataformas digitais em empresas como Itaú Unibanco, Autopass, Repom e Minuto Seguros (Creditas). É especialista em governança, inovação e IA, com formação executiva pela Kellogg School of Management (Northwestern University) e pela University of Texas at Austin.

Fonte da pesquisa
1.Relatório de Riscos e Prontidão para a IA 2026, da Netskope, em parceria com a Cybersecurity Insiders. Disponível em: Link


quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Aluguel em alta: consórcio é alternativa para quem quer conquistar o imóvel próprio


Aluguéis em alta e juros elevados desafiam brasileiros que pretendem comprar um imóvel; especialista do Mycon explica como o consórcio pode contribuir para a realização do sonho da casa própria
 

Agosto de 2026 — Enquanto os juros elevados dificultam o acesso à casa própria, morar de aluguel também pesa no bolso dos brasileiros. Nesse cenário, o consórcio imobiliário pode fazer parte da estratégia de quem pretende comprar um imóvel no médio ou longo prazo.
 

Apesar da última decisão do Copom, do Banco Central, de reduzir a Selic de 14,25% para 14% ao ano, o custo para financiar e alugar continuam altos. De acordo com o Índice FipeZAP, os preços para novos contratos de locação residencial subiram 5,97% nos primeiros sete meses de 2026, quase o dobro da inflação oficial IPCA, que acumulou alta de 3,44% no mesmo período. Em 12 meses, a diferença é ainda mais expressiva: enquanto o IPCA avançou 4,44%, os aluguéis tiveram alta de 9,28%.
 

A procura pelo consórcio imobiliário também cresce. Somente nos primeiros sete meses de 2026, as vendas aumentaram 40,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC). O número de participantes ativos chegou a 3,32 milhões, alta de 35,5%, enquanto os créditos comercializados avançaram 33,1%.
 

“Para quem ainda paga aluguel, o consórcio permite planejar a compra do imóvel de forma gradual. O consumidor participa de um grupo, realiza pagamentos mensais e, quando contemplado por sorteio ou lance, tem acesso à carta de crédito. E, olhando para o bolso do consumidor, o valor pago no consórcio é consideravelmente menor que o de um financiamento, com parcelas que podem ser mais acessíveis para o brasileiro”, explica Bruno Borges, Chief Marketing Officer (CMO) do Mycon, fintech especializada em consórcios digitais.
 

Aluguel e consórcio podem caber no mesmo planejamento
 

Conciliar o pagamento da locação com a parcela do consórcio exige organização financeira e a escolha de uma carta de crédito e de um prazo compatíveis com a renda. Algumas administradoras oferecem planos com parcelas reduzidas. No Mycon, por exemplo, há opções de meia parcela ou parcelas reduzidas até a contemplação. É importante, porém, entender como funciona a redução e como os valores serão recompostos ao longo do contrato.
 

“Enquanto o consumidor ainda paga aluguel, a parcela reduzida ajuda na organização do orçamento até a contemplação. É importante avaliar não apenas o valor inicial, mas também como as parcelas serão compostas ao longo de todo o plano”, ressalta Borges.
 

Outro ponto de diferença está no momento de acesso ao imóvel. No financiamento, a aquisição ocorre conforme as condições aprovadas pela instituição financeira. Já no consórcio, o crédito é disponibilizado após a contemplação, por sorteio ou lance. A escolha entre as modalidades depende, portanto, do orçamento disponível e do prazo para realizar a compra.

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Orquestra Jovem do Estado de SP apresenta concerto com obras de Grieg e Strauss em 23 de agosto

Com apoio da Generali Brasil, apresentação na Sala São Paulo terá regência de Cláudio Cruz e participação da pianista Arisa Sakai

 

Agosto de 2026 – A Orquestra Jovem do Estado de São Paulo (OJESP) se apresenta na Sala São Paulo em 23 de agosto, às 16h, em mais um concerto da temporada 2026. Com apoio da Generali Brasil, a apresentação terá regência de Cláudio Cruz e participação da pianista Arisa Sakai.
 

O programa reúne obras de Edvard Grieg e Richard Strauss, dois compositores de destaque da música sinfônica. Na primeira parte, Arisa Sakai interpreta o Concerto para piano em Lá menor, Op. 16, de Grieg, uma das obras mais conhecidas do compositor norueguês. A peça se destaca pelo diálogo entre o piano solista e a orquestra, combinando lirismo e elementos da tradição musical escandinava.
 

Na sequência, a OJESP apresenta a Sinfonia Doméstica, Op. 53, de Richard Strauss. De caráter autobiográfico, a obra retrata musicalmente cenas da vida familiar do compositor e foi inspirada em seu cotidiano ao lado da esposa e do filho. Com diferentes temas e atmosferas, a composição representa momentos e personagens da vida doméstica.
 

Ligada à Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP Tom Jobim) e gerida pela Santa Marcelina Cultura, a Orquestra realiza apresentações ao longo do ano como parte da formação artística e profissional de jovens músicos. O projeto foi selecionado pela Generali Brasil por meio de edital promovido pela seguradora, em linha com o compromisso da empresa com iniciativas de impacto social e cultural.
 

A apresentação contará ainda com recurso de audiodescrição, ampliando as possibilidades de acesso ao concerto e contribuindo para uma experiência cultural mais inclusiva.
 

Serviço
 

Concerto Orquestra Jovem do Estado – Grieg e Strauss
Data: 23 de agosto de 2026 (domingo)
Horário: 16h
Local: Sala São Paulo – Praça Júlio Prestes, 16 – Campos Elíseos, São Paulo
Ingressos: R$ 30 e R$ 60, disponíveis no site oficial
Repertório: Edvard Grieg – Concerto para piano em Lá menor, Op. 16; Richard Strauss – Sinfonia Doméstica, Op. 53
Regência: Cláudio Cruz
Solista: Arisa Sakai (piano)
Acessibilidade: recurso de audiodescrição



quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Executivo da Generali Brasil assina capítulo em livro sobre o futuro do mercado de seguros

Publicação da consultoria global MJV Technology & Innovation reúne líderes do mercado segurador para discutir as principais tendências do setor
 

Agosto de 2026 – Com A obra A Evolução do Mercado Segurador, lançada pela consultoria MJV Technology & Innovation, reúne líderes do mercado para discutir as principais tendências que estão transformando o setor. Entre os autores está Alexandre Muniz, vice-presidente de Tecnologia e Operações (COO/CIO) da Generali Brasil, que assina o capítulo "A Era do Seguro Invisível", no qual analisa como APIs e integrações em tempo real estão redefinindo a experiência de contratação de seguros no modelo B2B2C.
 

O executivo mostra como a transformação digital vem alterando a relação entre seguradoras, parceiros comerciais e consumidores. Um dos exemplos desse movimento é o avanço desse tipo de comercialização, em que o seguro é ofertado por empresas parceiras, como varejistas e bancos. Essa evolução permite incorporar o seguro de forma mais natural à jornada de compra, com processos mais simples para o consumidor e maior eficiência operacional para as companhias envolvidas.
 

Muniz destaca que, na venda tradicional, a contratação do seguro depende de etapas sequenciais e trocas de informações que podem gerar atrasos entre a primeira etapa até a emissão da apólice. Para ele, esse cenário reforça a necessidade de processos mais unificados, capazes de oferecer mais agilidade e segurança para consumidores e parceiros. “A integração em tempo real entre seguradoras e parceiros permite automatizar análise de risco, precificação e emissão de apólices, reduzindo atritos e tornando a contratação mais simples e eficiente”, ressalta.
 

Para ele, a tecnologia surge para dar escala, mas não para substituir o atendimento humano. “O objetivo é eliminar atritos, unificar processos e permitir que as equipes concentrem esforços em atividades que geram mais valor para todos os envolvidos”, afirma. 
 

A fluidez que promove mais vendas
 

Esse movimento dá origem ao chamado ‘seguro invisível’, em que a proteção é incorporada de forma fluida à aquisição de um produto ou serviço, sem burocracia e sem interromper a jornada do cliente. “A evolução do mercado segurador dependerá cada vez mais da capacidade das empresas de combinar tecnologia, integração e experiência do consumidor. As seguradoras deixam de atuar apenas como gestoras de risco para assumir um papel estratégico como parceiras de negócios e inovação”.
 

Muniz destaca que o mercado está diante de uma revolução silenciosa que redefine o papel das companhias de seguros. “O futuro do segmento passa por tornar a proteção cada vez mais integrada às necessidades do cliente, permitindo que o seguro esteja presente quando ele mais precisa. A tecnologia torna-se um fator estratégico para impulsionar a inovação, ampliar oportunidades de negócios e moldar o futuro do nosso setor”, conclui o executivo.
 

Serviço

Livro: A Evolução do Mercado Segurador
Produção: MJV Technology & Innovation
Pré-inscrição para download gratuito: Link
 

Divulgação: MJV Technology & Innovation

4 estratégias para gerar renda e construir patrimônio com consórcio

Modalidade vai além da compra planejada e ganha espaço como alternativa para geração de renda e ampliação patrimonial

Especialista do Mycon, primeira fintech de consórcio no Brasil, reúne dicas para aproveitar o potencial dessa estratégia
 

Agosto de 2026 — OProjeções da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) indicam que 2026 deve registrar novos recordes de adesões, negócios e participantes no sistema de consórcios. A expectativa é de crescimento de 11% no setor em 2026, acima da meta de 8% estimada para 2025, ano em que a expansão efetiva chegou a 15%. Entre os segmentos, a projeção é de alta de 25% nos consórcios de imóveis, 8,5% em serviços e 7% em motocicletas, enquanto veículos leves devem repetir o crescimento de 6%.
 

Mais do que uma modalidade voltada à aquisição de bens e serviços, o consórcio também pode ser utilizado como estratégia para geração de renda passiva, construção de patrimônio e planejamento financeiro de longo prazo. Nesse cenário, Bruno Borges, Chief Marketing Officer (CMO) do Mycon, reuniu cinco formas de usar o consórcio:

  1. Consórcio de imóveis: investir em consórcio de imóveis pode ser uma alternativa para construir patrimônio e gerar renda extra ao longo do tempo, seja por meio de aluguel tradicional, locação por temporada ou da valorização para futura revenda. A modalidade também pode ser utilizada como estratégia de aquisição planejada para quem deseja ampliar seus ativos de forma organizada. Avaliar estratégias de lance pode acelerar a contemplação e antecipar a compra, permitindo iniciar a geração de renda mais cedo e usar esse fluxo financeiro para complementar o pagamento das parcelas; 
     
  2. Trocar dívida cara por uma alternativa mais econômica: em um cenário de juros elevados, o consórcio pode ser uma opção para consumidores que desejam substituir financiamentos mais caros por uma modalidade de aquisição planejada. Como a troca depende da contemplação, avaliar estratégias como lances fixos e livres, além do histórico do grupo, pode ajudar a acelerar o acesso ao crédito;
     
  3. Consórcio de veículos: investir em consórcio de veículos pode ser uma alternativa para revenda do automóvel, locação ou geração de renda com aplicativos de transporte. Como na modalidade não há incidência de juros, o custo total de aquisição tende a ser menor em comparação ao financiamento, o que pode aumentar o potencial de retorno financeiro;
     
  4. Venda de cotas contempladas: a comercialização de cartas de crédito contempladas, prevista na Lei dos Consórcios (Nº 11.795/2008), também pode representar uma oportunidade de ganho financeiro. Antes da negociação, é importante avaliar os preços praticados no mercado e verificar as regras estabelecidas pela administradora. O Mycon conta com a plataforma Mycotas, voltada à compra e venda de cartas de crédito, oferecendo mais segurança e praticidade às transações, com validação de uma administradora autorizada pelo Banco Central. Saiba mais sobre o Mycotas.

 

Uma simulação realizada pelo Mycon mostra que o consórcio pode ser até *R$ 239 mil mais barato do que o financiamento tradicional na compra de um imóvel de R$ 300 mil. Segundo os dados, enquanto o consórcio, com taxa total de 15,99% ao longo de todo o período de 216 meses, resulta em um custo total de R$ 347.970,00, o financiamento, com taxa anual de 12,72%, representa um desembolso de R$ 587.645,74. Ao final do contrato, a diferença chega a R$ 239.675,74, o que representa uma redução de 41% em comparação ao valor total pago no financiamento.
 

“Embora seja tradicionalmente associado à compra planejada, o consórcio também pode ser uma alternativa para quem deseja adquirir bens e construir patrimônio no longo prazo. Sem cobrança de juros sobre as parcelas e sem a exigência de entrada, a modalidade tem atraído consumidores que buscam ampliar seus ativos de forma organizada e sustentável”, conclui Borges.

* Consórcio: taxa total do plano (15,99%), sem reajuste anual. Financiamento: entrada de 20% e taxa de 12,72% a.a. (1,002% a.m.), correspondente à média das cinco maiores instituições (Caixa, Itaú, Bradesco, Santander, BB) na modalidade "Financiamento imobiliário com taxas de mercado: pós-fixado referenciado em TR", pessoa física, mai/2026. Fonte: BACEN. 
 

Foto: Divulgação Mycon

Sobre o Mycon
Criado em 2019, o Mycon é a primeira fintech do Brasil a digitalizar o mercado de consórcios no país com taxas competitivas de forma simples e ágil no site ou app. O Mycon é uma Administradora de Consórcios regulada pelo Banco Central do Brasil e faz parte do Grupo Coimex que possui mais de 70 anos de existência com atuação em diversos segmentos no Brasil. Saiba mais: Link

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Grupo Generali inicia programa de recompra de ações de até €500 milhões


Medida integra a estratégia de gestão de capital da seguradora 
 

Agosto de 2026 – O Grupo Generali implementará um programa de recompra de ações, conforme aprovado pela Assembleia Geral de Acionistas realizada em 23 de abril de 2026. A iniciativa prevê a aquisição de ações próprias, em uma ou mais etapas, com desembolso total de até € 500 milhões, dentro do prazo máximo de 18 meses. A recompra estará limitada a, no máximo, 2% do capital social da seguradora.
 

A operação integra a política de gestão de capital do Plano Estratégico 2025-2027 “Lifetime Partner 27: Driving Excellence”, com o objetivo de proporcionar aos acionistas uma remuneração adicional à distribuição de dividendos, utilizando parte dos recursos líquidos da empresa.
 

Para essa finalidade, a Generali firmou um acordo com o Banco Santander. O intermediário conduzirá a aquisição das ações de forma independente, em conformidade com os critérios estabelecidos no acordo, as regulamentações aplicáveis e a deliberação dos acionistas.
 

A previsão é de que o programa se inicie em 10 de agosto de 2026 e tenha conclusão até o final de dezembro de 2026.
 

O preço mínimo de aquisição não poderá ser inferior ao valor nominal implícito da ação naquele momento. Já o limite máximo será de até 5% acima da cotação de referência registrada no pregão da bolsa no dia anterior à conclusão.
 

As operações de compra serão conduzidas exclusivamente no mercado Euronext Milan, a bolsa de valores italiana, em conformidade com o Regulamento de Emissores da Consob e as regulamentações aplicáveis.
 

As transações seguirão as leis e regulamentações aplicáveis, bem como os procedimentos operacionais do mercado, assegurando tratamento igualitário aos acionistas e transparência na divulgação das informações.
 

Até a presente data, a Generali e suas subsidiárias detêm 22.750.066 ações em tesouraria, equivalentes a 1,48% do capital social.
 

A Generali divulgará ao mercado, conforme as normas vigentes, os detalhes das operações realizadas durante o programa de recompra de ações. 
 

Divulgação Generali

 

Sobre a Generali 

A Generali é um dos maiores grupos de seguros e gestão de ativos do mundo. Fundada em 1831, está presente em mais de 50 países, com um total de prêmios de 95,2 bilhões de euros. Com cerca de 87.000 funcionários e 71 milhões de clientes, o Grupo tem uma posição de liderança na Europa e uma presença crescente na Ásia e na América Latina. No centro da estratégia da Generali está o seu compromisso em ser parceiro para toda a vida de seus clientes. Além disso, o Grupo integrou a sustentabilidade em todas as suas escolhas estratégicas, com o objetivo de criar valor para todas as partes interessadas e construir uma sociedade mais justa e resiliente.
 

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Grupo Generali amplia resultado operacional em 11,2% e alcança € 4,5 bilhões


Seguradora encerra o primeiro semestre de 2026 com lucro líquido ajustado de € 2,5 bilhões, alta de 13,7%, refletindo o forte desempenho de todos os segmentos de negócios
 

Agosto de 2026 – O Grupo Generali divulgou, nesta quinta-feira (6), o balanço consolidado do primeiro semestre de 2026, com crescimento em seus principais indicadores financeiros. O resultado operacional alcançou € 4,5 bilhões, alta de 11,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto o resultado líquido ajustado somou € 2,5 bilhões, avanço de 13,7%, impulsionado pelo desempenho positivo de todas as áreas. O lucro por ação (LPA) ajustado subiu para € 1,68 (+14,3%).
 

Os Prêmios Brutos Emitidos cresceram para € 53,4 bilhões (+5,8%), especialmente por conta do segmento de Vida (+5,5%) e pelo de P&C (Property & Casualty, equivalente aos Ramos Elementares, +6,3%).

A captação líquida em Vida atingiu € 8,3 bilhões, sustentada pelo desempenho de todas as linhas de negócios, segundo a companhia. O Valor de Novos Negócios cresceu significativamente, alcançando € 1,9 bilhão (+21,1%).
 

O Índice Combinado ficou em 91,5% (+0,5 p.p.), enquanto o não descontado alcançou 93,8% (+0,7 p.p.), ambos refletindo o impacto de catástrofes naturais (Nat Cat), que contribuíram com 1,9 ponto percentual.

Já o segmento de Gestão de Ativos e Patrimônio (Asset & Wealth Management) registrou alta de 31,3% no resultado operacional.
 

Os ativos totais sob gestão (AUM – Assets Under Management) do Grupo alcançaram € 944 bilhões, um crescimento de 4,9% em relação ao encerramento de 2025.
 

O Grupo também manteve uma sólida posição de capital, com Índice de Solvência de 216% (ante 219% no encerramento do exercício de 2025), graças à forte geração de capital e considerando o programa de recompra de ações no valor de € 500 milhões.
 

Para Philippe Donnet, CEO do Grupo Generali, os números demonstram o avanço do plano "Lifetime Partner 27: Driving Excellence", impulsionado pelo desempenho de diversas áreas da companhia. "No setor de seguros, os segmentos de Vida e P&C mantiveram uma trajetória consistente de crescimento do resultado operacional e da rentabilidade técnica, apesar do maior impacto das catástrofes naturais".
 

"Nossa plataforma de Gestão de Ativos continuou expandindo sua carteira de clientes terceiros, enquanto a Banca Generali mais uma vez confirmou a solidez de seu modelo de negócios. Esse desempenho reflete a dedicação de nossos colaboradores e da rede de distribuição. Seguiremos fortalecendo o relacionamento com os clientes, nossas capacidades em inteligência artificial e dados e o foco em sustentabilidade, mantendo a disciplina e a visão de longo prazo para cumprir as metas do plano e continuar gerando valor para todos os stakeholders", conclui o executivo.

Os resultados completos podem ser acessados aqui
 

Divulgação Generali

 

Sobre a Generali 

A Generali é um dos maiores grupos de seguros e gestão de ativos do mundo. Fundada em 1831, está presente em mais de 50 países, com um total de prêmios de 95,2 bilhões de euros. Com cerca de 87.000 funcionários e 71 milhões de clientes, o Grupo tem uma posição de liderança na Europa e uma presença crescente na Ásia e na América Latina. No centro da estratégia da Generali está o seu compromisso em ser parceiro para toda a vida de seus clientes. Além disso, o Grupo integrou a sustentabilidade em todas as suas escolhas estratégicas, com o objetivo de criar valor para todas as partes interessadas e construir uma sociedade mais justa e resiliente.

quinta-feira, 30 de julho de 2026

Fitch reafirma rating ‘AA-’ do Grupo Generali, com perspectiva estável


Agência destaca a forte capitalização, o baixo nível de alavancagem, o desempenho robusto e o sólido perfil corporativo do grupo
 

Julho de 2026 – A Fitch Ratings reafirmou em “AA-”, com perspectiva estável, os ratings de Força Financeira de Seguradora (IFS, na sigla em inglês) do Grupo Generali. A agência também manteve em “A+” o Rating de Inadimplência do Emissor (IDR, na sigla em inglês) de longo prazo da Generali, igualmente com perspectiva estável.
 

Segundo a Fitch, as classificações refletem a forte capitalização e o baixo nível de alavancagem da Generali, além de seu desempenho robusto e de seu sólido perfil corporativo.
 

A Fitch Ratings é uma das principais agências globais de classificação de risco de crédito e avalia a capacidade de empresas, instituições financeiras e governos de cumprir seus compromissos financeiros.
 

Clique aqui para acessar o comunicado à imprensa divulgado pela Fitch.
 

Sobre a Generali 
 

A Generali é um dos maiores grupos de seguros e gestão de ativos do mundo. Fundada em 1831, está presente em mais de 50 países, com um total de prêmios de 95,2 bilhões de euros. Com cerca de 87.000 funcionários e 71 milhões de clientes, o Grupo tem uma posição de liderança na Europa e uma presença crescente na Ásia e na América Latina. No centro da estratégia da Generali está o seu compromisso em ser parceiro para toda a vida de seus clientes. Além disso, o Grupo integrou a sustentabilidade em todas as suas escolhas estratégicas, com o objetivo de criar valor para todas as partes interessadas e construir uma sociedade mais justa e resiliente.

segunda-feira, 27 de julho de 2026

Generali Brasil apoia o trabalho e o empreendedorismo 50+ no MaturiFest


Seguradora reforça seu compromisso com a longevidade ativa, a diversidade geracional e a inclusão social
 

Julho de 2026 – Com uma trajetória de 101 anos no mercado segurador brasileiro, a Generali Brasil anuncia seu apoio ao MaturiFest, principal festival dedicado ao empreendedorismo, à empregabilidade e à longevidade ativa para pessoas com 50 anos ou mais. 
 

A iniciativa reforça o compromisso da companhia com a promoção da diversidade geracional, da inclusão e do desenvolvimento sustentável, apoiando debates sobre os desafios e as oportunidades do envelhecimento da população brasileira.
 

O MaturiFest reúne anualmente especialistas, empresas e profissionais para discutir inovação, reinvenção de carreira, empreendedorismo e bem-estar, promovendo reflexões sobre o impacto do envelhecimento da população e as oportunidades geradas pela economia voltada ao público 50+.
 

Serviço
 

MaturiFest – Festival de Trabalho, Empreendedorismo e Longevidade 50+

Dias 13, 14 e 15 de agosto, das 10h às 18h
Unibes Cultural – Rua Oscar Freire, 2.500, Pinheiros, São Paulo (SP)
 

Foto: divulgação

 

Sobre a Generali 
 

A Generali é um dos maiores grupos de seguros e gestão de ativos do mundo. Fundada em 1831, está presente em mais de 50 países, com um total de prêmios de 95,2 bilhões de euros. Com cerca de 87.000 funcionários e 71 milhões de clientes, o Grupo tem uma posição de liderança na Europa e uma presença crescente na Ásia e na América Latina. No centro da estratégia da Generali está o seu compromisso em ser parceiro para toda a vida de seus clientes. Além disso, o Grupo integrou a sustentabilidade em todas as suas escolhas estratégicas, com o objetivo de criar valor para todas as partes interessadas e construir uma sociedade mais justa e resiliente.

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Generali lança Generali Excellence Academy para fortalecer e acelerar a transformação estratégica do Grupo

 • Nova academia global oferecerá oportunidades de aprendizagem de excelência para todos os colaboradores da Generali, reforçando o plano estratégico do Grupo

• Iniciativa terá sede no Palazzo Berlam, em Trieste, na Itália, edifício que neste ano celebra os 100 anos do início de sua construção
 

Julho de 2026 – A Generali anuncia o lançamento da Generali Excellence Academy, nova academia global criada para fortalecer a cultura de aprendizagem contínua e desenvolver competências essenciais para o crescimento sustentável e de longo prazo do Grupo.
 

O plano estratégico de três anos "Lifetime Partner 27: Driving Excellence" prevê uma ampla agenda de transformação para ampliar a competitividade da Generali e promover o crescimento sustentável. Nesse contexto, a Generali Excellence Academy introduz um modelo integrado de aprendizagem para desenvolver as competências necessárias à execução da estratégia do Grupo.
 

A iniciativa foi estruturada com base em seis pilares fundamentais. O primeiro deles é a colaboração entre todas as empresas do Grupo, promovendo o compartilhamento e a disseminação global de conhecimento e das melhores práticas. Essa atuação será apoiada por uma governança robusta e processos padronizados, conduzidos por um Comitê de Aprendizagem Multipaís, formado por representantes de todas as unidades de negócio.
 

O conteúdo dos programas será desenvolvido de forma colaborativa, compondo um catálogo único de aprendizagem para todo o Grupo. Além disso, um corpo interno de especialistas e lideranças atuará como multiplicador da excelência, compartilhando conhecimento e experiências entre as diferentes operações da Generali.
 

A experiência de aprendizagem também contará com o apoio da Inteligência Artificial, tornando o desenvolvimento profissional mais personalizado, interativo e escalável. Já os treinamentos presenciais passarão a contar com formatos mais flexíveis e eficientes em diferentes localidades, apoiados por uma plataforma única de desenvolvimento, gradualmente integrada aos sistemas locais.
 

Philippe Donnet, CEO do Grupo Generali, afirma: "Em um cenário em rápida transformação, impulsionado pela Inteligência Artificial e pela inovação tecnológica, é fundamental mantermos as pessoas no centro dessa evolução. Na Generali, isso significa potencializar a força dos nossos cerca de 90 mil colaboradores, que atendem aproximadamente 75 milhões de clientes em todo o mundo. A Generali Excellence Academy terá um papel essencial na promoção de uma cultura em que talento humano e tecnologia atuam de forma integrada, permitindo que nossa organização se adapte, inove e permaneça próxima dos clientes. Com sede no Palazzo Berlam, em Trieste, a Academia representa nossa história e reforça nossa ambição de construir um futuro em que pessoas, impulsionadas pela inovação, continuem fazendo a diferença."
 

Monica Possa, diretora global de Pessoas e Organização (Chief People & Organization Officer) da Generali, acrescenta: "Com o lançamento da Generali Excellence Academy, damos um passo concreto na evolução do nosso modelo de aprendizagem, tornando-o mais integrado, escalável e diretamente conectado aos resultados do negócio. Nossa ambição é capacitar nossos colaboradores com as competências estratégicas e técnicas necessárias para manter a relevância da organização e impulsionar a geração de valor sustentável e o crescimento do Grupo. Ao fortalecer a coordenação entre as empresas e ampliar soluções de aprendizagem de alta qualidade, a Academia garantirá que o desenvolvimento das pessoas esteja diretamente ligado à excelência e à performance do negócio."
 

Em 2025, o índice de desenvolvimento de competências (upskilling) do Grupo alcançou 31%, com meta de superar 90% até 2027. No mesmo período, a Generali investiu € 74 milhões em iniciativas de aprendizagem, valor significativamente superior aos € 62,5 milhões investidos em 2024, reforçando seu compromisso com a construção de uma organização preparada para os desafios do futuro.

Desde sua criação, em 2014, a Group Academy dissemina a cultura Lifetime Partner e prepara profissionais para funções estratégicas. Com a nova estrutura, a Generali Excellence Academy amplia esse papel, coordenando iniciativas de capacitação e fortalecendo competências essenciais para apoiar a transformação estratégica do Grupo.
 

Sede Generali no Palazzo Berlam, em Trieste, na Itália

Sobre a Generali 
 

A Generali é um dos maiores grupos de seguros e gestão de ativos do mundo. Fundada em 1831, está presente em mais de 50 países, com um total de prêmios de 95,2 bilhões de euros. Com cerca de 87.000 funcionários e 71 milhões de clientes, o Grupo tem uma posição de liderança na Europa e uma presença crescente na Ásia e na América Latina. No centro da estratégia da Generali está o seu compromisso em ser parceiro para toda a vida de seus clientes. Além disso, o Grupo integrou a sustentabilidade em todas as suas escolhas estratégicas, com o objetivo de criar valor para todas as partes interessadas e construir uma sociedade mais justa e resiliente.

terça-feira, 14 de julho de 2026

Generali lidera ranking da Extel e Philippe Donnet é eleito o melhor CEO do setor de seguros na Europa

Companhia mantém destaque nas categorias "Top CFO", "Top IR", "Top Company Board" e "Top ESG Program", além de receber o título de "Most Honoured Company"

 

Julho de 2026 – A Generali conquistou, mais uma vez, posições de destaque na edição de 2026 do ranking da Extel. O CEO do Grupo, Philippe Donnet, foi confirmado, pelo quinto ano consecutivo, como "Top CEO" do setor de seguros na Europa na pesquisa anual da Extel (antiga Institutional Investor), considerada uma das mais prestigiadas avaliações do mercado financeiro internacional.
 

A Generali voltou a ocupar o primeiro lugar em diversas categorias-chave, com base na avaliação combinada de investidores (buy-side) e analistas (sell-side). Seu diretor financeiro (CFO), Cristiano Borean, foi reconfirmado como o "Melhor CFO" do setor de seguros. 
 

A equipe de Relações com Investidores e Agências de Rating da Generali voltou a ocupar o primeiro lugar nas categorias "Top IR Team" (Melhor Equipe de Relações com Investidores - RI), "Top IR Professional" (Melhor Profissional de RI), reconhecimento concedido a Fabio Cleva, diretor global de Relações com Investidores e Agências de Rating, "Top IR Program" (Melhor Programa de RI) e "Top Analyst/Investor Day" (Melhor Encontro com Analistas e Investidores). A companhia também foi reconhecida na categoria "Top Company Board" (Melhor Conselho de Administração) e compartilhou a liderança em "Top ESG Program" (Melhor Programa de ESG).
 

Além disso, recebeu o título de "Most Honoured Company", concedido à empresa mais reconhecida da edição de 2026 do ranking.
 

O CEO do Grupo Generali, Philippe Donnet, afirmou: “A força e a solidez de nossos resultados nos permitiram, mais uma vez, alcançar um reconhecimento tão importante por parte da comunidade financeira internacional. Estamos muito orgulhosos dessa conquista, que reflete o excepcional profissionalismo e a dedicação dos colaboradores da Generali. O título "Most Honoured Company" também atesta nossa busca constante pela excelência no relacionamento com os clientes, em nossas competências essenciais nos negócios de seguros e gestão de ativos e no modelo operacional do Grupo. Tudo isso é resultado da execução disciplinada do nosso plano estratégico ‘Lifetime Partner 27: Driving Excellence’, que fortalece ainda mais a posição da Generali como um grupo italiano, independente e com atuação internacional”.  

Os rankings da Extel refletem as avaliações de cerca de 1.500 profissionais, entre investidores institucionais e analistas financeiros. Os CEOs são classificados com base em critérios como credibilidade, liderança e comunicação, enquanto os CFOs são analisados por sua capacidade de alocação de capital, gestão financeira e comunicação. O estudo também considera a qualidade do conselho de administração e o desempenho das empresas em critérios ESG (ambientais, sociais e de governança).
 

Philippe Donnet, CEO do Grupo Generali


 

Sobre a Generali 
 

A Generali é um dos maiores grupos de seguros e gestão de ativos do mundo. Fundada em 1831, está presente em mais de 50 países, com um total de prêmios de 95,2 bilhões de euros. Com cerca de 87.000 funcionários e 71 milhões de clientes, o Grupo tem uma posição de liderança na Europa e uma presença crescente na Ásia e na América Latina. No centro da estratégia da Generali está o seu compromisso em ser parceiro para toda a vida de seus clientes. Além disso, o Grupo integrou a sustentabilidade em todas as suas escolhas estratégicas, com o objetivo de criar valor para todas as partes interessadas e construir uma sociedade mais justa e resiliente.