terça-feira, 6 de outubro de 2026

Orquestra Jovem do Estado de SP apresenta concerto para toda a família com trilhas de filmes, desenhos e games

Com apoio da Generali Brasil, apresentação na Sala São Paulo, em 11 de outubro, terá regência de Cláudio Cruz e repertório de sucessos que marcaram diferentes gerações

 

Outubro de 2026 – A Orquestra Jovem do Estado de São Paulo (OJESP) realiza, em 11 de outubro, às 16h, na Sala São Paulo, um concerto especial em comemoração ao mês das crianças. A iniciativa conta com o patrocínio da Generali Brasil e terá regência de Cláudio Cruz, reunindo trilhas sonoras do cinema, animações e jogos consagrados em arranjos sinfônicos.
 

O repertório inclui temas de produções como E.T. – O Extraterrestre, Superman, Harry Potter, Missão Impossível, Pantera Cor-de-Rosa, Naruto, Dragon Ball e Os Cavaleiros do Zodíaco, além de jogos como The Legend of Zelda, The Last of Us e Final Fantasy VII. O programa reúne composições de nomes como John Williams, Henry Mancini, Lalo Schifrin, Toshio Masuda e Joe Hisaishi, aproximando o público infantil da música orquestral por meio de melodias conhecidas do entretenimento.
 

Ligada à Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP Tom Jobim) e gerida pela Santa Marcelina Cultura, a Orquestra promove apresentações que integram a formação artística e profissional de jovens músicos. Selecionado por meio de edital da Generali Brasil, o projeto está alinhado ao compromisso da companhia com o incentivo à cultura e a iniciativas de impacto social.
 

Os ingressos para a apresentação estão esgotados, mas o concerto poderá ser acompanhado ao vivo e gratuitamente pelo canal da EMESP Tom Jobim no YouTube.
 

Serviço 

Orquestra Jovem do Estado – Para as Crianças
Data: 11 de outubro de 2026 (domingo) 
Horário: 16h 
Local: Sala São Paulo – Praça Júlio Prestes, 16 – Campos Elíseos, São Paulo 
Ingressos: Esgotados 

Transmissão ao vivo: YouTube da EMESP Tom Jobim

Mais informações: site oficial do evento
 

Foto: Instagram Orquestra Jovem do Estado de SP

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Generali Brasil nomeia Vanessa van Enck Ramos como Diretora Técnica e de Sinistros


Executiva assume a função de Chief Insurance Officer (CInsO) da companhia
 

Outubro de 2026 – A Generali Brasil anuncia Vanessa van Enck Ramos como Diretora Técnica e de Sinistros. A executiva, que atuava como Diretora de Riscos da companhia, passou a exercer o cargo de Chief Insurance Officer (CInsO) em 1º de outubro de 2026.
 

Com mais de duas décadas de experiência no mercado segurador, Vanessa construiu sua carreira nas áreas atuarial e de gestão de riscos, com participação em diferentes segmentos do setor. Na Generali Brasil, liderou iniciativas voltadas ao fortalecimento da cultura de gestão de riscos e à evolução das práticas de governança, contribuindo para uma abordagem integrada na tomada de decisões corporativas.
 

Na nova função, Vanessa assume uma posição estratégica na companhia, com atuação central em um dos principais pilares do negócio: a gestão técnica de seguros e sinistros. Entre suas prioridades estão a evolução técnica, o aprimoramento operacional e a geração de valor para a organização. Sua nomeação marca também um avanço na presença feminina em posições de destaque na empresa. 
 

“Essa transição é um novo desafio e, ao mesmo tempo, a continuidade da minha trajetória na Generali Brasil. A experiência na liderança da área de Riscos ampliou minha visão sobre a companhia e reforçou a importância de integrar diferentes perspectivas para a tomada de decisões estratégicas. Nessa nova etapa, quero contribuir para a consolidação da excelência técnica, desenvolvimento de produtos e ampliar a eficiência na gestão de sinistros, com foco nas necessidades dos clientes, no crescimento sustentável e na contribuição para o negócio”, afirma Vanessa.
 

Graduada em Ciências Atuariais, Vanessa possui pós-graduação em Produtos Financeiros pela FIA-USP e em Gestão e Liderança. Foi a primeira colaboradora da Generali Brasil a concluir o MIRM (Master in Insurance and Risk Management), pelo MIB Trieste School of Management. Sua trajetória profissional inclui experiências em grandes bancos e seguradoras.
 

Imagem: divulgação Generali

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Generali Brasil concorre ao Prêmio Reclame Aqui 2026

Companhia foi indicada na categoria “Seguradoras” e convida consumidores a votarem até 5 de novembro; indicação reforça o compromisso diário com a confiança, a transparência e a qualidade no atendimento
 

Setembro de 2026 – A Generali Brasil está entre as empresas indicadas ao Prêmio Reclame Aqui 2026, uma das principais premiações de reputação e atendimento ao consumidor do país. A votação segue até 5 de novembro, e a companhia disputa o reconhecimento na categoria “Seguradoras”.
 

A indicação reforça o compromisso da companhia com a qualidade do atendimento, a transparência e a construção de relações de confiança com os clientes. Em 2025, a Generali Brasil conquistou a segunda posição na categoria “Seguradoras”, em votação aberta ao público, resultado que destacou a percepção dos consumidores sobre sua atuação.
 

O Prêmio Reclame Aqui chega à sua 16ª edição com uma novidade na metodologia de pontuação. Os votos recebidos serão ponderados pelo “Fator Multiplicador”, definido de acordo com a reputação de cada companhia no momento da votação.

O cálculo considera a reputação registrada na aba de seis meses do Reclame Aqui, atualizada diariamente em horário fixo para todas as indicadas. Quem tem reputação RA1000 terá multiplicador de 2,5; aquelas classificadas como “Ótimo”, de 1,5; e as com reputação “Bom”, de 1,2.

Vote na Generali Brasil aqui.

 

                   Imagem: divulgação Generali

quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Grupo Generali e Descartes Underwriting renovam parceria para reforçar liderança global em seguros paramétricos


Acordo combina expertise, presença global e tecnologia para oferecer soluções paramétricas personalizadas que complementam seguros tradicionais, agilizam o acesso a recursos financeiros e aprimoram a experiência dos clientes
 

Setembro de 2026 – A Generali Global Corporate & Commercial (GC&C), unidade de negócios do Grupo Generali especializada em soluções e serviços de seguros para empresas de médio e grande porte em mais de 180 países, e a Descartes Underwriting, líder global em soluções corporativas de seguros e resseguros paramétricos para riscos climáticos e emergentes, anunciaram a renovação de sua parceria estratégica.
 

Iniciada em 2019, a colaboração entre as empresas é agora renovada, reforçando sua atuação conjunta no mercado global de seguros paramétricos e a contribuição para a evolução desse segmento. A parceria reúne a expertise da GC&C em seguros corporativos, sua capacidade técnica, gestão de portfólio, presença global e conhecimento dos mercados locais às competências da Descartes em modelagem de riscos, análise climática, tecnologia e ciência de dados.
 

A partir do uso de dados em tempo real, imagens de satélite e modelos avançados de inteligência artificial, as empresas desenvolvem soluções paramétricas personalizadas que complementam os programas tradicionais de seguros e os mecanismos existentes de transferência de riscos. Com critérios transparentes e previamente definidos, esse modelo permite agilizar significativamente o acesso a recursos financeiros após a ocorrência de eventos cobertos, além de proporcionar maior clareza e agilidade no processo de pagamento.
 

A renovação da parceria ocorre em um cenário de crescente demanda global por seguros paramétricos e reforça o compromisso das empresas com a inovação, a ampliação da adoção desse modelo de proteção e a geração de valor para clientes corporativos e do setor público.
 

Para Christian Kanu, CEO da GC&C, o fortalecimento da parceria está alinhado à estratégia da empresa e reflete o valor construído pelas duas companhias ao longo dos anos. “Ao combinar a expertise da GC&C com as capacidades da Descartes, desenvolvemos uma proposta diferenciada, que complementa os programas tradicionais de seguros e oferece aos clientes maior transparência e acesso mais rápido aos recursos financeiros. Nossa ambição conjunta é fortalecer ainda mais nossa liderança em seguros paramétricos e contribuir para o desenvolvimento desse mercado. Essa atuação contribuirá para reduzir a lacuna de proteção e aumentar a resiliência de comunidades e regiões mais vulneráveis aos riscos de catástrofes naturais.”
 

Tanguy Touffut, cofundador e CEO da Descartes, comenta: “Esta colaboração se destaca nesse mercado por unir inovação tecnológica e solidez financeira global. Nos últimos sete anos, construímos uma parceria sólida com a Generali, que contribuiu para consolidar a Descartes como líder global em seguros e resseguros paramétricos. Diante dos riscos climáticos e emergentes enfrentados por empresas e entidades públicas, nossa missão de proporcionar acesso rápido e confiável a recursos financeiros é cada vez mais relevante. A renovação reforça nosso compromisso com a inovação e com o desenvolvimento de soluções cada vez mais personalizadas para nossos clientes.”



quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Davis Cup: Generali se torna patrocinadora principal da maior competição de tênis por equipes do mundo


Seguradora amplia sua presença no esporte ao firmar parceria com a World Tennis para a Davis Cup, uma das mais prestigiadas competições de tênis por equipes do mundo, que passa a se chamar Davis Cup by Generali
 

Setembro de 2026 – A World Tennis anuncia uma nova parceria global que torna a seguradora Generali a principal patrocinadora da Davis Cup. O acordo abrange todas as etapas da competição e reforça a presença da marca em uma plataforma de alcance internacional.


Com 126 anos de história, a prestigiada competição passa a se chamar Davis Cup by Generali e, nesta edição, reúne 66 equipes em 33 confrontos realizados em seis continentes.
 

A marca da seguradora estará presente para a ampla audiência global do torneio por meio de direitos de integração nas transmissões internacionais, visibilidade nas arenas e exposição nos painéis de fundo de quadras em todos os eventos da Davis Cup. A cor vermelha, característica da identidade visual da Generali, também passa a compor a identidade visual da Davis Cup.
 

Ao longo de 2026, a World Tennis vem fortalecendo significativamente a estratégia comercial da Davis Cup. A Generali passa a integrar um portfólio crescente de parceiros, que já inclui Rolex, Visa, MG, Fage, Corpay e Betsson.
 

A iniciativa amplia a presença da companhia no esporte e está alinhada ao conceito de Lifetime Partner, compromisso estratégico do Grupo Generali de estar presente nas diferentes fases da vida de seus clientes. Isso inclui oferecer soluções de proteção e gestão de ativos, apoiar pessoas e comunidades e fortalecer conexões nos países onde o Grupo atua.
 

A Generali tem uma forte presença no tênis, com o patrocínio do Generali Open, em Kitzbühel; uma parceria com Dominic Thiem, na Áustria; a presença no Rolex Monte Carlo Masters; além de parcerias com a Real Federación Española de Tenis (RFET) e a Deutsche Tennis Bund (DTB).
 

Philippe Donnet, CEO do Grupo Generali, afirma estar satisfeito com a parceria com a World Tennis para a Davis Cup, um dos eventos esportivos mais celebrados e reconhecidos do mundo. 
 

“A Generali tem uma longa história de conexão com o tênis, um esporte que reflete muitos dos valores que promovemos diariamente, como resiliência, disciplina e integridade. Por meio desta união, queremos aproveitar a força do tênis para reforçar nosso compromisso como Lifetime Partner, incentivando estilos de vida mais ativos e gerando um impacto positivo e duradouro para indivíduos, famílias e comunidades”, afirma.
 

Ross Hutchins, CEO da World Tennis, afirma que a parceria histórica une duas marcas globais premium, com valores em comum e um compromisso de criar experiências relevantes para fãs e clientes em todo o mundo. 
 

“A Generali é a parceira ideal para ajudar a levar nossa prestigiada competição a um novo patamar, e estamos muito entusiasmados em trabalhar juntos nos próximos anos. Como a principal competição mundial de tênis masculino por equipes, a Davis Cup proporciona uma combinação única de paixão e orgulho nacional, em uma escala global sem precedentes no esporte. A Generali reconhece esse alcance e tudo o que a Davis Cup representa”, diz o executivo.
 

Próximas etapas da competição
 

No Brasil, a marca da Generali já esteve presente no confronto entre Brasil e Suíça, realizado entre 18 e 19 de setembro, na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro. A equipe brasileira venceu a Suíça por 3 a 1 e garantiu vaga nos Qualifiers da Davis Cup de 2027, que serão realizados em fevereiro do próximo ano.
 

Já as oito nações classificadas nas etapas de elite da temporada avançaram para o Final 8 da Davis Cup by Generali, marcado para ocorrer de 24 a 29 de novembro de 2026, em Bolonha, na Itália. A Itália, atual campeã mundial e anfitriã, estará entre as equipes que disputarão a fase decisiva pelo troféu da competição.



terça-feira, 22 de setembro de 2026

Generali está entre as melhores empresas do mundo, segundo Revista TIME

 

Setembro de 2026 – A  Generali foi reconhecida como a 18ª maior empresa do mundo no ranking World’s Best Companies 2026, elaborado pela revista TIME em parceria com a Statista, se destacando como uma das principais seguradoras presentes na lista.
 

Esse reconhecimento reforça a capacidade da Generali de unir crescimento consistente, inovação e geração de valor de longo prazo, por meio de um modelo de negócios sustentável e centrado nas pessoas. A estratégia da empresa segue priorizando as necessidades de clientes, colaboradores, investidores e comunidades, tratando responsabilidade social e sustentabilidade como pilares essenciais para navegar um cenário global cada vez mais dinâmico. No Brasil, a companhia completou 101 anos em 2026.
 

O ranking World’s Best Companies avaliou 1.000 companhias em todo o mundo, com base em três critérios principais: satisfação dos colaboradores, crescimento da receita e transparência nas práticas de sustentabilidade
 

A metodologia combina dados de mercado, avaliações de desempenho ambiental, social e de governança (ESG) e os resultados de uma ampla pesquisa internacional, que ouviu cerca de 200 mil funcionários em mais de 50 países. Os dados financeiros e ESG foram coletados e analisados pela Statista.
 

Para a Generali, figurar entre as top 20 do mundo é um marco relevante, especialmente em uma lista que abrange organizações de diferentes setores e regiões. O resultado confirma a habilidade do grupo em entregar resultados sólidos, ao mesmo tempo em que mantém investimentos contínuos em pessoas, inovação e em um modelo de desenvolvimento sustentável, pilares que orientam a execução da estratégia Lifetime Partner 27: Driving Excellence.
 

                         Divulgação Generali

Brasileiros no exterior veem consórcio como alternativa para investir e construir patrimônio no Brasil


O consórcio desperta interesse entre brasileiros que vivem no exterior e planejam investir ou mantêm planos de retornar ao Brasil. A modalidade pode ser uma alternativa para planejar a compra de bens e diversificar o patrimônio no País, inclusive para quem recebe em moedas estrangeiras. Nesse caso, fatores como câmbio, prazo para aquisição e objetivo financeiro devem ser considerados antes da adesão.
 

Atualmente, estima-se que 4,59 milhões de brasileiros vivam no exterior, segundo dados do Ministério das Relações Exteriores (MRE).
 

A dimensão alcançada pelo Sistema de Consórcios ajuda a contextualizar o tema. Segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), em julho, o sistema alcançou 13,41 milhões de participantes ativos, novo recorde histórico. O segmento de imóveis, por sua vez, chegou a 3,32 milhões de participantes ativos e passou a ocupar a segunda posição entre os segmentos com maior número de participantes, ultrapassando motocicletas, que registrou 3,25 milhões.
 

O Mycon, fintech especializada em consórcios digitais, pode comentar sobre o interesse de brasileiros que vivem no exterior pela modalidade e os aspectos que devem ser considerados por esse público.
 

O porta-voz pode abordar:

  • Quais regras, cuidados e estratégias devem ser considerados antes da adesão por quem mora no exterior;
  • Como funciona o pagamento das parcelas para quem reside fora do Brasil;
  • O que avaliar antes de utilizar a modalidade para adquirir um imóvel no Brasil;
  • Como o consórcio pode fazer parte de uma estratégia de construção e diversificação patrimonial;
  • Quais cuidados devem ser considerados em relação ao câmbio e ao planejamento financeiro;
  • Em quais situações pode ser uma alternativa ao financiamento;
  • Como funciona a contratação e o acompanhamento de forma 100% digital.

Se houver interesse em algum outro recorte sobre o tema, podemos conversar e alinhar também.

Existe hora certa para dar lance no consórcio? O que analisar antes de fazer uma oferta


Entenda quando vale usar recursos próprios e quando usar o lance embutido pode fazer sentido para antecipar a contemplação
 

Setembro de 2026 — Pouca gente sabe, mas é possível antecipar a contemplação de um consórcio com lances. Diferentemente do sorteio, que depende da aleatoriedade, o lance permite ao consorciado tentar receber a carta de crédito antes do previsto. Mas existe um momento certo para fazer isso? E qual estratégia pode fazer mais sentido em cada situação?
 

Segundo Bruno Borges, Chief Marketing Officer (CMO) do Mycon, fintech especializada em consórcios digitais, a decisão deve considerar vários pontos como: o histórico do grupo, a disponibilidade financeira e o valor que a pessoa terá após a contemplação. “Ao longo da vigência do consórcio, é possível observar um padrão nos valores dos lances contemplados. Por isso, acompanhar o histórico e conhecer esses valores pode ajudar o consorciado a tomar decisões mais estratégicas. Mas, ao contrário do que muitas pessoas imaginam, não existe um percentual capaz de garantir a contemplação”, ressalta.
 

Lance livre, fixo e embutido: entenda as diferenças
 

No lance livre, o participante define o valor da oferta com recursos próprios, conforme as regras do grupo. No lance fixo, a administradora estabelece previamente o percentual ou valor da oferta, que pode variar conforme as regras de cada grupo e é feito um sorteio entre os integrantes que fizeram o lance.
 

No lance embutido o valor é descontado da carta de crédito contratada, reduzindo o montante disponível para a aquisição após a contemplação. Esse modelo pode ser utilizado tanto no lance fixo quanto no livre, mas de formas diferentes. No primeiro caso (lance embutido fixo), é usado apenas parte do valor da carta de crédito na oferta. No segundo (lance embutido livre), é possível complementar o valor ofertado e aumentar a competitividade da proposta. Nos dois casos é importante avaliar se o crédito restante será suficiente para o objetivo de compra.
 

“Considerando, hipoteticamente, uma carta de crédito de R$ 100 mil e uma oferta de 20%, o valor do lance seria de R$ 20 mil. Se o consorciado utilizar o formato de lance embutido fixo, esse valor será descontado da própria carta e, após a contemplação, restarão R$ 80 mil para a aquisição. Já se os R$ 20 mil forem pagos com recursos próprios (em um lance livre), os R$ 100 mil da carta permanecem disponíveis para a compra”, explica Borges.

“Mais do que buscar o maior lance possível, o consorciado deve fazer uma oferta alinhada ao seu planejamento financeiro. O objetivo é antecipar a utilização da carta de crédito sem transformar essa decisão em um problema financeiro no futuro”, conclui executivo do Mycon.
 

                     Banco de imagens: Magnific
 

terça-feira, 15 de setembro de 2026

Aniversário Mycon: fintech de consórcios oferece condições especiais para novos clientes


Durante todo o mês de setembro, Mycon oferece taxas promocionais nos planos Paga Metade e Integral, além de 20% de desconto na primeira parcela do consórcio
 

Setembro de 2026 — Setembro é mês de aniversário do Mycon, fintech de consórcios, e, para celebrar os sete anos de fundação, a empresa preparou condições especiais para quem deseja contratar um consórcio. Ao longo do mês, novos clientes poderão aproveitar taxas promocionais nos planos Paga Metade e Integral, além de 20% de desconto na primeira parcela.

No plano Paga Metade, o cliente paga apenas metade do valor das parcelas até a contemplação. Com a condição especial de aniversário, a primeira parcela também conta com 20% de desconto, facilitando a adesão ao consórcio e permitindo iniciar o planejamento com menor impacto no orçamento. Quem optar pelo Plano Integral, também garante a taxa promocional e 20% de desconto na primeira parcela durante o período da campanha.
 

A ação promocional reduz a parcela aliviando o bolso com parcelas que custam aproximadamente R$ 20 por dia. Por exemplo, para uma carta de consórcio de imóveis no valor de R$ 200 mil, no prazo de 196 meses, o cliente paga R$ 591,80 no plano Paga Metade, ou seja, cerca R$ 20 por dia. Com os 20% de desconto na primeira parcela fica por R$ 473,44. Após a contemplação, as parcelas passam para o valor integral de R$ 1.152,96, mais a diferença acumulada sendo diluída nas mensalidades restantes do plano.
 

“A campanha de aniversário reforça nossa proposta de oferecer um consórcio mais simples, acessível e competitivo. Ao combinar taxas promocionais com o desconto na primeira parcela, buscamos facilitar a entrada de novos clientes e mostrar que é possível planejar a realização de projetos importantes sem pagar juros ou dar uma entrada”, explica Bruno Borges, CMO.
 

As condições especiais são válidas durante o mês de setembro para contratações de consórcios de imóveis, automóveis, serviços e outras categorias oferecidas pelo Mycon.

 

                                      Divulgação: Mycon

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Generali avança três posições em ranking das maiores seguradoras do Brasil, segundo Valor 1000

 

Empresa mantém presença entre as 20 primeiras em diferentes indicadores financeiros e operacionais

 

Setembro de 2026 – A Generali Brasil avançou três posições e agora ocupa a 16ª colocação entre as maiores seguradoras do país, segundo o ranking Valor 1000. O desempenho reforça a trajetória de crescimento da companhia, que registrou, em 2025, R$ 2,2 bilhões em prêmios emitidos, alta de 33,7% em relação ao ano anterior. A empresa também alcançou R$ 694,3 milhões em patrimônio líquido, R$ 1,8 bilhão em lucro operacional e R$ 137,8 milhões em lucro líquido, destacando-se entre as 20 primeiras em diferentes indicadores financeiros e operacionais.
 

O desempenho está alinhado à estratégia da companhia de combinar crescimento sustentável, eficiência e inovação, acompanhando a transformação das necessidades de proteção de pessoas e empresas. Atuante principalmente no modelo B2B2C, a Generali oferece seus produtos por meio de parceiros estratégicos, como redes varejistas e instituições financeiras, com iniciativas que também contribuem para tornar as experiências e jornadas cada vez mais digitais, com foco em seguros massificados voltados à proteção de bens e valores.
 

Para Eric Lundgren, CEO da Generali Brasil, o desempenho reflete uma estratégia de desenvolvimento sustentável, apoiada pela diversificação dos negócios, pela capacidade de adaptação às novas necessidades de proteção e pela busca contínua por eficiência e inovação. “O canal de massificados tem crescido de forma contínua, garantindo que nossas soluções alcancem um público cada vez maior e diversificado. Nossos produtos oferecem ampla capilaridade e presença de mercado”, afirma.
 

A estratégia também passa pela transformação da operação e pela adoção de novas tecnologias. Inteligência artificial, automação e uso de dados já fazem parte de diferentes etapas do negócio, contribuindo para tornar processos mais eficientes e soluções mais adequadas às necessidades dos clientes. Para Lundgren, a inovação deve caminhar lado a lado com a solidez construída pela companhia ao longo de sua história.
 

“Uma companhia pode ter uma história muito longa e, ainda assim, funcionar com uma mentalidade de startup. Isso significa ter velocidade para testar, aprender com o que não funciona e seguir em frente. Ao mesmo tempo, o objetivo final continua sendo entregar uma proteção que faça sentido para a sociedade e que funcione quando ela mais precisar”, conclui Lundgren.
 

Elaborado pelo jornal Valor Econômico em parceria com a Serasa Experian e a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), o Valor 1000 é um dos principais levantamentos sobre o desempenho das empresas brasileiras e reúne indicadores financeiros e operacionais de diferentes setores da economia.



quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Consórcio, empréstimo ou financiamento: saiba como escolher a melhor alternativa para reformar o imóvel


Especialista do Mycon explica quando o consórcio, o empréstimo ou o financiamento fazem mais sentido para quem deseja realizar melhorias na residência
 

Setembro de 2026 — Mais conhecido como uma alternativa para a compra de imóveis e veículos, o consórcio vem ampliando suas possibilidades de uso. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), as reformas residenciais responderam por 46,4%* das utilizações dos créditos do consórcio de serviços no último ano. A finalidade aparece bem à frente das cirurgias plásticas, com 11%, e das festas e eventos, com 7,4%. 
 

Antes de contratar uma carta para financiar uma obra, é importante entender as diferenças entre as modalidades, já que as regras e os tipos de despesas cobertas podem ser diferentes. A reforma pode ser viabilizada por meio de uma carta de serviços ou de uma carta imobiliária, mas as possibilidades de uso e as exigências dependem da modalidade escolhida.
 

“No consórcio de serviços, por exemplo, os recursos podem ser destinados a pequenas reformas e à contratação de mão de obra, como pedreiros, marceneiros e outros profissionais. Já as despesas relacionadas à compra de materiais seguem regras específicas. Para projetos mais completos, que envolvem diferentes etapas e custos da obra, o consórcio imobiliário tende a ser a alternativa mais adequada”, explica Bruno Borges, Chief Marketing Officer (CMO) do Mycon.
 

Segundo o executivo, entre as principais diferenças em relação ao empréstimo estão a dispensa do pagamento de entrada e a cobrança de taxa de administração, em vez de juros. “O consórcio é indicado para quem consegue planejar a obra com antecedência e definir o valor da carta de crédito de acordo com o orçamento do projeto”, acrescenta.
 

Em projetos realizados por meio do consórcio imobiliário, é necessário apresentar um bem em garantia, como terreno, lote, casa ou apartamento. Em caso de construção, também é preciso seguir um cronograma de obras, com a liberação dos recursos condicionada às etapas previstas e à apresentação da documentação e das comprovações exigidas pela administradora.
 

“A finalidade da carta pode ser definida após a contemplação. Nesse momento, o consorciado informa o bem ou o projeto desejado e recebe orientações específicas de acordo com a modalidade contratada e as características da operação”, esclarece Borges.
 

Quando o empréstimo ou o financiamento fazem mais sentido?
 

Embora o consórcio seja uma alternativa para quem não tem urgência para iniciar a reforma, o empréstimo e o financiamento podem ser mais indicados quando a obra precisa começar imediatamente. Situações como problemas estruturais, infiltrações, vazamentos ou reparos que não podem esperar costumam exigir a liberação rápida dos recursos.
 

Enquanto o empréstimo oferece recursos de livre utilização, o financiamento é destinado a uma finalidade específica, como a reforma do imóvel. Embora essas modalidades proporcionem acesso mais rápido ao crédito do que o consórcio, é fundamental avaliar o custo efetivo total (CET) da operação, que inclui juros, tarifas e outros encargos, para garantir que as parcelas caibam no orçamento.
 

“Não existe uma modalidade de crédito melhor para todas as situações. A decisão deve considerar o perfil do consumidor, a urgência da obra e o planejamento financeiro. Independentemente da alternativa escolhida, o sucesso da reforma começa com um orçamento detalhado, controle dos gastos e uma reserva para eventuais imprevistos”, finaliza Borges.




segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Adotar IA é simples. Governá-la para escalar com segurança será o verdadeiro diferencial

 

Por Sergio Hirase, CTO do Mycon*
 

A corrida pela Inteligência Artificial segue a todo vapor, mas tenho visto que a governança não acompanha o mesmo ritmo. Segundo o Relatório de Riscos e Prontidão para a IA 2026, produzido pela Netskope em parceria com a Cybersecurity Insiders¹, 73% das organizações já implementaram ferramentas de IA, enquanto apenas 7% contam com mecanismos de governança capazes de aplicar políticas de segurança em tempo real. O resultado é assustador: há um déficit estrutural de 66 pontos percentuais entre adoção e controle.  
 

Por isso, o desafio das empresas deixa de ser apenas incorporar a IA aos processos de negócio, mas garantir que ela seja utilizada de forma responsável, segura e alinhada aos objetivos da organização. A meu ver, a principal questão é estruturar processos, responsabilidades e uma cultura capaz de garantir que essas ferramentas gerem valor sem ampliar riscos. O que realmente destrava o potencial da Inteligência Artificial é uma agenda sólida de dados e governança, capaz de elevar a qualidade dos resultados e, principalmente, mitigar riscos e apoiar melhores decisões.
 

A governança de IA também pressupõe definir em quais situações a supervisão humana é indispensável e como garantir transparência ao longo da jornada do cliente, o conceito de Human in the loo.  Muitos podem pensar que isso seria criar barreiras à inovação, mas é exatamente ao contrário. A governança garante um crescimento sustentável. Adotar controles preventivos para proteger informações sensíveis, definir critérios claros para o uso da tecnologia e preservar a confiança de clientes, colaboradores e parceiros é o mínimo. Afinal, o valor da IA não está apenas na automatização de tarefas, mas em fazê-la com segurança, transparência e responsabilidade. 
 

No meio de todo esse cenário, eu sempre penso que o ponto de partida, que hoje é uma dor central para muitas empresas, é a falta de uma boa governança de forma ampliada. Modelos de IA são tão bons quanto as informações que recebem. Isso é fato. Por isso, antes de discutir algoritmos, agentes inteligentes ou novas aplicações, as empresas precisam garantir que seus dados sejam confiáveis, organizados, contextualizados e acessíveis, servindo de combustível de qualidade para essas ferramentas. Não adianta procurar por milagre.
 

A adoção da IA também depende da capacidade das equipes em utilizá-la de forma crítica e estratégica. E aqui entra um investimento fundamental: o letramento digital, pois garantir a participação humana nas decisões mais relevantes é tão importante quanto adquirir a tecnologia mais atual.
 

Na prática, esse equilíbrio já produz resultados concretos. No Mycon, fintech de consórcios da qual sou CTO, essa combinação reduziu em cerca de 87% o tempo médio de atendimento. Isso significa que se todo o processo durava, por exemplo, 10 minutos, ele caiu para pouco mais de 1 minuto. É uma queda considerável!
 

A tecnologia também trouxe ganhos significativos na análise documental e na liberação de crédito, reduzindo etapas manuais e acelerando processos. Entre 2023 e 2026, o volume mensal de imóveis entregues pelo Mycon mais que dobrou, com crescimento de 116%, enquanto o prazo médio de entrega caiu 32%. 
 

No segmento de veículos, o volume mensal de automóveis entregues cresceu 110%, o de motos aumentou 50% e o prazo médio de entrega dos automóveis foi reduzido em 17%. Esses resultados foram impulsionados pela automação, que permitiu processar informações, validar dados e digitalizar etapas antes realizadas manualmente, demonstrando que os melhores resultados dependem da combinação entre tecnologia, dados confiáveis e processos bem estruturados. E, claro, sempre com supervisão humana e um investimento robusto em equipes altamente capacitadas a lidar com tudo isso.
 

Em alguns momentos, a IA pode acelerar a jornada; em outros, seu papel é justamente identificar quando o cliente precisa do apoio de um especialista. Governança também significa reconhecer limites e compreender que determinadas decisões estão além da IA.
 

No mercado de consórcios, em que as decisões envolvem planejamento financeiro, aquisição de patrimônio e relações de longo prazo, a confiança é um elemento tão importante quanto a eficiência operacional. A IA pode até simplificar a jornada do cliente, mas isso só se concretiza quando há governança fortalecida. Para além de automatizar processos, o desafio é utilizar a IA para ampliar a transparência, apoiar decisões mais conscientes e fortalecer a relação de confiança entre empresas e clientes.
 

O maior risco relacionado à governança de IA hoje não é o excesso de controle, mas a ausência de visibilidade e direção. As organizações precisam saber onde, como e por quem a IA já está sendo utilizada. Uma governança madura começa pela capacidade de enxergar antes de controlar e de avaliar continuamente o apetite ao risco, bem como as responsabilidades do conselho, dos executivos e das demais lideranças.

À medida que a adoção da IA avança, ela deixa de ser novidade e a vantagem competitiva vai além do seu uso.  Como disse no início, a Inteligência Artificial começa pelos dados, pessoas e pela governança. Adotar IA é simples; governá-la para escalar com segurança será o verdadeiro diferencial das empresas.




Sobre o autor
 

*Sergio Hirase é CTO do Mycon e executivo com mais de 20 anos de experiência em tecnologia, dados e transformação digital. Ao longo da carreira, liderou projetos de modernização tecnológica, inteligência artificial e plataformas digitais em empresas como Itaú Unibanco, Autopass, Repom e Minuto Seguros (Creditas). É especialista em governança, inovação e IA, com formação executiva pela Kellogg School of Management (Northwestern University) e pela University of Texas at Austin.

Fonte da pesquisa
1.Relatório de Riscos e Prontidão para a IA 2026, da Netskope, em parceria com a Cybersecurity Insiders. Disponível em: Link


quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Aluguel em alta: consórcio é alternativa para quem quer conquistar o imóvel próprio


Aluguéis em alta e juros elevados desafiam brasileiros que pretendem comprar um imóvel; especialista do Mycon explica como o consórcio pode contribuir para a realização do sonho da casa própria
 

Agosto de 2026 — Enquanto os juros elevados dificultam o acesso à casa própria, morar de aluguel também pesa no bolso dos brasileiros. Nesse cenário, o consórcio imobiliário pode fazer parte da estratégia de quem pretende comprar um imóvel no médio ou longo prazo.
 

Apesar da última decisão do Copom, do Banco Central, de reduzir a Selic de 14,25% para 14% ao ano, o custo para financiar e alugar continuam altos. De acordo com o Índice FipeZAP, os preços para novos contratos de locação residencial subiram 5,97% nos primeiros sete meses de 2026, quase o dobro da inflação oficial IPCA, que acumulou alta de 3,44% no mesmo período. Em 12 meses, a diferença é ainda mais expressiva: enquanto o IPCA avançou 4,44%, os aluguéis tiveram alta de 9,28%.
 

A procura pelo consórcio imobiliário também cresce. Somente nos primeiros sete meses de 2026, as vendas aumentaram 40,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC). O número de participantes ativos chegou a 3,32 milhões, alta de 35,5%, enquanto os créditos comercializados avançaram 33,1%.
 

“Para quem ainda paga aluguel, o consórcio permite planejar a compra do imóvel de forma gradual. O consumidor participa de um grupo, realiza pagamentos mensais e, quando contemplado por sorteio ou lance, tem acesso à carta de crédito. E, olhando para o bolso do consumidor, o valor pago no consórcio é consideravelmente menor que o de um financiamento, com parcelas que podem ser mais acessíveis para o brasileiro”, explica Bruno Borges, Chief Marketing Officer (CMO) do Mycon, fintech especializada em consórcios digitais.
 

Aluguel e consórcio podem caber no mesmo planejamento
 

Conciliar o pagamento da locação com a parcela do consórcio exige organização financeira e a escolha de uma carta de crédito e de um prazo compatíveis com a renda. Algumas administradoras oferecem planos com parcelas reduzidas. No Mycon, por exemplo, há opções de meia parcela ou parcelas reduzidas até a contemplação. É importante, porém, entender como funciona a redução e como os valores serão recompostos ao longo do contrato.
 

“Enquanto o consumidor ainda paga aluguel, a parcela reduzida ajuda na organização do orçamento até a contemplação. É importante avaliar não apenas o valor inicial, mas também como as parcelas serão compostas ao longo de todo o plano”, ressalta Borges.
 

Outro ponto de diferença está no momento de acesso ao imóvel. No financiamento, a aquisição ocorre conforme as condições aprovadas pela instituição financeira. Já no consórcio, o crédito é disponibilizado após a contemplação, por sorteio ou lance. A escolha entre as modalidades depende, portanto, do orçamento disponível e do prazo para realizar a compra.