sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

SINDESAM apresenta sugestões para o futuro do saneamento no Brasil

Presidente do SINDESAM expôs a importância das empresas participarem dos programas de implantação das obras do setor

Com o propósito de abordar os desafios e discutir soluções para a infraestrutura de saneamento básico no Brasil, Gilson Cassini, presidente do Sistema Nacional das Indústrias de Equipamentos para Saneamento Básico e Ambiental (SINDESAM), participou da reunião do Departamento de Infraestrutura (DEINFRA), da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), no dia 28 de setembro. 

Departamento de Infraestrutura (DEINFRA)

Segundo Cassini, as licitações para a execução de obras do segmento não são favoráveis na questão da qualidade ou na atualização da solução adotada: “As obras são mal concluídas, têm problemas técnicos, a tecnologia é obsoleta e na sua maioria com maior custo final. Esse cenário acaba impedindo o desenvolvimento do saneamento básico no país”. 

De acordo com o presidente do SINDESAM, é oportuno aproveitar a capacitação técnica e gerencial das empresas associadas à ABIMAQ para participar  efetivamente dos programas de implantação das obras nos seus respectivos processos licitatórios: “O diálogo com as entidades do segmento é uma saída para realizar a aplicação de reconhecidas tecnologias de última geração nas obras de saneamento básico no país”.  

A elaboração de edital com princípios de avaliação técnica e preço, atestados e índices financeiros compatíveis com objeto da licitação e com as características médias de cada setor da indústria e rever e atualizar a lei de licitações foram outros pleitos colocados na reunião para desenvolver o setor.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

União de esforços é defendida na reunião da CSGIN

Consideração foi feita durante encontro com a diretoria da Câmara Setorial de Equipamentos para Ginástica com representantes da ACAD Brasil e FIESP

Com o objetivo de unir esforços em prol do esporte e do segmento de fitness, a Câmara Setorial de Equipamentos para Ginástica (CSGIN) reuniu-se com Gustavo Borges e Ailton Mendes, respectivamente, presidente e diretor regional de São Paulo da Associação Brasileira de Academias (ACAD Brasil), e Catarina Palermo, do Comitê da Cadeia Produtiva do Desporto (CODE- FIESP), no dia 04 de outubro, na sede da ABIMAQ.

Segundo Borges, a aproximação com entidades como a ABIMAQ é essencial para defender o setor e levar o crescimento do mercado: “Quanto mais unidos e fortes nós tivermos, melhor será para o segmento. Por isso, estamos dispostos a apoiar a associação e participar das reuniões da câmara para trilharmos uma bandeira única dos caminhos que queremos seguir”. 

Ricardo Castiglioni, presidente da CSGIN, dispôs-se a contribuir: “Não tenho dúvida disso. Vamos nos aproximar bastante da ACAD Brasil. A união vai fortalecer o setor de ginástica”. 

Para José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ, o associativismo é importante não apenas pelas conquistas, mas também pela proteção ao setor: “Temos condições de fazer um trabalho com a ACAD Brasil. Vamos construir uma pauta conjunta”.

FIESP

Catarina Palermo propôs que seja realizada uma agenda em conjunto a fim de trabalhar com o detalhamento da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) dos  produtos esportivos. “O desenvolvimento de um plano entre as entidades vai dar volume e representatividade para empenhar nesse assunto com os órgãos competentes. Esse momento é bastante favorável para unir esforços e propósitos comuns”.  

“Estamos à disposição para auxiliar nos trabalhos relacionados ao tema”, afirmou Castiglioni.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

ABIMAQ sugere alterações no REPETRO para Receita Federal


Para entidade, repensar o regime aduaneiro é uma das medidas prioritárias para retomada da competitividade da indústria nacional de óleo e gás

“O REPETRO é, no Brasil, uma política industrial às avessas, que beneficia o importado em detrimento do nacional”. Essas foram as palavras de José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ, durante audiência com Jorge Rachid, secretário da Receita Federal, realizada no dia 25 de outubro, em Brasília. 

Para Velloso, o REPETRO é um apanhado de vários regimes e consiste na combinação de três tratamentos tributários distintos: Drawback, admissão temporária e exportação ficta: “O regime aduaneiro desonera completamente as máquinas e equipamentos estrangeiros, mas não trata isonomicamente o produto nacional”. 

O presidente executivo relatou que a Receita Federal reconheceu que o REPETRO tira a competitividade do produto nacional, no entanto, o órgão não quer abrir mão da desoneração do investimento em exploração e produção de petróleo: “O secretário da Fazenda informou que está procurando alternativa para resolver o problema, mas ainda não tem ideia de como o fará”.   

PLEITOS

Para a ABIMAQ, recusar o benefício do regime para produtos com produção nacional é uma alternativa para resolver a questão. “Se existe produção nacional, não se deve permitir o Repetro. Essa opção resolveria o problema da falta de isonomia, mas, no entanto, vai na contramão do que as companhias de petróleo defendem, pois oneraria seus  investimentos”, afirma Velloso. 

Na impossibilidade de condicionar à inexistência de produção nacional, a outra proposta da entidade seria estender o REPETRO para o terceiro elo da cadeia (indústria de transformação). Os dois primeiros elos da cadeia são as companhias de petróleo, EPCistas e estaleiros. “Ainda assim, isso solucionaria o imbróglio dos impostos federais, mas não do ICMS. Para isso, seria necessário haver um esforço da Receita Federal junto aos estados e o CONFAZ (Conselho Nacional de Política Fazendária) no sentido de zerar o ICMS para aquisições de bens para offshore, porém a aplicação dessa possibilidade requer a unanimidade dos estados”, ressalta o presidente executivo.

Velloso informou que a Receita Federal relatou na reunião a dificuldade de diferenciar quando um produto seria para óleo e gás ou não. 

PRESENTES 

Participaram do encontro os diretores da ABIMAQ, Alberto Machado, de Petróleo, Gás, Bioenergia e Petroquímica, e Walter Filippetti, de Relações Governamentais. 

O que é REPETRO?

O regime aduaneiro especial de exportação e importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra de jazidas de petróleo e gás foi criado em 1999 pelo Decreto nº 3.161, de 02/09/1999, com prazo de vigência de 20 anos (até 31/12/2020).

O objetivo da criação do REPETRO foi de atrair investimentos e fomentar o desenvolvimento do setor de petróleo e gás no Brasil e consiste na combinação de três tratamentos tributários distintos: 

- Admissão temporária com suspensão total de tributos; 
- Drawback (consiste na restituição, suspensão ou isenção de tributos incidentes sobre insumos importados para utilização em produto exportado); e 
- Exportação ficta (exportação de produtos nacionais sem que tenha ocorrido sua saída do território brasileiro).

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Na defesa da indústria nacional

Diante do cenário difícil em que o setor de máquinas e equipamentos enfrenta, a ABIMAQ continua envidado todos os esforços para reverter essa situação. Para isso, a entidade esteve reunida com o governo, federações e entidades de classe

“A indústria está passando pela pior crise dos últimos 80 anos”, afirma João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ. Para mudar esse quadro caótico, a entidade intensificou as ações no sentido de minimizar a crise que está destruindo a indústria de transformação. 

Para esse fim, a ABIMAQ se reuniu em outubro e no início de novembro com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Petrobras, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as secretarias de Política Econômica e de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, a Secretária de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia (MME), além de entidades de classe e federações.

Coalizão Óleo e Gás

Com o objetivo de alertar o governo quanto aos impactos que poderão ser causados na cadeia de fornecedores em decorrência de mudanças que estão sendo anunciadas na Política de Conteúdo Local (PCL) do setor de petróleo e gás, a ABIMAQ uniu esforços com federações de indústria e entidades setoriais e encaminhou uma carta para Marcos Pereira, ministro do MDIC . 

No documento, as entidades participantes colocaram que a retirada do índice de Conteúdo Local pode vir a significar o retrocesso nos avanços obtidos no segmento. Também expôs que as empresas brasileiras devem ter o direito de participar das licitações das companhias de petróleo nas mesmas condições das empresas estrangeiras.

Além disso, no ofício foi ressaltado que quaisquer medidas que impliquem em mudanças na PCL somente sejam feitas depois de se ouvir as entidades pertencentes à cadeia de fornecedores do setor de petróleo e gás. 

Em função da carta, os participantes da coalizão se reuniram em audiência com Marcos Pereira no dia 03 de novembro, em Brasília. Na ocasião, José Velloso relatou que na hipótese do Conteúdo Local não ser considerado política industrial, o Brasil vai perder mais de 1,5 milhão de empregos na cadeia produtiva, além de deixar de gerar imposto e renda para o país: “A ABIMAQ acredita que pode conseguir reverter essa situação”. 

Na audiência, Marcos Pereira expôs que o MDIC está convencido da importância do Conteúdo Local no setor de óleo e gás. 

A ABIMAQ prometeu ajudar a pasta na divulgação das vantagens do Conteúdo Local para o país. “Vamos usar como argumento que foram investidos na indústria fornecedora de máquinas e equipamentos e demais produtos do setor de óleo e gás aproximadamente 60 bilhões de Dólares nos últimos dez anos e que não podemos perde a PCL”, afirmou Cesar Prata, vice-presidente da ABIMAQ, também presente na reunião.

Associação Brasileira de Consultores de Engenharia (ABCE), Associação Brasileira de Engenharia Industrial (ABEMI), Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE), Associação Brasileira da Indústria de Tubos e Acessórios de Metal (ABITAM), Instituto Aço Brasil (IABR), Sindicato das Indústrias da Construção e Reparação Naval e Offshore (SINAVAL), Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), Câmara de Óleo e Gás da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), Federação da Indústria do Estado de Santa Catarina (FIESC) e Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) são as entidades participantes.



Rio Oil & Gas

Na cerimônia de abertura da 18ª edição da Rio Oil & Gas 2016, José Velloso, Cesar Prata e Alberto Machado, diretor de Petróleo, Gás, Bionergia e Petroquímica, tiveram a oportunidade de se reunir com Pedro Parente, presidente da Petrobras, para exporem  a necessidade de solucionar os problemas de inadimplência das empresas EPCistas e a importância do Conteúdo Local no setor de óleo e gás. 

“Colocamos para o Pedro Parente também que é preciso dar continuidade aos investimentos paralisados a fim de que os fabricantes de máquinas possam prosseguir na fabricação dos equipamentos que ficaram parados na manufatura em função de toda crise da estatal”, informa Velloso.

ONIP

Na reunião do Conselho Deliberativo da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), o presidente executivo da ABIMAQ salientou que, caso o governo mude a regra de Conteúdo Local para os futuros leilões do pré-sal e pós-sal, vai sinalizar uma péssima imagem para os investidores que acreditaram no Brasil: “Vai também mostrar ao mundo que o país quebra as regras conforme muda o governo e isso seria muito ruim para o Brasil”. 

Apesar da crise atual, o Brasil tem hoje uma carteira de pedidos que pode ser encomendada pela Petrobras e pelas demais companhias de petróleo na ordem de 250 bilhões de Dólares. “O país não pode se dar o luxo de jogar isso fora. Tem que aproveitar essa carteira porque nos demais setores da economia não existe demanda para investimento. Seria uma loucura abrir mão disso”, afirma Velloso.

Na ocasião, Moreira Franco elogiou o aguerrimento da ABIMAQ na defesa da indústria nacional e pediu que a associação continuasse na luta. Também mencionou que o Brasil não pode abrir mão do Conteúdo Local.  

Para Velloso, existe um movimento muito forte, capitaneado pela Petrobras, pelo fim do Conteúdo Local: “A estatal está preocupada a voltar a dar lucro, retomar a sua curva de produção de petróleo e colocar a empresa em grau de investimento, pouco se importando no que pode acontecer com seus fornecedores, com os empregos que já foram destruídos e aqueles empregos que poderão vir a ser fechados. Nesse sentido, a ABIMAQ está envidado todos os esforços para reverter essa situação”. 

O encontro contou com a presença de Solange Guedes, diretora executiva de Exploração e Produção da Petrobras, Márcio Félix, secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia (MME), Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Moreira Franco, secretário-executivo do Programa de Parceria em Investimentos da Presidência da República, Jorge Camargo, presidente do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), Eloi Fernandez, diretor da ONI, entidades de classe e federações. 

Secretaria de Acompanhamento Econômico

Em audiência com Mansueto de Almeida e Pedro de Miranda, respectivamente, secretário e subsecretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, a ABIMAQ abordou a importância do capital de giro, financiamento de longo prazo e de juros compatíveis para que as empresas consigam atravessar a crise até a retomada do crescimento.

Na oportunidade, a Secretaria de Acompanhamento Econômico reconheceu que o Brasil precisa de uma política econômica no sentido de que o setor sobreviva à crise até que o país consiga encontrar o caminho do desenvolvimento econômico.
A entidade aproveitou também o encontro para falar da importância do Conteúdo Local.

BNDES

Durante reunião de Maria Silvia Bastos Marques, presidente do BNDES, realizada na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ, relatou a necessidade de garantir que o FINAME prossiga e com melhores condições: “É essencial que haja a cobertura dos financiamentos e um prazo mais alongado a fim de ajudar as empresas do setor a saírem da crise. O apoio do BNDES é fundamental neste momento”. 

A diminuição do spread bancário também foi outro pleito da entidade. “A Maria Silvia concordou que o spread bancário nas operações de FINAME estão altos e que algo deve ser feito”, disse Velloso. 

A ABIMAQ também colocou que o BNDES deveria criar linhas de financiamento para reestruturação das empresas em dificuldade, colocar em prática o programa Refin (refinanciamento das dívidas), incentivar o uso das linhas de capital de giro e melhorar as condições do cartão de crédito do banco. 

Maria Silvia antecipou que está junto com o governo procurando formas de o BNDES fazer financiamento para empresas que não tenham a Certidão Negativa de Débito (CND).

Secretaria de Política Econômica

Para apresentar uma agenda emergencial e de competitividade e mostrar o desempenho da indústria de bens de capital mecânicos, a ABIMAQ se reuniu com Ivandré Montiel da Silva, secretário-adjunto de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda. 

Mario Bernardini, diretor de Competitividade da ABIMAQ,  destacou que o principal motivo do país não desenvolver é a baixa taxa de investimento, que este ano deve ficar em 16,9% do PIB: “Para o Brasil voltar a crescer  acima de 2% a 3%, é preciso investir na Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF)”. 

A perda de market share no consumo aparente brasileiro de máquinas e equipamentos foi outro ponto ressaltado. “Em 2.000, o Brasil tinha uma participação de 65% de equipamentos nacionais. Hoje, o índice é de 44%”. 

No encontro foi mostrado o impacto gerado pela indústria de bens de capital com relação aos demais setores da economia, conforme tabela ao lado.

Segundo Bernardini, os investimentos produtivos tiveram sua participação na economia reduzida gradativamente ao longo dos últimos anos: “No entanto, o coeficiente de penetração dos importados aumentou de 35%, em 2000, para 56%, no último ano (2015).

O diretor de Competitividade da ABIMAQ afirmou ao secretário-adjunto que o setor é considerado como estratégico ao desenvolvimento econômico, por ter papel chave na expansão do crescimento, já que é o principal responsável no aumento da produtividade de todos os setores econômicos, incorporando avanços tecnológicos nos bens de produção.

De acordo com Mario Bernardini, a indústria de transformação é o segundo segmento com maior poder de encadeamento para trás: “Para cada demanda adicional de uma unidade monetária de máquinas e equipamentos, são geradas na economia outras 3,3 unidades de produção e são empregadas 28 pessoas, considerando os efeitos diretos, indiretos e renda”.

“A ABIMAQ vai continuar todos os esforços no sentido de mostrar a real situação da indústria de transformação brasileira até que haja a retomada do crescimento e o setor volte a ser competitivo” 

José Velloso

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

ABIMAQ debate com BNDES sobre índice de nacionalização


As alterações visam dar maior realidade ao índice de nacionalização do cadastro do FINAME

Com o propósito de esclarecer quanto à possibilidade do desenvolvimento da nova metodologia de cálculo do índice de nacionalização, representantes do Departamento de Credenciamento de Fabricantes de Máquinas, Equipamentos e Sistemas do BNDES (DECRED) se reuniram com a diretoria da ABIMAQ, os presidentes das câmaras setoriais e coordenadores dos grupos de trabalho da entidade, no dia 20 de setembro, na sede da Associação. 

Na ocasião, o BNDES sugeriu a indicação de empresas para participar voluntariamente do projeto piloto, colaborando, assim, com o BNDES na definição dos qualificadores que serão criados e computados para o cálculo do índice de nacionalização.

Martha Madeira, do DECRED, ressaltou a importância de uma parceria contínua com as associadas para desenvolver a nova metodologia: “Estamos aqui para apresentar todos os conceitos e tudo que já foi feito no sentido de continuar evoluindo no processo”.   

Em caso de dúvidas, a equipe do Departamento de Financiamentos pode ser contatada pelo e-mail: defi@abimaq.org.br ou pelo telefone (11) 5582-6361.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

e-Social é tema de reunião do Comitê de Recursos Humanos


Para compreender os modelos de gestão e as práticas adotadas pelos setores de RH das empresas, o Comitê de Recursos Humanos da ABIMAQ se reuniu na associada Bulktech/TMSA, em agosto, em Porto Alegre, que apresentou seu processo de comunicação interna e o painel “e-Social - Uma nova era nas relações entre empregados, empregadores e governo”.

O comitê já se reuniu anteriormente nas empresas STHIL e Tramontina. O próximo encontro está previsto para acontecer na STEMAC S/A Grupos Geradores. Para mais informações, entrar em contato pelo e-mail srrs@abimaq.org.br  

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

ABIMAQ reitera ações da entidade com a diretoria da regional do Rio Grande do Sul


Com o intuito de alinhar as ações da ABIMAQ com a regional do Rio Grande do Sul e conhecer as demandas das empresas da região, João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da entidade, reuniu-se com a diretoria gaúcha da Associação. Na ocasião, Marchesan reiterou sobre a agenda emergencial e demais ações da entidade.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

ABIMAQ participa de painel Caminhos da Tecnologia


Com o objetivo de aproximar as indústrias de máquinas agrícolas das fabricantes de eletroeletrônicos e de automação, a ABIMAQ, em parceria com o Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no Rio Grande do Sul (SIMERS) e a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE), promoveu o painel Caminhos da Tecnologia, no dia 29 de agosto, na Expointer 2016. 

O evento é mais uma ação do projeto de Tecnologia Embarcada no Setor Agrícola (TESA), que é um acordo de cooperação entre as entidades a fim de tornar a indústria gaúcha mais competitiva.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Agenda emergencial é tema de reunião do GT-GUINDASTES


Para falar sobre agenda emergencial, João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, reuniu-se no dia 30 de agosto com José Alfredo Rocha, coordenador do Grupo de Trabalho de Guindastes (GT-GUINDASTES).

O encontro aconteceu durante a Expointer 2016. 

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Plano Safra é um dos assuntos de reunião ordinária da CSMIA


No dia 30 de agosto, a Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas (CSMIA) realizou reunião ordinária, durante a Expointer 2016.

Na ocasião, os representantes da Área de Operações Indiretas do BNDES fizeram um balanço com as empresas do setor do Plano Safra 2015/2016, as perspectivas para o Plano de Safra 2016/2017 e a situação do credenciamento de produtos no FINAME.

O encontro também contou com a presença de Guilherme Menezes Martinelli, diretor do Programa Mais Alimentos e do PAC 2 Equipamentos da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, que esclareceu dúvidas e discorreu sobre os avanços dos programas.

Durante a reunião, João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, apresentou agenda emergencial com temas que preocupam a indústria de bens de capital. 

A avaliação das  feiras agrícolas e as perspectivas para 2016/2017 do setor agroindustrial foram outros temas abordados no encontro. 

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

ABIMAQ se reúne com Fazenda e MDIC


Entidade afirma que o aumento do REINTEGRA vai ajudar a indústria brasileira a ganhar competitividade na exportação

“O Brasil é o único país que exporta impostos enquanto todos os outros países desoneram. Aumentar o REINTEGRA é importante para dar competitividade à indústria nacional". Esse ponto foi colocado por José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ, durante audiência com os ministros Henrique Meirelles, da Fazenda, e Marcos Pereira, da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), no dia 28 de setembro, em Brasília.

Velloso informou que, juntamente com outras entidades empresarias, a ABIMAQ pediu que a alíquota do REINTEGRA passe a ser de 5% em 2017. Atualmente em 0,1%, a alíquota do programa subirá para 2% em 2017 e poderá ser de 3% em 2018. "A indústria ainda acha pouco porque, em média, há um resíduo tributário de 7,2% nas exportações do setor. Acreditamos que a desoneração possa ser maior". 

O presidente executivo colocou que a entidade não está pedindo desoneração e nem favores ao governo. “O que precisamos é a devolução dos impostos pagos antecipadamente”. 

Segundo ele, os ministros ouviram a proposta e agora caberá à Receita Federal fazer estudos para avaliar a possibilidade de atender o pleito da indústria.

Alternativa

Para José Velloso, a exportação seria uma forma de driblar a falta de demanda da economia e do setor sair da crise brutal. “Temos 40% de ociosidade na indústria brasileira e poderíamos exportar imediatamente sem necessidade de investimentos em capacidade produtiva”.

Encontro anterior

No dia 22 de setembro, a ABIMAQ também se reuniu com Marcos Pereira, ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), para falar do mesmo tema. 

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

ABIMAQ participa de workshop


Entidade propôs alterações das regras de Conteúdo Local, no Repetro e no programa Pedefor, para incluir o setor de bens de capital

Com o objetivo de apresentar proposta para melhoria da competitividade da indústria de máquinas e equipamentos, a ABIMAQ participou de workshop sobre o Programa de Estímulo à Competitividade da Cadeia Produtiva, ao Desenvolvimento e ao Aprimoramento de Fornecedores do Setor de Petróleo e Gás Natural (Pedefor), organizado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), com participações dos ministérios de Minas e Energia, Casa Civil, Fazenda e ainda com BNDES e FINEP. 

No encontro realizado no dia 22 de setembro, em Brasília, José Velloso, presidente executivo, Alberto Machado, diretor de Petróleo, Gás, Bionergia e Petroquímica representaram a ABIMAQ.  Na ocasião, eles apresentaram sugestões no âmbito da política de Conteúdo Local, para concessão de waiver e alterações no REPETRO de modo a minimizar o viés importador que tem prejudicado as empresas do setor de bens de capital. 

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

ABIMAQ participa de apresentação do Plano Agro Mais


Pacote de 69 medidas anunciadas pelo governo busca tornar o agronegócio brasileiro mais competitivo

Com o principal objetivo de expor as principais necessidades da indústria de máquinas e equipamentos para o presidente Michel Temer e para o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Blairo Maggi,  João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, participou de cerimônia de lançamento do Plano Agro Mais, no dia 24 de agosto, em Brasília.

Também estiveram presentes na cerimônia, Neri Geller, secretário de Política Agrícola e coordenador- geral de Crédito Rural do MAPA, e Mauro Pereira, deputado federal e membro da Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMAQ). 

Saiba  mais

O Plano Agro Mais tem como objetivo desburocratizar as normas e processos do MAPA a fim de aumentar a participação do Brasil no comércio mundial agrícola. Confira as principais medidas no endereço: zip.net/byttV6