segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Câmara Setorial de Transmissão Mecânica tem nova diretoria

Meta é prosseguir com as ações realizadas pela gestão anterior.

“Sinto-me lisonjeado em aceitar essa oportunidade. O meu objetivo é continuar o trabalho dos projetos que estão em andamento, entre eles, o combate da falsificação de rolamento, incentivar os grupos de trabalho e promover a integração entre as câmaras”. As palavras foram ditas por Valdemir José Falsoni, presidente eleito da Câmara Setorial de Transmissão Mecânica (CSTM) para o biênio 2014-2016. 

Durante cerimônia de posse, realizada no dia 4 de dezembro, na sede da associação, César Prata, vice-presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, deu boas vindas a Falsoni. “Meus parabéns e boa sorte nas suas novas missões. Conte conosco sempre que precisar.” Além disso, ele ressaltou o trabalho feito por Carlos Nobre à frente da CSTM no período de 2009-2014. “Foi você que detectou que os portais de negócios das empresas estavam nos explorando. É um trabalho que a entidade está envolvida, inclusive juridicamente, por isso, peço o seu envolvimento até o fim da história.” 

Já Nobre fez um balanço do seu mandato na câmara. “Foram cinco anos que tive a oportunidade de aprender, principalmente, nas vezes que participei das reuniões da ABIMAQ e quando estive envolvido nos temas de interesse comum do setor. Então, só posso agradecer a todos. Também peço para darem o apoio necessário ao Falsoni para continuar o trabalho e dizer que a CSTM tem muito por fazer.”

Além de Falsoni, a CSTM é composta pelos vice-presidentes Carlos Nobre da Conceição, Marcelo Bortolin, Ricardo Siqueira, Ronaldo Tavares Santana, Rogério Matioli, Sérgio Luiz Jabur Salomão e Warley Antonio Grotta Júnior. 

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Deseja comprar imóvel em 2015? confira 10 sugestões para realizar esse sonho.

O ano está começando e você ainda não realizou o sonho da casa própria. Por que não renovar esse objetivo em 2015?  Para ajudar nessa etapa, a AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências preparou 10 dicas sobre como planejar financeiramente para fechar o negócio com sucesso. 

Oito a cada dez famílias brasileiras pretendem comprar a casa própria, o que equivale a 7,9 milhões de pessoas, conforme mostra levantamento do Instituto Data Popular.  Mas antes de fechar o negócio é fundamental organizar as contas. “No momento da aquisição de um bem é importante que o consumidor deixe a emoção de lado e faça um bom planejamento, pois o pagamento do imóvel vai comprometer a renda da família por muitos anos”, alerta Marco Aurélio luz, presidente da AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências.

Para auxiliar as pessoas que desejam ter uma moradia neste ano, a AMSPA listou 10 informações que vão ajudar nessa etapa. Confira a seguir: 

1) Economize parte do dinheiro ganho. Nesse momento, é importante colocar todas as despesas no papel e, junto com a família, definir quais despesas podem ser cortadas. O dinheiro poupado vai ser fundamental para dar uma boa entrada ao adquirir a casa própria. O ideal é quitar, pelo menos, 30% do valor total do bem na hora de fechar o contrato;

2) Guarde parte do 13º salário para conquistar a tão sonhada moradia. O dinheiro extra, junto com as economias, pode ser útil na diminuição do valor do financiamento.

3) Verifique qual o teto do valor das prestações que você pode pagar. Não comprometa mais do que 30% da renda familiar;

4) Simule no site da Caixa como ficaria o financiamento se fosse hoje para ter uma ideia de como ficará o seu orçamento. Quando for fechar o negócio, peça antes uma planilha do banco com a projeção de todas as parcelas do financiamento, incluindo as taxas extras e os seguros que compõem a prestação;

5) Tenha cerca de 50% do valor do imóvel depositado no FGTS, poupança ou em outras aplicações para se precaver contra desemprego, diminuição de renda, problemas de saúde na família, entre outras dificuldades imprevistas, que podem comprometer o pagamento das prestações;

6) Reserve dinheiro para pagar despesas, que inclui o IPTU - Imposto Predial e Territorial Urbano do imóvel, o ITBI - Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (que gira em torno de 2% sob o valor do imóvel, dependendo do município), o registro da escritura (que garantirá a propriedade como sendo do novo comprador que é cobrada em media de 1%) e as certidões emitidas pelo cartório, ambas são cobradas de acordo com o valor do bem.

7) Não se esqueça de guardar, se possível, uma quantia para arcar com custo do despachante, valores de seguros, taxas sobre a avaliação do imóvel,  pagamento da parcela das chaves,  mudança, reforma do imóvel e compra de móveis;

8) Escolha o financiamento de acordo com suas possibilidades para arcar as prestações. Nessa etapa é importante fazer cálculos e comparar as linhas de crédito imobiliário disponíveis no mercado. Hoje as modalidades para financiar a casa própria são pelo sistema de consórcio, SFH - Sistema Financeiro da Habitação, SFI - Sistema Financeiro Imobiliário ou direto com a construtora;

9) Fique atento às taxas de juros. Quando for comprar, opte pelos contratos com uma taxa de juros fixa mais a TR - Taxa Referencial, ou seja, pós-fixada e pelas correções feitas pela tabela SAC ou SACRE. Com parcelas decrescentes e juros menores, ganham diferencial competitivo diante da tabela Price e das taxas pré-fixadas;

10) Consulte um advogado para sanar dúvidas. A opinião do profissional será essencial para saber se você está em condições de fazer um bom negócio.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Confira os documentos necessários para a aquisição da casa própria em 2015

Para ajudar aqueles que estão adquirindo o tão sonhado imóvel neste ano, a AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências preparou uma lista com os documentos essenciais para fechar o negócio e conseguir a liberação do financiamento.  

Um imóvel é o bem mais caro que a maioria da população brasileira poderá comprar em toda sua vida. Para 39% dos brasileiros, a compra da casa própria está entre os principais sonhos de consumo nos próximos 12 meses, conforme revela pesquisa da Boa Vista Serviços, administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC). O levantamento realizado, entre fevereiro e março de 2014, mostra ainda que 70% das pessoas que vão adquirir um imóvel pretendem financiá-lo. 

Com o intuito de auxiliar os consumidores que estão conquistando a nova moradia ou que desejam financiar a propriedade, a AMSPA - Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências relacionou a documentação necessária para o fechamento do negócio seguro. Confira a seguir:

Para o comprador:

RG e CPF;
Comprovante de endereço atualizado;
Certidão de Nascimento ou de Casamento;
Recibo de entrega da declaração do Imposto de Renda;
Comprovante de renda, que inclui apresentar os três últimos holerites ou o extrato bancário; 
Caso opte por utilizar o FGTS - Fundo de Garantia por Tempo de Serviço na aquisição da propriedade, providencie o extrato do FGTS, autorização para o saque, carteira de trabalho e carta do empregador.

Para o imóvel: 

Solicitar ao Cartório a certidão de ônus reais do empreendimento. O documento informa dados do proprietário, se o bem está sendo penhorado, prova o registro da incorporação (compra de imóvel na planta), entre outros detalhes essenciais sobre o histórico da propriedade;
Comprovação de quitação de tributos, entre eles, o IPTU – Imposto Predial e Territorial Urbano do imóvel. O documento pode ser obtido pelo site da Prefeitura;
Declaração de inexistência de débitos condominiais. No caso da compra de um imóvel pronto, é preciso solicitar ao síndico um comprovante para ver se há dívidas da propriedade em relação ao condomínio. Na hipótese de ter, o novo proprietário assumirá a responsabilidade pela sua quitação;
Pagar o ITBI – Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis. O consumidor tem direito ao desconto de 50% se for a compra do primeiro imóvel residencial pelo SFH – Sistema Financeiro da Habitação; 
Arcar com a certidão de registro do imóvel. O adquirente pode ter o abatimento da metade do valor no caso da aquisição da primeira moradia. 

Para o vendedor:

Pedir certidões nos órgãos de controle ao crédito e judiciais para obter informações sobre ações cível, trabalhista e criminal e débitos fiscais (municipais, estatuais e federais) do vendedor. Muitos desses documentos podem ser retirados online, gratuitamente, nos seguintes sites: Justiça Federal, Secretaria da Fazenda, Receita Federal, Tribunal Superior do Trabalho e Tribunal de Justiça;
É válido também verificar junto ao Serasa e do SCPC – Serviço Central de Proteção ao Crédito se consta protesto no nome do vendedor;
Se o imóvel estiver na planta é essencial consultar se a construtora registrou o Memorial Descritivo da obra (manual que específica o material utilizado na obra) no Cartório de Imóveis. 
Ver se a empresa deu entrada na documentação para solicitar o Habite-se - Certificado de Conclusão da Obra (documento emitido pela prefeitura de cada município, que atesta a legalidade do imóvel novo ou que passou por reforma. Sem ele, não é possível realizar o financiamento). 

Marco Aurélio Luz, presidente da AMSPA, aconselha ao adquirente pedir auxílio de um advogado para certificar-se de todos os detalhes antes de realizar a compra do imóvel. “Percebendo as dúvidas do futuro mutuário ao assinar o contrato, a AMSPA, com intuito de fechar um negócio seguro ao dono do novo bem e evitar prejuízos futuros, dispõe de uma equipe especializada na área imobiliária, para ajudar na conferência e cuidar dos documentos específicos”, acrescenta.

SERVIÇO

Os mutuários que querem mais esclarecimentos sobre os documentos para a aquisição da casa própria podem recorrer à AMSPA. Os interessados podem entrar em contato pelos telefones 0800 77 79 230 (para mutuários fora de São Paulo), (11) 3292-9230 / 3242-4334 (sede Sé), (11) 2095-9090 (Tatuapé),  (11) 3019-1899 (Faria Lima), (19) 3236-0566 (Campinas) e (13) 3252-1665 (Santos). 

Endereços e mais informações no site: www.amspa.org.br.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Dificuldade financeira leva consumidor a cancelar compra do imóvel

Problemas financeiros, como desemprego e perda de renda, estão entre os principais motivos que têm levado os compradores de imóveis a pedirem a rescisão do contrato. Para a AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências, nessa situação é essencial que o adquirente notifique a construtora de sua decisão para não correr risco de perder o imóvel por inadimplência.

Vários contratempos financeiros podem surgir durante o pagamento do financiamento. Entre eles estão: desemprego, diminuição de renda, morte do principal provedor do lar, problemas de saúde na família e abusos dos bancos ou construtoras, entre eles, juros abusivos e aumento do saldo devedor sem motivo justificável. Todas essas situações podem provocar o não cumprimento das prestações e, consequentemente, a perda do imóvel.

O que tem acontecido é que muitos dos proprietários de imóveis estão optando pela desistência do negócio. Mas o que deveria ser um alívio tem trazido muitas dores de cabeça. Segundo dados da AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências, de janeiro a novembro de 2014, houve 826 reclamações devido ao valor incorreto na rescisão do contrato, sendo que 95% recorreram ao Poder Judiciário. No mesmo período do ano passado, as queixas foram 672 e 90% foram atrás de seus direitos na Justiça.

Esse foi o caso do administrador Marcelo Alves Barreto, que após dois anos e meio da aquisição do apartamento, decidiu rescindir o contrato de compra antes de ficar inadimplente. O principal motivo do cancelamento foi a perda do emprego. “Contribuíram para minha decisão os juros altos e o aumento excessivo do valor do meu imóvel, por conta da correção do saldo devedor (durante a obra as parcelas são corrigidas pelo INCC – Índice Nacional de Custo da Construção). Isso sem falar da dor de cabeça que tive para que a construtora devolvesse a quantia correta que desembolsei na aquisição da minha moradia”, diz Barreto.

Para Marco Aurélio Luz, presidente da AMSPA, quem decide pedir a rescisão do contrato tem o direito de receber o reembolso do valor de imediato, com a correção monetária devida, e em parcela única. Além disso, a construtora só poderá reter 10% da quantia, para cobrir despesas administrativas, e o cálculo deve ser feito sobre a quantia paga até o momento do cancelamento. “Ao desistir do negócio, é importante que o mutuário tenha o auxílio de um profissional especializado para checar se há alguma ilegalidade no contrato.”

Luz alerta que nessa situação é importante que o mutuário, antes de parar de pagar as prestações do imóvel, notifique à Justiça de sua decisão. Isso será essencial, pois ao tornar ciente o Poder Judiciário sobre a pretensão do distrato, o adquirente pode pleitear uma liminar que permite o congelamento da dívida até que ocorra a decisão final da Justiça. Além disso, evita que seu nome seja incluso nos órgãos de proteção ao crédito, enquanto não resolva os detalhes para finalizar o negócio. Na hipótese da construtora deixar de cumprir o determinado terá que arcar com multa.

SERVIÇO

Os mutuários nessa situação e que querem mais esclarecimentos podem recorrer à AMSPA. Os interessados podem entrar em contato pelos telefones 0800 77 79 230 (para mutuários fora de São Paulo), (11) 3292-9230 / 3242-4334 (sede Sé), (11) 2095-9090 (Tatuapé), (11) 3019-1899 (Faria Lima), (19) 3236-0566 (Campinas) e (13) 3252-1665 (Santos).

Endereços e mais informações no site: www.amspa.org.br.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Posse da nova diretoria da CSFM

Cerimônia de possa da Câmara Setorial de Ferramentaria e Modelações aconteceu em novembro, na sede da ABIMAQ

Trabalho em equipe com outras câmaras setoriais e necessidade de ampliação do acesso ao crédito foram bandeiras levantadas por Paulo Sergio Furlan Braga, durante a cerimônia de posse na CSFM – Câmara Setorial de Ferramentaria e Modelações, que contou com a presença de outras câmaras setoriais como a de Máquinas-Ferramenta, através do seu presidente, Henry Goffaux; do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, através do seu vice-presidente, Aroaldo Oliveira da Silva; e Eleni Mariano, representando o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo de São Bernardo do Campo, Jefferson José da Conceição.

“Nós precisamos criar nossa barreira interna, seja com a parte tributária ou por melhores condições para o Brasil ser mais competitivo. Da maneira que está, realmente, a indústria se torna cada vez menos competitiva. Precisamos nos unir contra o nosso maior problema que é a China. Temos que ver as políticas que são praticadas fora do país, junto com outras entidades, para que façamos um país melhor”, afirmou  Braga, que enfatizou o que considera necessário para a  melhora do setor. 

“Apesar do empenho que estamos fazendo junto com outros parceiros,  temos muito a lutar ainda. Na parte do financiamento para as empresas nacionais de ferramentaria, 90% delas não têm acesso a crédito barato. Além disso, é preciso investir para que o trabalhador tenha melhores condições de trabalho. Não dá para oferecer isso com um maquinário com uso de mais de 15 anos. Este é desafio que nós vamos colocar ao sindicato para que o empresário consiga trocar seu parque fabril.”

Na ocasião, Carlos Pastoriza, presidente da ABIMAQ, enalteceu o trabalho que o presidente da CSFM vem realizando pelo segmento. “Temos acompanhado de perto a sua luta, incansável, nas articulações com sindicatos, políticos e outras câmaras. É esse tipo de garra que precisamos mais do que nunca, apesar das diversidades por que passa a indústria brasileira.”

Já Henry Goffaux, presidente da Câmara Setorial de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura (CSMF), ressaltou a sinergia entre as duas câmaras. “Nós vimos trabalhando em muitas ações em conjunto. Tivemos nas negociações do Inovar Auto, Inovar Peças, que acabou não acontecendo, do APL Ferramentaria. Muitas vezes, fomos ao BNDES para brigar contra importação de máquinas pela indústria automotiva dentro do contexto do Inovar Auto. Dentro da ABIMAQ, nós podemos nos ajudar muito.”

Além de Braga, a CSFM é composta pelos vice-presidentes Alexandre Fix, Alexandre Gonçales Rodrigues, Paulo Haddad, Sansão Silva e Michael Lemouche.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Análise do cenário econômico é apresentada por representante do Bradesco

O economista Felipe Wajskop França expôs na reunião da CSMF o panorama atual e as perspectivas para 2015 da economia no Brasil

Com a proposta de falar sobre os desafios e oportunidades da macroeconomia brasileira, Felipe Wajskop França, economista do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco (DEPEC), participou da reunião da Câmara Setorial de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura (CSMF), em 5 de novembro, na sede da ABIMAQ. 

Segundo França, para o Brasil crescer de forma sustentada, é preciso fazer alguns ajustes. “Entre as mudanças necessárias de curto prazo, destacam-se a resposta da política monetária e a necessidade de redução dos gastos públicos.”

Para Felipe Wajskop França, o aumento da produtividade é o desafio dos próximos anos. “O descompasso será ajustado com ampliação da oferta, qualificação da mão de obra e avanço dos investimentos.”

Na oportunidade, foi debatido sobre taxa futura do FINAME PSI em 2015. De acordo com França, a linha de crédito do BNDES para aquisição de máquinas e equipamentos continuará no próximo ano com seus ajustes legais.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

CSMR participa do Congresso SAE Brasil 2014

Presidente da CSMR falou sobre o Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores para Máquinas Agrícolas e Rodoviárias (Proconve/MAR-I)

“O Proconve/MAR-I, além de tornar as máquinas mais adequadas às comunidades e ao meio ambiente, deve trazer inúmeros benefícios para o mercado brasileiro, entre eles, o de elevação do nível tecnológico dos produtos comercializados, já que, para atingir os índices recomendados pelo programa, as empresas precisarão investir cada vez mais na modernização de seus produtos”. Essas palavras foram ditas por Andrea Park, presidente da Câmara Setorial de Máquinas Rodoviárias (CSMR), durante o 23º Congresso da SAE BRASIL, no dia 1 outubro, em São Paulo. 

Na apresentação, Andrea disse que, apesar dos benefícios, chegar ao programa foi árduo. “Houve muita exigência dos fabricantes e do próprio IBAMA, principalmente, no que diz respeito ao estabelecimento de padrões para homologação dos mais de 300 modelos de máquinas comercializadas no país.”

As mudanças necessárias para que os produtos fossem adequados às metas estabelecidas foi outro desafio apontado pela presidente de Máquinas Rodoviárias para implementação do Proconve /MAR-I, que entra em vigor em 1 de janeiro de 2015. “Para o caso de emissões, por exemplo, precisávamos definir desde o diesel de referência para teste de emissões até o uso de novos motores com controle eletrônico de injeção, entre outras mudanças.”



terça-feira, 9 de dezembro de 2014

ABIMAQ participa de encontro com ministro do Esporte


Na ocasião, foram discutidas ações para o desenvolvimento da cadeia produtiva esportiva brasileira


No dia 18 de novembro, em Brasília, a presidente da Câmara Setorial de Equipamentos para Ginástica (CSGIN), Vanessa Ferrari, reuniu-se com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e representantes do setor esportivo para a primeira reunião da Câmara Setorial da Indústria, Comércio e Serviços do Esporte e Atividades Físicas. 

O órgão criado pelo Ministério do Esporte, em setembro, visa criar mecanismos para fomentar a indústria esportiva nacional. “Nós, da ABIMAQ, estamos aptos para contribuir no desenvolvimento do projeto como um todo. Na verdade, queremos definir nosso papel dentro do contexto para ver no que podemos ajudar para que daqui a 20 anos o Brasil seja uma potência olímpica”, afirma Vanessa. 

Para Rebelo, o bom desempenho do país no cenário esportivo não está refletindo na mesma proporção nas empresas do setor. “O Brasil tem alcançado cada vez mais protagonismo no esporte, não só pelos resultados, mas pela atração de eventos esportivos. É natural que a nossa aspiração seja projetar comparativamente a presença nos pódios e no mercado esportivo, mas isso exige uma estratégia. Não basta a competência e a capacidade em fazer, temos que nos colocar em busca dos objetivos. O Brasil tem que se colocar.”



segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Confira sete recomendações para mutuários sobre crédito imobiliário

Durante o financiamento surgem várias dúvidas ou até mesmo algumas armadilhas que podem colocar em risco o pagamento das prestações. Para isso, a AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências preparou um guia com sete dicas úteis para os consumidores não terem dores de cabeça ao financiar o imóvel.


O pagamento do financiamento imobiliário pode comprometer a renda da família por até 35 anos. No entanto, no meio do percurso há a possibilidade de aparecer algumas dificuldades. Nesse momento, todo cuidado nos detalhes será fundamental para evitar aborrecimentos futuros. Para isso, a AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências elaborou sete orientações para aqueles que já têm crédito habitacional. Confira a seguir:

1) O consumidor que decide quitar às prestações do imóvel antes do final de seu empréstimo pode pedir o abatimento dos juros. Tanto a regra do Banco Central (BC) como o artigo 52 do Código de Defesa do Consumidor (CDC) asseguram esse direito. Contudo, a redução só é válida para as parcelas que ainda vão vencer. As prestações vencidas, obviamente, não têm direito ao desconto, pelo contrário, estão sujeitas aos juros de mora, à correção monetária e à multa de 2%;

2) A Lei 8.629/93 garante o direito dos proprietários de imóvel de solicitar a revisão dos contratos do SFH – Sistema Financeiro da Habitação, quando há alteração da renda. Os mutuários que estiverem nessa situação podem renegociar a dívida de acordo com seu rendimento atual, conforme o percentual inicialmente acordado que, por lei, não pode ultrapassar 30%;

3) No caso de inadimplência, o ideal é o comprador procurar à Justiça. Até que o Poder Judiciário resolva a questão, o imóvel não poderá ser levado a leilão. Mesmo assim, se caso ocorrer, o juiz terá de suspendê-lo. Outra alternativa é pedir a rescisão do contrato. Nessa situação, o reembolso do valor pago deverá ser imediato e em parcela única. Além disso, a construtora só poderá reter 10% da quantia, para cobrir despesas administrativas, e o cálculo deve ser feito sobre a quantia paga até o momento do cancelamento;

4) Postergar a resolução do débito pode levar à perda do imóvel. No SFH – Sistema Financeiro da Habitação, após a falta de pagamento de três prestações, o dono do imóvel é notificado por escrito. Já no SFI – Sistema Financeiro Imobiliário, se atraso for superior a 30 dias, o mutuário é intimado a pagar via Cartório de Títulos e Documentos. Caso não o faça no prazo de 15 dias, o banco terá a posse do bem e o levará ao leilão extrajudicial, ao qual o comprador não tem direito a qualquer defesa;

5) O Fundo Garantidor permite a cobertura de parte do pagamento das prestações nos casos de desemprego, redução de renda, morte e invalidez permanente e nas despesas de recuperação relativas a danos físicos ao imóvel para quem escolheu financiar pelo Minha Casa Minha Vida. Para ter a cobertura do Fundo Garantidor é preciso ter renda entre três a dez salários para receber a cobertura de até 36 prestações. Durante o tempo do auxílio é necessário o pagamento mínimo de 5% das prestações, ter quitado ao menos seis prestações do contrato, comprovar situação a cada três prestações requeridas e estar adimplente nos meses anteriores;

6) Se o percentual dos juros, oferecido por outras instituições bancárias para realizar a portabilidade, for muito pequeno, vale a pena tentar um acordo com a financeira atual. Com a decisão, o mutuário evita o desgaste para levantar a documentação e depois correr o risco de ter a transferência negada. Na hipótese, da mudança do agente financeiro for benéfica, é indicado o consumidor pedir para o banco a planilha de cálculo do Custo Efetivo Total (CET), que vai mostrar todos os encargos e despesas do empréstimo;

7) É aconselhável que o comprador faça um fundo de reserva para poder amortizar o saldo devedor, pois o pagamento dos juros ao final do prazo será reduzido, bem como o valor das prestações e do tempo para quitação do financiamento.

Ficou com outras dúvidas sobre crédito habitacional? Para mais informações, os interessados podem obter um exemplar gratuito da “Cartilha do Mutuário – Volume Financiamento Habitacional” na sede da AMSPA, localizada na praça Dr. João Mendes, 52 – 5°andar, conjunto 501 – São Paulo – SP. O conteúdo do informativo também estará disponível gratuitamente a mutuários de todo o Brasil para download em PDF no site: www.amspa.org.br.

SERVIÇO:

Para mais informações, basta entrar em contato pelos telefones 0800 77 79 230 (para mutuários fora de São Paulo), (11) 3292-9230 / 3242-4334 (sede Sé), (11) 2095-9090 (Tatuapé), (11) 3019-1899 (Faria Lima), (19) 3236-0566 (Campinas) e(13) 3252-1665 (Santos).

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Cartilha orienta consumidores sobre financiamento habitacional

A modalidade para financiar a casa própria, o comprometimento da renda e a documentação são alguns dos trâmites que envolvem a aquisição do financiamento imobiliário. Para sanar as dúvidas daqueles que estão adquirindo ou já têm crédito habitacional, a AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências lança cartilha com 26 perguntas e respostas sobre o financiamento imobiliário.

Com objetivo de orientar àqueles que estão prestes a tomar crédito habitacional ou já possuem, quanto aos seus direitos, a AMSPA está lançando a 3ª edição da ‘Cartilha do Mutuário – Volume Financiamento’. No formato de ping-pong, ou seja, perguntas e respostas, o informativo contém 26 questões cruciais, que ajudam a esclarecer, de forma simples e prática, as principais dúvidas e os cuidados que os consumidores devem ter para evitar dores de cabeça ao financiar o imóvel.

Para Marco Aurélio Luz, presidente da entidade, na ânsia de realizar o sonho da casa própria, em muitos casos, o futuro proprietário não se atenta justamente nas perigosas letras miúdas inseridas no contrato ou, até mesmo, faz com que aceite as imposições do contratante no fechamento do negócio. “Mas, é aí que mora o perigo! Porque, durante o financiamento, o comprador pode enfrentar vários problemas, como desemprego, por exemplo. Esperamos que a Cartilha do Mutuário ajude esses consumidores e evitar que caiam em armadilhas.”

Um dos pontos que o informativo orienta é quanto à ilegalidade das taxas SATI e Corretagem. “Infelizmente, essas taxas são abusivas, mas sem o pagamento delas, dificilmente o futuro mutuário consegue fechar o negócio. No entanto, após desembolsar a quantia, o adquirente tem de fazer valer os seus direitos. Para isso, ele pode recorrer à Justiça para exigir a devolução de seu dinheiro, que deverá ser restituído em dobro, além de ser acrescido de correção monetária e juros”, informa Luz.

O livreto ainda traz dicas para quem está contratando financiamento. “Nessa etapa é muito comum surgir dúvidas sobre qual é melhor linha de crédito imobiliário. Para ajudar o adquirente, o informativo apresenta as vantagens e desvantagens do SFH – Sistema Financeiro da Habitação, SFI – Sistema Financeiro Imobiliário, programa ‘Minha Casa Minha Vida’, entre outros empréstimos para que os futuros donos de imóveis façam uma escolha de acordo com seu poder aquisitivo”, acrescenta o presidente da AMSPA.

Os cuidados para não ficar inadimplente, o que impede o financiamento, portabilidade, seguros, rescisão de contrato e quando é válido usar o FGTS e adquirir imóvel em leilão são outras dicas que a cartilha oferece para quem pretende obter crédito habitacional ou para aqueles que já o contrataram. “As informações oferecidas no guia serão fundamentais para que o comprador tome precauções para fugir dos abusos cometidos pelos bancos, mas é válido frisar que para fechar um negócio com mais segurança é essencial pedir auxílio de um advogado especializado na área imobiliária para certificar-se de todos os detalhes”, aconselha Marco Aurélio Luz.

FICHA TÉCNICA

CARTILHA DO MUTUÁRIO
3ª EDIÇÃO – FINANCIAMENTO
Autor: AMSPA
Número de páginas: 12
Ano de publicação: 2014
Preço médio: Gratuito

SERVIÇO:

Os interessados em obter um exemplar gratuito da “Cartilha do Mutuário – Volume Financiamento Habitacional” podem comparecer à sede da AMSPA, localizada na praça Dr. João Mendes, 52 – 5°andar, conjunto 501 – São Paulo – SP. O conteúdo do informativo também estará disponível gratuitamente a mutuários de todo o Brasil para download em PDF no site:www.amspa.org.br.

Para mais informações, basta entrar em contato pelos telefones 0800 77 79 230 (para mutuários fora de São Paulo), (11) 3292-9230 / 3242-4334 (sede Sé), (11) 2095-9090 (Tatuapé), (11) 3019-1899 (Faria Lima), (19) 3236-0566 (Campinas) e(13) 3252-1665 (Santos).

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Confira oito sugestões de como o 13° salário pode ajudar na aquisição do imóvel

Que tal reservar parte ou todo o 13° salário para realizar o sonho da casa própria? Para isso, a AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências preparou oito opções para o consumidor utilizar o dinheiro extra de forma segura.

Mais de 84 milhões de trabalhadores vão receber o 13° salário. Ao todo, o abono deve injetar R$ 158 bilhões na economia brasileira, conforme mostra levantamento do Dieese – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos. O montante equivale quase 3% do PIB – Produto Interno Bruto do País. Com dinheiro em mãos, os brasileiros começam a planejar o que fazer com a quantia extra.

Uma das opções para investir a bonificação é na compra da casa própria. Contudo, é essencial ter cautela para avaliar o investimento. Para auxiliar as pessoas que desejam ter uma moradia, a AMSPA- Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacência listou oito informações que vão ajudar nessa etapa. Confira a seguir:

1) Se a escolha for usar o 13° salário para dar entrada na compra do imóvel é preciso ter atenção. O dinheiro extra, junto com as economias, caso haja, pode ser útil na diminuição do valor do financiamento. Mas é preciso avaliar com calma porque, em muitos casos, o compromisso de pagar as parcelas chega até 35 anos. Além de ser aconselhável o consumidor dar um sinal no menor valor possível, e assim ganhar tempo para verificar as condições do imóvel e se irá conseguir crédito;

2) Para aqueles que desejam quitar o imóvel, adquirido na planta, na hora de fechar o negócio não é recomendado, pois é uma forma de se proteger quanto ao atraso da obra. O momento ideal para liquidar a dívida é após receber as chaves;

3) Quem pretende pagar as prestações que estão para vencer fará uma boa alternativa. Usar a gratificação de Natal na amortização antecipada reduzirá o saldo devedor e, consequentemente, provocará o recálculo da prestação e diminuirá as parcelas futuras. Já nas situações para quitar o financiamento é recomendado negociar com a financeira e pedir um desconto do valor ou abater os juros;

4) Outra opção é usar o dinheiro extra para pagar as parcelas atrasadas e evitar a perda da casa própria. No SFH – Sistema Financeiro da Habitação, após a falta de pagamento de três prestações, o dono do imóvel é notificado por escrito. Se não quitar o débito, perderá o bem, mas poderá recorrer à Justiça. Já no SFI – Sistema Financeiro Imobiliário, se o atraso for superior a 30 dias, o mutuário é intimado a pagar via Cartório de Registro de Imóveis. Caso não o faça no prazo de 15 dias, o banco imediatamente tomará a posse do bem e o levará ao leilão extrajudicial, situação na qual o comprador não tem direito à qualquer defesa;

5) A quantia pode ser útil para fazer um fundo de reserva, que servirá para pagar despesas extras na aquisição da casa própria, que inclui o IPTU – Imposto Predial e Territorial Urbano do imóvel, o ITBI – Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (que gira em torno de 2% sob o valor do bem, dependendo do município), o registro da escritura (que garantirá a propriedade como sendo do novo comprador que é cobrada em media de 1%) e as certidões emitidas pelo cartório, ambas são cobradas de acordo com o valor da moradia;

6) No caso do imóvel que for financiado, o 13º é bem-vindo para custear o serviço do despachante, valores de seguros e taxas sobre a avaliação do imóvel e de outras documentações necessárias nesse processo;

7) O abono pode ser uma boa solução para o pagamento da parcela das chaves, na reforma do imóvel e na compra de móveis;

8) Entretanto, antes de fazer o investimento, é fundamental reunir a família e colocar as contas na ponta do lápis. Somente assim é possível definir qual é a melhor solução, o que inclui avaliar o custo/benefício, além de verificar se as prestações não vão comprometer mais do que 30% da renda familiar. Outra precaução é pedir uma planilha do banco com a projeção de todas as parcelas do financiamento, incluindo as taxas extras e os seguros que compõem a prestação.

Seja qual for a opção para usar o 13º salário, lembre-se que um bom planejamento é fundamental para começar 2015 sem dívidas e, principalmente, manter as prestações do financiamento em dia.

SERVIÇO

Os mutuários nessa situação que querem mais esclarecimentos podem recorrer à AMSPA. Os interessados podem entrar em contato pelos telefones 0800 77 79 230 (para mutuários fora de São Paulo), (11) 3292-9230 / 3242-4334 (sede Sé), (11) 2095-9090(Tatuapé), (11) 3019-1899 (Faria Lima), (19) 3236-0566 (Campinas) e (13) 3252-1665(Santos).

Endereços e mais informações no site: www.amspa.org.br.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Em Bento Gonçalves, ‘Por que o Brasil não cresce’ é tema de palestra


Os cenários para investimentos no Brasil foi assunto abordado no Workshop de Melhoria Produtiva


A falta de investimentos em infraestrutura, o abandono do tripé (juros, câmbio e tributos), exigências de conteúdo local e a falta de acordos comerciais foram alguns dos pontos colocados por Carlos Pastoriza, presidente da ABIMAQ, sobre o não crescimento do setor industrial durante palestra no Workshop Empresarial da Melhoria Produtiva, em outubro, na cidade de Bento Gonçalves (RS). 

Na conferência, cujo tema foi “Cenários para Investimentos no Brasil”, Pastoriza expôs os principais desafios para a retomada do crescimento do país. 

No workshop teve ainda a presença de Judenor Marchioro, presidente da CSMIAFRI (Câmara Setorial de Máquinas para a Indústria  Alimentícia, Farmacêutica e Refrigeração Industrial), e de Germano Rigotto, diretor de ação política, além de outros diretores da ABIMAQ.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

ABIMAQ tem nova câmara setorial

A CSGF foi criada para representar os fabricantes de equipamentos para jardinagem e grama junto ao governo e órgãos reguladores brasileiros

“Quero lhes desejar parabéns. As câmaras setoriais são, de fato, o elo da entidade com o associado. Por isso, é um motivo de muita alegria estarmos aqui com uma nova câmara representando os interesses dessa importante parcela da indústria. É aqui que ocorre a interlocução, a discussão dos problemas e onde são colocados os pleitos”. Essas foram as palavras de Carlos Pastoriza, presidente da ABIMAQ, durante a posse dos representantes da nova Câmara Setorial de Equipamentos Motorizados para Manutenção de Grama e Jardim e Máquinas Portáteis para Manejo Florestal (CSGF).

Durante a cerimônia, ocorrida em agosto, na sede da ABIMAQ, a presidente eleita da CSGF, Maria Cristina Werle Reguly, da STIHL Ferramentas Motorizadas Ltda., expôs alguns pontos. “A prioridade, hoje, são normas e regulamentos. Este grupo nasceu constatando essa lacuna. Por isso, é de suma importância a criação da câmara para servir como porta voz desse setor junto ao governo e órgãos reguladores brasileiros, além de ser um espaço para prover e trocar informações e conhecimento”. 

Além de Maria Cristina, a 31ª câmara da entidade terá como vice-presidentes Dieter Paul Weege, da Metalúrgica Trapp Ltda., e Leoni de Souza Leite, da Máquinas Agrícolas Jacto S.A.