segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

‘Temos que lutar pela nossa sobrevivência’


Consideração foi feita por João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, na reunião do Sistema Nacional das Indústrias de Equipamentos para Saneamento Básico e Ambiental (SINDESAM), realizada no dia 08 de dezembro, na sede da ABIMAQ.

Marchesan ressaltou que as empresas associadas são sobreviventes: “Em meio a tantas lutas e dificuldades, os industriais conseguem manter suas atividades”.

BNDES

Hiroyuki Sato, diretor de Assuntos Tributários, Relações Trabalhistas e Financiamentos, expôs aos presentes o estudo do novo cálculo para o índice de nacionalização do BNDES.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Nova estrutura de suprimentos da Petrobras é apresentada na reunião da CSPEP


Para apresentar o processo de contratação de bens e serviços da Petrobras, Juliano Dantas, gerente geral de Suprimentos de Bens e Serviços da estatal, esteve presente na reunião da Câmara Setorial de Projetos e Equipamentos Pesados (CSPEP), no dia 22 de novembro, na sede da ABIMAQ.

Na ocasião, Dantas relatou os critérios para seleção de fornecedores da Petrobras: “É necessário ter foco em valor, alinhar a padrões e métricas internacionais, atender aos requisitos de conformidade, manter flexibilidade em cenários adversos e de volatilidade de demanda e contribuir para o desenvolvimento da cadeia com um todo”. 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Brazil Machinery Solutions é apresentado na reunião da CSFEI


Com o objetivo de abordar o programa Brazil Machinery Solutions (BMS), a Divisão de Mercado Externo (DEME) participou da reunião da Câmara Setorial de Fornos e Estufas Industriais (CSFEI), no dia 13 de dezembro, na sede da ABIMAQ. 

Na ocasião, foi informado que o BMS está em processo de renovação para o calendário 2016/2018 e os cortes orçamentários previstos não irão ocasionar término do programa, pois há orçamento especifico para exportações e temas relacionados. Também foi comunicado aos presentes que será feita uma pesquisa sobre as feiras internacionais junto aos associados.

O encontro foi antecedido por um almoço de confraternização entre associados da câmara e diretoria da ABIMAQ. 

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

‘A situação do setor não é boa’

Afirmação foi feita por Xavier de Brito, presidente do Conselho de Metalurgia e Mineração, durante reunião, que ocorreu no dia 29 de novembro, na sede da ABIMAQ

Brito colocou que as empresas pequenas e médias de metalurgia e mineração simplesmente fecharam as portas: “A situação da indústria nacional não é boa e isso reflete no setor de máquinas e equipamentos. Por conta desse cenário, as empresas não estão investindo”.

Brito acredita que o segmento de metalurgia e mineração não irá mais cair em 2017: “O país necessita de segurança política para a retomada dos investimentos”.

ZPEs

No encontro, Cesar Prata, vice-presidente da ABIMAQ, comentou que as ZPEs (Zonas de Processamento de Exportações) criam uma concorrência desleal para as empresas que já estão instaladas no Brasil: “As empresas exportadoras têm o direito de importar e exportar tudo que produzirem sem tributo nenhum. A ZPE do Ceará será instalada por uma siderúrgica coreana que já trouxe todos os equipamentos de fora e nada foi comprado no Brasil, além de explorar os nossos finitos recursos naturais sem contrapartidas sociais”. 

Segundo Prata, o mesmo poderá acontecer com a ZPE do Maranhão. No mesmo terreno onde seria construída a refinaria premium da Petrobras, cujo projeto foi cancelado,  o governo do Maranhão negocia com o governo federal e uma empresa chinesa interessada a instalação de uma planta siderúrgica, cujo projeto final prevê produzir 10 milhões de toneladas / ano, o que representaria cerca de 30% da capacidade já instalada no Brasil. A implantação seria feita em duas etapas:  A primeira para produzir quatro milhões de toneladas e a segunda etapa com produção total de 10 milhões de toneladas.

“Fica a dúvida de como o governo pretende atender ao problema do ainda ascendente nível de desemprego e a situação de caixa dos estados, com projetos que não recolhem impostos e não geram empregos na cadeia de fornecedores de bens”, comentou Prata. Ao todo, estão previstas 21 ZPE’s em todo o país. 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Esperança de um 2017 melhor


Foi a tônica da posse da diretoria da Câmara Setorial de Motores e Grupos Geradores (CSMGG) para o anuênio 2016/2017

“O ano de 2016 foi bastante difícil, principalmente para a indústria de transformação. Acredito que 2017 será melhor”. Essa consideração foi feita por Reinaldo Sarquez, presidente da Câmara Setorial de Motores e Grupos Geradores (CSMGG), durante cerimônia de posse, em 05 de dezembro, na sede da ABIMAQ.

Para Sarquez, em 2016, o segmento de motores a diesel e grupos geradores também enfrentou uma forte queda nas vendas e na receita: “Minimizamos a crise dando ênfase na exportação”. 

O presidente da CSMGG colocou que a câmara vem trabalhando incansavelmente em conjunto com os associados e a classe política para atender à demanda do setor e aproveitou para citar algumas das ações realizadas em 2016: 

- Lei 16131/15 - Que determina uma nova fase de emissões de gases poluentes para geradores;

- PL 562/14 - Projeto de Lei sobre combustíveis alternativos para geradores novos e existentes, com intuito de minimizar emissões de gases poluentes;

- Lei 13263 - Que adiciona biomassa ao diesel comercial, para otimizar emissões e geração de combustível;

- NR Tanques de Combustíveis - Norma Regulamentadora dos tanques de armazenamento de combustíveis para grupos geradores.

“Todas estas frentes de negociações foram amplamente e pacientemente efetuadas com a dedicação e empenho de todos e também com o decisivo e imprescindível apoio da presidência e da diretoria da ABIMAQ”, ressaltou Reinaldo Sarquez.

Além de Sarquez, a câmara é composta pelos vice-presidentes Maurício Adriano Niel, Wagner Setti, Jerson Dotti e Suellen Thomé Gaeta.

Presidência

José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ, citou as ações que a entidade vem realizando em prol do setor: “Estamos trabalhado em Brasília em uma pauta macroeconômica e também microeconomia. Além disso, tivermos a oportunidade de apresentar as principais necessidades e os pleitos do setor ao governo”. 

Velloso também demonstrou otimismo para a retomada do crescimento no próximo ano: “É um ano que termina, são esperanças que se renovam. 2017, com certeza, vai ser melhor”. 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Diretoria da CSTM é reeleita

Valdemir José Falsoni continuará à frente da Câmara Setorial de Transmissão Mecânica durante o biênio 2016-2018

“Quero agradecer a todos vocês pela confiança de deixar em nossas mãos a liderança da CSTM por mais dois anos”. Com essas palavras, Valdemir José Falsoni assumiu a presidência da Câmara Setorial de Transmissão Mecânica (CSTM), no dia 09 de dezembro, na sede da ABIMAQ.

No seu discurso de posse, Falsoni fez análise do segmento: “Infelizmente, os dois últimos anos foram ruins para o nosso setor, mas espero que o próximo biênio seja bem melhor”.

O presidente reeleito da CSTM ressaltou que na próxima gestão vai continuar trabalhando para garantir às empresas associadas condições de expandir seus mercados e aumentar a competitividade: “Vamos focar também na busca da presença de outros associados, pois a união vai fortalecer, ainda mais, o nosso setor”. 

Presidência

João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, afirmou que essa é a pior crise que o setor já viveu: “O pior já passou. Vamos olhar para frente com o objetivo de sempre fazer o máximo e nos esforçarmos para entregar um 2017 um pouco melhor do que foi 2016”. 

Marchesan desejou sucesso à diretoria reeleita: “Espero de todos vocês bastante empenho para levar para frente os interesses do setor”. 

José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ, também participou da cerimônia de posse da Câmara Setorial de Transmissão Mecânica.

Além de Falsoni, a CSTM é composta pelos vice-presidentes Carlos Nobre da Conceição, Marcelo Bortolin, Ricardo Siqueira, Ronaldo Tavares Santana, Rogério Matioli e Warley Antonio Grotta Júnior. 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Workshop apresenta oportunidades de negócios em Três Lagoas

São esperados investimentos superiores a R$ 30 bilhões nos próximos cinco anos na cidade sul-mato-grossense

Três Lagoas é considerada como o 27º município do país com as melhores condições para a realização de negócios, conforme estudo realizado pela consultoria Urban Systems. Para mostrar as oportunidades oferecidas na região aos associados, a ABIMAQ promoveu, no dia 08 de novembro, o 4º Workshop de Desenvolvimento Industrial de Três Lagoas (MS).

Márcia Moura, André Milton Denys Pereira e Cristovão Henrique, respectivamente, prefeita, secretário de Desenvolvimento Econômico e geógrafo de Três Lagoas, destacaram no evento os principais atributos e potencialidades geoeconômicas do município e na região, como logística, disponibilidade hídrica e energética, mão de obra qualificada e parque industrial consolidado. 

Pereira citou que na cidade existe uma política de incentivos fiscais para as empresas que se instalarem na região: “É concedida a redução de 67% a 92% do saldo apurado de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), isenção de até 5% do Imposto Sobre Serviços (ISS) e de 5 a 20 anos do IPTU, dependendo do grau de investimento, durante a implantação de qualquer empreendimento industrial, e é entregue uma área para os processos industriais”. 

Ele citou também que há R$ 400 milhões sobrando do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) para novos projetos na região. 

Para André Milton Denys Pereira, Três Lagoas oferece inúmeras oportunidades de negócios: “Até 2020, estão previstos investimentos de R$ 30 bilhões para vários empreendimentos na região, conforme listado na tabela ao lado, e espero que vocês possam contribuir nesse desenvolvimento”.  

O secretário disse que o município vai contribuir para o Brasil de três formas: “Segunda cidade em geração de energia do país; a duplicação das rodovias federais BR-262 e BR-267, que vão ligar, respectivamente, Três Lagoas a Campo Grande e de Bataguassu (leste de MS) para Porto Murtinho (sul); e que fará o Brasil sair de quarto para o segundo maior produtor de celulose”. 

Palestra

Henrique abordou as perspectivas do desenvolvimento econômico no interior do Brasil em tempos de crise e colocou ao término da apresentação a seguinte reflexão: “Em tempos de crise, a estratégia central está em dar o melhor nas condições que temos, enquanto não temos condições melhores de fazer o melhor ainda”.

À disposição

Márcia Moura, prefeita de Três Lagoas, agradeceu à ABIMAQ pela oportunidade de realizar o workshop e convidou as associadas a investirem na região: “Estamos abertos para recebê-los e tirar qualquer dúvida”. 

Cesar Prata, vice-presidente da ABIMAQ, mostrou-se surpreso com o desenvolvimento da cidade: “É impressionante o leque de oportunidades que Três Lagoas oferece para todos os setores, deixando-nos orgulhosos”.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Plano de trabalho do GT-MEPS é apresentado


Ações para fortalecer o setor de Máquinas e Equipamentos para Postos de Serviços e Soluções de Abastecimento foram apontadas no último encontro

“O setor é de supra importância para a economia brasileira, pois movimenta 133 bilhões de litros de combustíveis, sendo que 70% desse volume é escoado pelos 40 mil postos de serviços em todo território nacional”. Essa foi a consideração feita por José Fernandes, coordenador do Grupo de Trabalho de Máquinas e Equipamentos para Postos de Serviços e Soluções de Abastecimento (GT-MEPS), durante reunião do grupo, realizada no dia 20 de setembro, na sede da ABIMAQ. 

Na ocasião, Fernandes informou a contratação de Paulo Odilon para atuar como secretário executivo do GT-MEPS: “A missão do Odilon será de coordenar as atividades diárias, desenvolver a execução do plano estratégico do segmento, bem como representar as empresas do GT nas reuniões de normas e regulação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)”.

A implementação de dados estatísticos das empresas pertencentes ao GT-MEPS e a criação de uma feira para o setor também foram assuntos da reunião. 

Para Fernandes, apesar do GT ter avançado rapidamente nos trabalhos propostos, ainda há muito por fazer: “Estamos caminhando na direção certa, apresentando uma agenda propositiva alinhada com nossos objetivos técnicos e éticos”. 

Parcerias Globais

Para acompanhar de perto o mercado latino-americano e entender os desafios do setor de postos de serviços nos próximos anos, Henry Armour, CEO da National Association of Convenience Stores (NACS), reuniu-se, no dia 18 de agosto, com a diretoria do GT-MEPS. 

Para Fernandes, a visita ressalta a importância das parcerias globais do grupo. “Essa parceria será essencial para promover o benchmarking para nosso segmento”. 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Organização e Gestão Operativa é tema de workshop na ABIMAQ

Evento, promovido pela CSQI, teve como objetivo apresentar métodos de como as empresas podem transformar dificuldades em oportunidades de negócios

“Para uma organização ser bem sucedida, precisa conhecer a si própria e o seu propósito, assim como a dinâmica do seu ambiente. Este é o desafio da gestão operativa”. Essa afirmação foi feita por Arthur Steiner, engenheiro e consultor da Vasconcellos & Steiner Associados e da Human Activity Systems – estratégia & gestão, durante o workshop ‘Organização e Gestão Operativa – Assegurando o Sucesso num Contexto Incerto e Desafiador’.

No evento, organizado pela Câmara Setorial de Máquinas, Equipamentos e Instrumentos para Controle de Qualidade, Ensaio e Medição (CSQI), no dia 29 de setembro, na sede da ABIMAQ, o palestrante destacou que na dificuldade existe sempre uma oportunidade: “Não podemos resolver os problemas usando a mesma forma de pensar que usamos ao criá-los”.

Steiner colocou o que os executivos e gestores precisam fazer para assegurar a viabilidade da empresa em um cenário adverso: “É necessário fazer mais e melhor com menos; tornar a entrega de valor o diferencial do negócio; melhorar o desempenho e a produtividade; e reinventar a organização”. 
Para o consultor, o maior desafio na prática é assegurar a estabilidade do negócio e suas características únicas: “É essencial que a empresa incorpore a inovação contínua na sua cultura de uma hierarquia de comando e controle para uma organização capaz de perceber, aprender e adaptar-se a uma situação imprevisível”.

Para mais informações, entre em contato com a gerência da CSQI pelo e-mail: csqi@ABIMAQ.org.br. 

O que é gestão operativa 

- Cria e sustenta as condições para a operatividade: O campo grupal;

- É uma atividade do grupo/ organização por meio da delegação ou assunção de papéis para a realização da tarefa;

- Não é gestão de pessoas;

- Visa assegurar os seis vetores da operatividade: Coletivos (comunicação, cooperação e pertença) e individuais (aprendizado,  pertinência e tele)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Carlos Walter Martins Pedro é reeleito presidente da CSBM

O trabalho realizado pela ABIMAQ na defesa do setor de bens de capital foi destacado pela diretoria da CSBM

“Como industrial, sinto que sou representado pela ABIMAQ, pois a entidade está atuando fortemente nas questões que afligem a indústria nacional”. Com essas palavras, Carlos Walter Martins Pedro assumiu a presidência da Câmara Setorial de Bombas e Motobombas (CSBM) para o biênio 2016-2018, no dia 05 de outubro, na sede da ABIMAQ. 

No seu discurso de posse, Pedro reconheceu a importância da atuação da diretoria e dos colaboradores da ABIMAQ: “Nas vezes que tive a necessidade de articular com o corpo técnico e a presidência da entidade, eu sempre encontrei a resposta e a qualidade do serviço prestado”. 

O presidente reeleito também agradeceu a confiança da diretoria nos dois anos de mandato e as presenças de João Carlos Marchesan e José Velloso, respectivamente, presidente do Conselho de Administração e presidente executivo da ABIMAQ: “Infelizmente, o quadro que eles colocaram do setor não foi bom, mas relataram os objetivos e as lutas em prol da indústria nacional e de todas as tratativas que vêm fazendo com o governo”. 

Fortalecer 

Marchesan colocou a importância de fazer a lição de casa nesta época de crise econômica: “Entendo que estamos vivendo um momento difícil, mas vamos cuidar daquilo que nós sabemos fazer bem e nos reinventarmos diariamente. Nós da diretoria e gestores da entidade estamos empenhados e comprometidos com todos os interesses dos associados”. 

O presidente do Conselho de Administração destacou que, apesar da situação financeira difícil do empresário, a ABIMAQ não teve perda de associados: “Isso mostra a confiança de todos na entidade”. 

Além de Carlos Walter Martins Pedro, a CSBM contará com os vice-presidentes Nelson Reginato do Canto Júnior, Biagio Pugliese, Fernando Buendgens Schneider, Francisco Novaes, Ivan de Castro Alves Filho, Wilson Yoshio Mizumoto e Felipe Masson Bastos. 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Investimentos em saneamento é tema de reunião do GT de Mercado do SINDESAM

O projeto destina-se a empresas que geram e consomem resíduos sólidos e será uma importante ferramenta para estimular a reciclagem e o mercado de resíduos

Para apresentar o panorama dos investimentos públicos em saneamento no Brasil, Carlos Roma, diretor da AEGEA, participou da reunião do Grupo de Trabalho de Mercado do SINDESAM (Sistema Nacional das Indústrias de Equipamentos para Saneamento Básico e Ambiental), no dia 04 de outubro, na sede da ABIMAQ.

Para Estela Testa, vice-presidente do SINDESAM e coordenadora do GT de Mercado, a intenção de trazer a apresentação da AEGEA para os associados é de definir a melhor estratégia de mercado e de não perder nenhuma possibilidade de negócio, principalmente neste momento de retomada do crescimento do segmento. “A ideia é continuar essa iniciativa para permitir que as empresas associadas estejam antenadas com as novidades do mercado”.  

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

SINDESAM apresenta sugestões para o futuro do saneamento no Brasil

Presidente do SINDESAM expôs a importância das empresas participarem dos programas de implantação das obras do setor

Com o propósito de abordar os desafios e discutir soluções para a infraestrutura de saneamento básico no Brasil, Gilson Cassini, presidente do Sistema Nacional das Indústrias de Equipamentos para Saneamento Básico e Ambiental (SINDESAM), participou da reunião do Departamento de Infraestrutura (DEINFRA), da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), no dia 28 de setembro. 

Departamento de Infraestrutura (DEINFRA)

Segundo Cassini, as licitações para a execução de obras do segmento não são favoráveis na questão da qualidade ou na atualização da solução adotada: “As obras são mal concluídas, têm problemas técnicos, a tecnologia é obsoleta e na sua maioria com maior custo final. Esse cenário acaba impedindo o desenvolvimento do saneamento básico no país”. 

De acordo com o presidente do SINDESAM, é oportuno aproveitar a capacitação técnica e gerencial das empresas associadas à ABIMAQ para participar  efetivamente dos programas de implantação das obras nos seus respectivos processos licitatórios: “O diálogo com as entidades do segmento é uma saída para realizar a aplicação de reconhecidas tecnologias de última geração nas obras de saneamento básico no país”.  

A elaboração de edital com princípios de avaliação técnica e preço, atestados e índices financeiros compatíveis com objeto da licitação e com as características médias de cada setor da indústria e rever e atualizar a lei de licitações foram outros pleitos colocados na reunião para desenvolver o setor.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

União de esforços é defendida na reunião da CSGIN

Consideração foi feita durante encontro com a diretoria da Câmara Setorial de Equipamentos para Ginástica com representantes da ACAD Brasil e FIESP

Com o objetivo de unir esforços em prol do esporte e do segmento de fitness, a Câmara Setorial de Equipamentos para Ginástica (CSGIN) reuniu-se com Gustavo Borges e Ailton Mendes, respectivamente, presidente e diretor regional de São Paulo da Associação Brasileira de Academias (ACAD Brasil), e Catarina Palermo, do Comitê da Cadeia Produtiva do Desporto (CODE- FIESP), no dia 04 de outubro, na sede da ABIMAQ.

Segundo Borges, a aproximação com entidades como a ABIMAQ é essencial para defender o setor e levar o crescimento do mercado: “Quanto mais unidos e fortes nós tivermos, melhor será para o segmento. Por isso, estamos dispostos a apoiar a associação e participar das reuniões da câmara para trilharmos uma bandeira única dos caminhos que queremos seguir”. 

Ricardo Castiglioni, presidente da CSGIN, dispôs-se a contribuir: “Não tenho dúvida disso. Vamos nos aproximar bastante da ACAD Brasil. A união vai fortalecer o setor de ginástica”. 

Para José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ, o associativismo é importante não apenas pelas conquistas, mas também pela proteção ao setor: “Temos condições de fazer um trabalho com a ACAD Brasil. Vamos construir uma pauta conjunta”.

FIESP

Catarina Palermo propôs que seja realizada uma agenda em conjunto a fim de trabalhar com o detalhamento da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) dos  produtos esportivos. “O desenvolvimento de um plano entre as entidades vai dar volume e representatividade para empenhar nesse assunto com os órgãos competentes. Esse momento é bastante favorável para unir esforços e propósitos comuns”.  

“Estamos à disposição para auxiliar nos trabalhos relacionados ao tema”, afirmou Castiglioni.