quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Executivo da Generali Brasil assina capítulo em livro sobre o futuro do mercado de seguros

Publicação da consultoria global MJV Technology & Innovation reúne líderes do mercado segurador para discutir as principais tendências do setor
 

Agosto de 2026 – Com A obra A Evolução do Mercado Segurador, lançada pela consultoria MJV Technology & Innovation, reúne líderes do mercado para discutir as principais tendências que estão transformando o setor. Entre os autores está Alexandre Muniz, vice-presidente de Tecnologia e Operações (COO/CIO) da Generali Brasil, que assina o capítulo "A Era do Seguro Invisível", no qual analisa como APIs e integrações em tempo real estão redefinindo a experiência de contratação de seguros no modelo B2B2C.
 

O executivo mostra como a transformação digital vem alterando a relação entre seguradoras, parceiros comerciais e consumidores. Um dos exemplos desse movimento é o avanço desse tipo de comercialização, em que o seguro é ofertado por empresas parceiras, como varejistas e bancos. Essa evolução permite incorporar o seguro de forma mais natural à jornada de compra, com processos mais simples para o consumidor e maior eficiência operacional para as companhias envolvidas.
 

Muniz destaca que, na venda tradicional, a contratação do seguro depende de etapas sequenciais e trocas de informações que podem gerar atrasos entre a primeira etapa até a emissão da apólice. Para ele, esse cenário reforça a necessidade de processos mais unificados, capazes de oferecer mais agilidade e segurança para consumidores e parceiros. “A integração em tempo real entre seguradoras e parceiros permite automatizar análise de risco, precificação e emissão de apólices, reduzindo atritos e tornando a contratação mais simples e eficiente”, ressalta.
 

Para ele, a tecnologia surge para dar escala, mas não para substituir o atendimento humano. “O objetivo é eliminar atritos, unificar processos e permitir que as equipes concentrem esforços em atividades que geram mais valor para todos os envolvidos”, afirma. 
 

A fluidez que promove mais vendas
 

Esse movimento dá origem ao chamado ‘seguro invisível’, em que a proteção é incorporada de forma fluida à aquisição de um produto ou serviço, sem burocracia e sem interromper a jornada do cliente. “A evolução do mercado segurador dependerá cada vez mais da capacidade das empresas de combinar tecnologia, integração e experiência do consumidor. As seguradoras deixam de atuar apenas como gestoras de risco para assumir um papel estratégico como parceiras de negócios e inovação”.
 

Muniz destaca que o mercado está diante de uma revolução silenciosa que redefine o papel das companhias de seguros. “O futuro do segmento passa por tornar a proteção cada vez mais integrada às necessidades do cliente, permitindo que o seguro esteja presente quando ele mais precisa. A tecnologia torna-se um fator estratégico para impulsionar a inovação, ampliar oportunidades de negócios e moldar o futuro do nosso setor”, conclui o executivo.
 

Serviço

Livro: A Evolução do Mercado Segurador
Produção: MJV Technology & Innovation
Pré-inscrição para download gratuito: Link
 

Divulgação: MJV Technology & Innovation

4 estratégias para gerar renda e construir patrimônio com consórcio

Modalidade vai além da compra planejada e ganha espaço como alternativa para geração de renda e ampliação patrimonial

Especialista do Mycon, primeira fintech de consórcio no Brasil, reúne dicas para aproveitar o potencial dessa estratégia
 

Agosto de 2026 — OProjeções da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) indicam que 2026 deve registrar novos recordes de adesões, negócios e participantes no sistema de consórcios. A expectativa é de crescimento de 11% no setor em 2026, acima da meta de 8% estimada para 2025, ano em que a expansão efetiva chegou a 15%. Entre os segmentos, a projeção é de alta de 25% nos consórcios de imóveis, 8,5% em serviços e 7% em motocicletas, enquanto veículos leves devem repetir o crescimento de 6%.
 

Mais do que uma modalidade voltada à aquisição de bens e serviços, o consórcio também pode ser utilizado como estratégia para geração de renda passiva, construção de patrimônio e planejamento financeiro de longo prazo. Nesse cenário, Bruno Borges, Chief Marketing Officer (CMO) do Mycon, reuniu cinco formas de usar o consórcio:

  1. Consórcio de imóveis: investir em consórcio de imóveis pode ser uma alternativa para construir patrimônio e gerar renda extra ao longo do tempo, seja por meio de aluguel tradicional, locação por temporada ou da valorização para futura revenda. A modalidade também pode ser utilizada como estratégia de aquisição planejada para quem deseja ampliar seus ativos de forma organizada. Avaliar estratégias de lance pode acelerar a contemplação e antecipar a compra, permitindo iniciar a geração de renda mais cedo e usar esse fluxo financeiro para complementar o pagamento das parcelas; 
     
  2. Trocar dívida cara por uma alternativa mais econômica: em um cenário de juros elevados, o consórcio pode ser uma opção para consumidores que desejam substituir financiamentos mais caros por uma modalidade de aquisição planejada. Como a troca depende da contemplação, avaliar estratégias como lances fixos e livres, além do histórico do grupo, pode ajudar a acelerar o acesso ao crédito;
     
  3. Consórcio de veículos: investir em consórcio de veículos pode ser uma alternativa para revenda do automóvel, locação ou geração de renda com aplicativos de transporte. Como na modalidade não há incidência de juros, o custo total de aquisição tende a ser menor em comparação ao financiamento, o que pode aumentar o potencial de retorno financeiro;
     
  4. Venda de cotas contempladas: a comercialização de cartas de crédito contempladas, prevista na Lei dos Consórcios (Nº 11.795/2008), também pode representar uma oportunidade de ganho financeiro. Antes da negociação, é importante avaliar os preços praticados no mercado e verificar as regras estabelecidas pela administradora. O Mycon conta com a plataforma Mycotas, voltada à compra e venda de cartas de crédito, oferecendo mais segurança e praticidade às transações, com validação de uma administradora autorizada pelo Banco Central. Saiba mais sobre o Mycotas.

 

Uma simulação realizada pelo Mycon mostra que o consórcio pode ser até *R$ 239 mil mais barato do que o financiamento tradicional na compra de um imóvel de R$ 300 mil. Segundo os dados, enquanto o consórcio, com taxa total de 15,99% ao longo de todo o período de 216 meses, resulta em um custo total de R$ 347.970,00, o financiamento, com taxa anual de 12,72%, representa um desembolso de R$ 587.645,74. Ao final do contrato, a diferença chega a R$ 239.675,74, o que representa uma redução de 41% em comparação ao valor total pago no financiamento.
 

“Embora seja tradicionalmente associado à compra planejada, o consórcio também pode ser uma alternativa para quem deseja adquirir bens e construir patrimônio no longo prazo. Sem cobrança de juros sobre as parcelas e sem a exigência de entrada, a modalidade tem atraído consumidores que buscam ampliar seus ativos de forma organizada e sustentável”, conclui Borges.

* Consórcio: taxa total do plano (15,99%), sem reajuste anual. Financiamento: entrada de 20% e taxa de 12,72% a.a. (1,002% a.m.), correspondente à média das cinco maiores instituições (Caixa, Itaú, Bradesco, Santander, BB) na modalidade "Financiamento imobiliário com taxas de mercado: pós-fixado referenciado em TR", pessoa física, mai/2026. Fonte: BACEN. 
 

Foto: Divulgação Mycon

Sobre o Mycon
Criado em 2019, o Mycon é a primeira fintech do Brasil a digitalizar o mercado de consórcios no país com taxas competitivas de forma simples e ágil no site ou app. O Mycon é uma Administradora de Consórcios regulada pelo Banco Central do Brasil e faz parte do Grupo Coimex que possui mais de 70 anos de existência com atuação em diversos segmentos no Brasil. Saiba mais: Link

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Grupo Generali inicia programa de recompra de ações de até €500 milhões


Medida integra a estratégia de gestão de capital da seguradora 
 

Agosto de 2026 – O Grupo Generali implementará um programa de recompra de ações, conforme aprovado pela Assembleia Geral de Acionistas realizada em 23 de abril de 2026. A iniciativa prevê a aquisição de ações próprias, em uma ou mais etapas, com desembolso total de até € 500 milhões, dentro do prazo máximo de 18 meses. A recompra estará limitada a, no máximo, 2% do capital social da seguradora.
 

A operação integra a política de gestão de capital do Plano Estratégico 2025-2027 “Lifetime Partner 27: Driving Excellence”, com o objetivo de proporcionar aos acionistas uma remuneração adicional à distribuição de dividendos, utilizando parte dos recursos líquidos da empresa.
 

Para essa finalidade, a Generali firmou um acordo com o Banco Santander. O intermediário conduzirá a aquisição das ações de forma independente, em conformidade com os critérios estabelecidos no acordo, as regulamentações aplicáveis e a deliberação dos acionistas.
 

A previsão é de que o programa se inicie em 10 de agosto de 2026 e tenha conclusão até o final de dezembro de 2026.
 

O preço mínimo de aquisição não poderá ser inferior ao valor nominal implícito da ação naquele momento. Já o limite máximo será de até 5% acima da cotação de referência registrada no pregão da bolsa no dia anterior à conclusão.
 

As operações de compra serão conduzidas exclusivamente no mercado Euronext Milan, a bolsa de valores italiana, em conformidade com o Regulamento de Emissores da Consob e as regulamentações aplicáveis.
 

As transações seguirão as leis e regulamentações aplicáveis, bem como os procedimentos operacionais do mercado, assegurando tratamento igualitário aos acionistas e transparência na divulgação das informações.
 

Até a presente data, a Generali e suas subsidiárias detêm 22.750.066 ações em tesouraria, equivalentes a 1,48% do capital social.
 

A Generali divulgará ao mercado, conforme as normas vigentes, os detalhes das operações realizadas durante o programa de recompra de ações. 
 

Divulgação Generali

 

Sobre a Generali 

A Generali é um dos maiores grupos de seguros e gestão de ativos do mundo. Fundada em 1831, está presente em mais de 50 países, com um total de prêmios de 95,2 bilhões de euros. Com cerca de 87.000 funcionários e 71 milhões de clientes, o Grupo tem uma posição de liderança na Europa e uma presença crescente na Ásia e na América Latina. No centro da estratégia da Generali está o seu compromisso em ser parceiro para toda a vida de seus clientes. Além disso, o Grupo integrou a sustentabilidade em todas as suas escolhas estratégicas, com o objetivo de criar valor para todas as partes interessadas e construir uma sociedade mais justa e resiliente.
 

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Grupo Generali amplia resultado operacional em 11,2% e alcança € 4,5 bilhões


Seguradora encerra o primeiro semestre de 2026 com lucro líquido ajustado de € 2,5 bilhões, alta de 13,7%, refletindo o forte desempenho de todos os segmentos de negócios
 

Agosto de 2026 – O Grupo Generali divulgou, nesta quinta-feira (6), o balanço consolidado do primeiro semestre de 2026, com crescimento em seus principais indicadores financeiros. O resultado operacional alcançou € 4,5 bilhões, alta de 11,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto o resultado líquido ajustado somou € 2,5 bilhões, avanço de 13,7%, impulsionado pelo desempenho positivo de todas as áreas. O lucro por ação (LPA) ajustado subiu para € 1,68 (+14,3%).
 

Os Prêmios Brutos Emitidos cresceram para € 53,4 bilhões (+5,8%), especialmente por conta do segmento de Vida (+5,5%) e pelo de P&C (Property & Casualty, equivalente aos Ramos Elementares, +6,3%).

A captação líquida em Vida atingiu € 8,3 bilhões, sustentada pelo desempenho de todas as linhas de negócios, segundo a companhia. O Valor de Novos Negócios cresceu significativamente, alcançando € 1,9 bilhão (+21,1%).
 

O Índice Combinado ficou em 91,5% (+0,5 p.p.), enquanto o não descontado alcançou 93,8% (+0,7 p.p.), ambos refletindo o impacto de catástrofes naturais (Nat Cat), que contribuíram com 1,9 ponto percentual.

Já o segmento de Gestão de Ativos e Patrimônio (Asset & Wealth Management) registrou alta de 31,3% no resultado operacional.
 

Os ativos totais sob gestão (AUM – Assets Under Management) do Grupo alcançaram € 944 bilhões, um crescimento de 4,9% em relação ao encerramento de 2025.
 

O Grupo também manteve uma sólida posição de capital, com Índice de Solvência de 216% (ante 219% no encerramento do exercício de 2025), graças à forte geração de capital e considerando o programa de recompra de ações no valor de € 500 milhões.
 

Para Philippe Donnet, CEO do Grupo Generali, os números demonstram o avanço do plano "Lifetime Partner 27: Driving Excellence", impulsionado pelo desempenho de diversas áreas da companhia. "No setor de seguros, os segmentos de Vida e P&C mantiveram uma trajetória consistente de crescimento do resultado operacional e da rentabilidade técnica, apesar do maior impacto das catástrofes naturais".
 

"Nossa plataforma de Gestão de Ativos continuou expandindo sua carteira de clientes terceiros, enquanto a Banca Generali mais uma vez confirmou a solidez de seu modelo de negócios. Esse desempenho reflete a dedicação de nossos colaboradores e da rede de distribuição. Seguiremos fortalecendo o relacionamento com os clientes, nossas capacidades em inteligência artificial e dados e o foco em sustentabilidade, mantendo a disciplina e a visão de longo prazo para cumprir as metas do plano e continuar gerando valor para todos os stakeholders", conclui o executivo.

Os resultados completos podem ser acessados aqui
 

Divulgação Generali

 

Sobre a Generali 

A Generali é um dos maiores grupos de seguros e gestão de ativos do mundo. Fundada em 1831, está presente em mais de 50 países, com um total de prêmios de 95,2 bilhões de euros. Com cerca de 87.000 funcionários e 71 milhões de clientes, o Grupo tem uma posição de liderança na Europa e uma presença crescente na Ásia e na América Latina. No centro da estratégia da Generali está o seu compromisso em ser parceiro para toda a vida de seus clientes. Além disso, o Grupo integrou a sustentabilidade em todas as suas escolhas estratégicas, com o objetivo de criar valor para todas as partes interessadas e construir uma sociedade mais justa e resiliente.