O consórcio desperta interesse entre brasileiros que vivem no exterior e planejam investir ou mantêm planos de retornar ao Brasil. A modalidade pode ser uma alternativa para planejar a compra de bens e diversificar o patrimônio no País, inclusive para quem recebe em moedas estrangeiras. Nesse caso, fatores como câmbio, prazo para aquisição e objetivo financeiro devem ser considerados antes da adesão.
Atualmente, estima-se que 4,59 milhões de brasileiros vivam no exterior, segundo dados do Ministério das Relações Exteriores (MRE).
A dimensão alcançada pelo Sistema de Consórcios ajuda a contextualizar o tema. Segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), em julho, o sistema alcançou 13,41 milhões de participantes ativos, novo recorde histórico. O segmento de imóveis, por sua vez, chegou a 3,32 milhões de participantes ativos e passou a ocupar a segunda posição entre os segmentos com maior número de participantes, ultrapassando motocicletas, que registrou 3,25 milhões.
O Mycon, fintech especializada em consórcios digitais, pode comentar sobre o interesse de brasileiros que vivem no exterior pela modalidade e os aspectos que devem ser considerados por esse público.
O porta-voz pode abordar:
- Quais regras, cuidados e estratégias devem ser considerados antes da adesão por quem mora no exterior;
- Como funciona o pagamento das parcelas para quem reside fora do Brasil;
- O que avaliar antes de utilizar a modalidade para adquirir um imóvel no Brasil;
- Como o consórcio pode fazer parte de uma estratégia de construção e diversificação patrimonial;
- Quais cuidados devem ser considerados em relação ao câmbio e ao planejamento financeiro;
- Em quais situações pode ser uma alternativa ao financiamento;
- Como funciona a contratação e o acompanhamento de forma 100% digital.
Se houver interesse em algum outro recorte sobre o tema, podemos conversar e alinhar também.
Nenhum comentário:
Postar um comentário