quinta-feira, 2 de junho de 2016

SABESP na reunião do SINDESAM


No dia 31 de março, na sede da ABIMAQ, os representantes da Superintendência de Gestão e Empreendimentos da SABESP, Silvio Leifert, Priscila Mariaca e Patricia Pamplona, apresentaram o Plano de Modernização de Tratamento de Esgotos da RMSP (Plamte) às associadas do SINDESAM - Sistema Nacional das Indústrias de Equipamentos para Saneamento Básico e Ambiental. 

A apresentação encontra-se disponível no site: www.ABIMAQ.org.br/sindesam.

Mais informações: sindesam@ABIMAQ.org.br.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Projeto da Eldorado Brasil é apresentado na reunião da CSPEP


Carlos Monteiro, diretor técnico da Eldorado Brasil, expôs sobre o Projeto Vanguarda 2.0, que tem como objetivo duplicar a fábrica de celulose no município de Três Lagoas (MS), na  última reunião da Câmara Setorial de Projetos e Equipamentos Pesados (CSPEP), realizada no dia 23 março, na sede da ABIMAQ. 

Com investimento de R$ 8 bilhões, o empreendimento vai gerar mais de 20 mil empregos diretos e indiretos e está previsto para ser inaugurado em julho de 2018, representando uma excelente oportunidade de negócios para os associados da CSPEP, na medida em que vai adotar as melhores e mais inovadoras tecnologias disponíveis para a produção de celulose de qualidade, garantindo a competitividade da empresa no mercado internacional e sustentabilidade por meio de utilização de tecnologia estado-da-arte.

terça-feira, 31 de maio de 2016

BNDES apresenta alterações em linhas de crédito para estimular indústria


Na ocasião, foram anunciadas as novas condições de financiamento para a linha Exim Pré-Embarque e a ampliação do orçamento para o Moderfrota

No dia 14 de abril, em Brasília, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Armando Monteiro Neto, e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, apresentaram as mudanças na taxa de juros e o aumento do estoque de financiamentos da linha Exim Pré-Embarque. 

Pelas novas regras, as empresas poderão tomar o financiamento integralmente em TJLP tanto para a produção de máquinas e equipamentos quanto para a produção de bens de consumo manufaturados.

Além do custo financeiro, incidirá também a remuneração do BNDES (1,6% ao ano para MPMEs e 2% para médias-grandes e grandes empresas) e o spread do agente financeiro, negociado livremente entre o banco repassador e o tomador final do crédito. 

O BNDES estima que a demanda potencial de financiamentos a serem contratados neste ano pode atingir até R$ 15 bilhões.

Segundo Carlos Pastoriza, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, as novas condições do BNDES serão fundamentais para que as empresas exportadoras sejam mais competitivas no mercado externo: “Para nós, o financiamento pela linha Exim Pré-Embarque é essencial, sem o qual não se consegue exportar máquinas”. 

“Essa melhoria de condições se faz em um momento de alta capacidade ociosa do setor industrial, e a exportação é uma alavanca fundamental para recuperação do crescimento econômico”, disse Luciano Coutinho.

Para Armando Monteiro, o financiamento é um pilar fundamental do Plano Nacional de Exportações: “A ampliação das linhas de financiamento são um importante reforço para os exportadores. É um esforço de ampliação do acesso dos produtos brasileiros ao mercado externo. Vamos garantir condições de competitividade para a indústria brasileira”. 

Para mais informações, acesse: www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/bndes_pt/Institucional/Apoio_Financeiro/Produtos/BNDES_Exim/exim_pre.html

Moderfrota

Na oportunidade, o BNDES também anunciou o aumento do orçamento ao financiamento pelo Moderfrota para o ano agrícola 2015/2016, que se encerra em 30 de junho próximo. Com o acréscimo de mais R$ 300 milhões, o orçamento do Moderfrota passou para R$ 4,04 bilhões. A ampliação foi feita por meio de remanejamento de recursos de outros programas do BNDES.

“O novo volume será o suficiente para chegar ao fim do ano-safra. Estamos assegurados pelo governo de que não faltarão recursos à principal linha de crédito de máquinas agrícolas”, afirma Carlos Pastoriza. 

Pedro Estevão Bastos, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas (CSMIA), recomenda que o agricultor faça as compras agora para aproveitar as condições atuais. “Dificilmente, haverá uma baixa nos juros, por exemplo”. 

De acordo com Bastos, em 31 de março restava um saldo de R$ 600 milhões disponíveis pelo Moderfrota. Com o acréscimo de R$ 300 milhões, o valor subiu para R$ 900. O Banco do Brasil também disponibilizou mais R$ 900 milhões nas mesmas condições do Moderfrota, totalizando R$ 1,8 bilhões para o último trimestre do Plano Safra (abril a junho). Este montante está ajustado para a atual demanda de financiamentos.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

BNDES apresenta na ABIMAQ novas condições de financiamento


Associadas tiveram a oportunidade de relatar suas dificuldades referentes às linhas de crédito

Com a presença de mais de 100 empresários, o Departamento de Financiamentos (DEFI) promoveu, no dia 09 de março, na sede da ABIMAQ, o Workshop Linhas de Financiamentos para 2016. 

Na oportunidade, os representantes do BNDES Thiago de Paula, coordenador do Departamento de Relacionamento com Agentes Financeiros e Outras Instituições, Daniel Barreto, gerente do Departamento de Bens de Capital, Guilherme Pfisterer, gerente da Área de Comércio Exterior, e Tiago Soares, gerente da Área de Comércio Exterior, esclareceram os presentes sobre as alterações para a tomada de crédito.

Thiago de Paula explicou as condições para aderir ao programa de refinanciamento do PSI: “As empresas de todos os portes podem amortizar as parcelas restantes em até 12 ou 24 prestações mensais”. Ele reforçou que os juros continuarão a ser pagos mensalmente. 

No workshop foi destacada a importância da exportação. “Exportar é uma fonte de geração de emprego, renda e divisas para os países, como também aumenta a competitividade das empresas. Quando uma empresa exporta, outras ganham. Quando muitas exportam, o Brasil inteiro ganha”, disse Guilherme Pfisterer.

Parceria

José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ, ressaltou a necessidade de os agentes financeiros serem parceiros dos fabricantes de máquinas e equipamentos: “Contamos com a parceria dos bancos para nos apoiarem, principalmente nesse momento de crise e de restrição de crédito”. 

Para Hiroyuki Sato, diretor de Assuntos Tributários, Relações Trabalhistas e Financiamentos, o apoio do BNDES é fundamental para o setor conseguir comercializar seus produtos (máquinas e equipamentos). 

Mudança

Na ocasião, foi apresentada a nova chefe do Departamento de Financiamento de Máquinas e Equipamentos, Valéria Martins, que se dispôs a auxiliar as empresas a enfrentar esse cenário de crise: “O BNDES está sensível a esse momento econômico difícil. O nosso papel é ajudar vocês. Então, a nossa pergunta é o que nós podemos fazer diferente para ajudá-los”.

sexta-feira, 4 de março de 2016

ABIMAQ busca oportunidades de negócios para associadas em encontro com presidentes da Bulgária e Bolívia


O presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, Carlos Pastoriza, esteve em encontro promovido pela Presidência da República, para recepcionar os presidentes da Bulgária, Rosen Plevneliev, e da Bolívia, Evo Morales, no início de fevereiro, em Brasília. 

Durante a visita oficial ao Brasil, as autoridades trataram temas referentes à integração energética, gestão de recursos hídricos, adesão da Bolívia ao Mercosul e acordo comercial entre os países.

Para Pastoriza, a ideia da participação no evento é verificar oportunidades comerciais para as associadas.


quinta-feira, 3 de março de 2016

ABIMAQ se reúne com MDIC e MCTI


Pedefor, Lei do Bem, feiras oficias do setor e Ex-Tarifário foram alguns dos assuntos discutidos nas reuniões com os ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e da Ciência, Tecnologia e Inovação

Para propor modificações no Programa de Estímulo à Competitividade da Cadeia Produtiva, ao Desenvolvimento e ao Aprimoramento de Fornecedores do Setor de Petróleo e Gás Natural (Pedefor) e na Lei do Bem, a diretoria da ABIMAQ se reuniu com o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Celso Pansera, no dia 26 de janeiro, em Brasília. 

Para José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ, o Pedefor deveria ter como missão principal o fortalecimento do terceiro elo da cadeia produtiva de óleo e gás, que é a indústria de máquinas e equipamentos: "Nós somos indústria de fazer indústria. Tudo o que nós vendemos é investimento para alguém”. 

Velloso colocou que a suspensão da Lei do Bem (Lei 11.196/05) não provoque o fim dos incentivos fiscais para as empresas que comprovaram investimento em pesquisa e desenvolvimento de inovação tecnológica no período vigente do programa: "Entendemos a medida de ajuste fiscal do Ministério da Fazenda, mas os créditos poderiam ser compensados em exercícios futuros”. 

Feiras

Na oportunidade, foi solicitado o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação para a Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos (FEIMEC). "Montaremos nela a Ilha da Manufatura Avançada, em linha com o trabalho que estamos realizando com o MCTI. Nesse espaço, o público poderá ver a produção de equipamentos, dentro do que há de mais moderno na área", disse o presidente executivo da ABIMAQ.

Reunião MDIC

No mesmo dia, a diretoria da ABIMAQ esteve reunida com Carlos Gadelha, secretário de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), para expor a insatisfação quanto à metodologia utilizada para obtenção do regime de Ex-Tarifário, que foi criado pelo governo com o intuito de reduzir a alíquota do imposto de importação de bens de capital, de informática e de telecomunicações sem produção nacional equivalente. 

Segundo Velloso, a Resolução 66/2014 significou um avanço em alinhamento com as diretrizes da política industrial, porém o regime de Ex-Tarifário precisa de melhora efetiva. “Pleiteamos ao Gadelha que a concessão do benefício seja feita por projeto e CNPJ e não como é hoje, que é realizado por produto (código NCM – Nomenclatura Comum do Mercosul)”. 

Para evidenciar quanto ao número de Ex-Tarifário concedido e os critérios adotados para sua liberação, a ABIMAQ apresentou ao secretário casos concretos. “Foi demonstrado que, quando o MDIC consegue um Ex-Tarifário para combinação de máquinas, na prática, está indiretamente cedendo o benefício para bens que são produzidos no Brasil que compõem a combinação”, ressalta João Alfredo Delgado, diretor de Tecnologia da associação.  

Walter Filippetti, diretor de Relações Governamentais, Alberto Machado,  diretor de Petróleo, Gás, Bionergia e Petroquímica, e Klaus Curt Müller, diretor de Comércio Exterior, também compareceram nas reuniões.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Desistente de imóvel deve receber valor à vista, define Justiça


O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que, nos casos de cancelamento da aquisição do imóvel, o consumidor tem o direito de receber a restituição imediata e em parcela única dos valores pagos. Para a AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências, o entendimento do Poder Judiciário é fundamental para proteger os mutuários nessa situação.

Desemprego, problemas financeiros, descontentamento com a inclusão de cláusulas abusivas no contrato ou até mesmo arrependimento do negócio fazem muitos consumidores desistirem do sonho da casa própria.

Segundo dados da AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências, de janeiro a setembro de 2015, nas cidades de São Paulo, Santos, Campinas e São José dos Campos, houve 1.068 reclamações contra construtoras, devido à incorreção do valor devolvido após o cancelamento do contrato. Já no ano passado, no mesmo período, as queixas atingiram 890 casos. O resultado mostra um aumento de 20% de descontentes neste ano em comparação a 2014.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) editou, recentemente, a Súmula 543. A súmula informa que o reembolso na hora do distrato deve ser imediato e integral, no caso de culpa da construtora, ou parcial, na hipótese do mutuário querer desfazer o negócio por sua vontade. “A decisão dos magistrados vai beneficiar os consumidores que adquiriram imóvel na planta e, estão em vias de rescindir com a construtora, pois unificará as decisões relativas ao tema, evitando assim, recursos desnecessários ou até mesmo protelatórios”, explica Thalita Albino, advogada da AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências.

Para a advogada, a Súmula 543 reforça a decisão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP). “Além de determinar a devolução das quantias pagas à vista, o Poder Judiciário também reconheceu na ocasião, que mesmo inadimplente, o consumidor tem o direito de pedir a rescisão do contrato”, explica.

Retenção

De acordo com a entidade, o Poder Judiciário também deveria definir um percentual de retenção para construtora quando o distrato é iniciativa do consumidor. Hoje, na maioria dos casos de rompimento do contrato, o que acaba acontecendo é o comprador se sujeitando à devolução de seu dinheiro parcelado. Além disso, o proprietário acaba aceitando cobranças de índices superiores a 30%. “Isso acontece porque o desistente fica com medo de não receber seu dinheiro e acaba aceitando a proposição irregular. Por isso é essencial o respaldo da Justiça nesses casos”, revela Marco Aurélio Luz, presidente da AMSPA.

“O ideal seria descontar no máximo 10% do valor pago para despesas administrativas. Além disso, o cálculo deve ser feito sobre a quantia paga até o momento do cancelamento do negócio com as devidas correções monetárias”, esclarece Marco Aurélio.

Cartilha

Para ajudar os mutuários desistentes, a AMSPA tem a ‘Cartilha do Mutuário – Volume Distrato/Rescisão de Contrato Imobiliário.’ O objetivo é esclarecer questionamentos sobre os direitos daqueles que estão prestes a pedir a rescisão do negócio. No formato ping-pong, ou seja, perguntas e respostas, o informativo contém 12 questões cruciais, que ajudam a orientar, de forma simples e prática, as principais dúvidas e os cuidados no momento do distrato da compra da casa própria.

SERVIÇO

Os mutuários que querem mais esclarecimentos podem recorrer à AMSPA. Os interessados podem entrar em contato pelos telefones 0800 77 79 230 (para mutuários fora de São Paulo), (11) 3292-9230 / 3242-4334 (sede Sé), (11) 2095-9090 (Tatuapé), (11) 3019-1899 (Faria Lima), (19) 3236-0566 (Campinas) e (13) 3252-1665 (Santos).

Endereços e mais informações no site: www.amspa.com.br.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

10 dicas para se livrar ou evitar dívidas imobiliárias

Recessão, desemprego e outras dificuldades financeiras podem surgir durante o financiamento da casa própria. Para ajudar os consumidores nessa situação, a AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências preparou uma cartilha especial com 10 informações de como prevenir ou até mesmo sair da inadimplência.

Desemprego, diminuição de renda, morte do principal provedor do lar, problemas de saúde na família e abusos dos bancos ou construtoras, entre eles, juros abusivos e aumento do saldo devedor sem motivo justificável, podem provocar o não cumprimento das prestações do financiamento imobiliário e, consequentemente, a perda do imóvel.

Para auxiliar esses compradores, a AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências preparou o informativo “Cartilha do Mutuário – Inadimplência”, com 11 orientações para aqueles que estão endividados com as parcelas do imóvel. O material também inclui dicas de como organizar as contas antes de fechar o negócio para não ter dor de cabeça no pagamento das parcelas. Confira algumas dicas a seguir:

1) Para evitar o risco de ficar inadimplente, peça uma planilha do banco com a projeção de todas as parcelas do financiamento, incluindo as taxas extras e os seguros que compõem a prestação;

2) Verifique se as parcelas não comprometem mais do que 30% da renda familiar;

3) Mantenha uma quantia disponível em FGTS, poupança ou outras aplicações para se precaver contra imprevistos financeiros;

4) Caso esteja prestes a atrasar ou se está inadimplente no pagamento das parcelas do imóvel é válido primeiro tentar um acordo com o banco/construtora. Com isso, ambos saem ganhando, porque o questionamento será resolvido amigavelmente e em curto prazo. Se estiver nesta situação, procure uma das unidades AMSPA para receber orientação;

5) Se não tiver sucesso no acordo é aconselhável pedir auxílio da Justiça, na tentativa de marcar uma audiência. Comprovado o pagamento, o juiz poderá suspender uma eventual execução ou leilão;

6) Postergar a resolução do débito, além de acarretar juros e possibilitar a inclusão do nome em órgãos de proteção ao crédito, a inadimplência pode levar a perda do imóvel. No SFH – Sistema Financeiro da Habitação acontece depois de atrasar três prestações. Já no SFI – Sistema Financeiro Imobiliário se atraso for superior a 30 dias, o mutuário é intimado a pagar dívida. Caso não o faça no prazo de 15 dias, o cartório onde o imóvel está registrado efetuará a consolidação da propriedade em favor do banco;

7) De acordo com a lei 8.692/93 os mutuários têm o direito de pedir a revisão do contrato do SFH – Sistema Financeiro da Habitação por perda de renda. Os consumidores podem renegociar a dívida de acordo com seu rendimento atual, conforme o percentual inicialmente acordado que, por lei, não pode ultrapassar 30%. Note que essa regra é válida para contratos com previsão de comprometimento d e renda;

8) Vale frisar que em muitos dos casos, a inadimplência é provocada pelo agente financeiro ou pela incorporadora. De uma hora para outra, o adquirente é pego de surpresa com aumento das prestações acima do permitido, como a cobrança abusiva de juros sobre juros (prática condenada pelo STJ), ou ainda resíduo ao final do financiamento (em desacordo com a lei 4380/64). Nessa situação, o indicado é pedir uma revisão do contrato para tentar dirimir eventuais irregularidades;

9) Caso esteja comprando, antes de definir a modalidade de financiamento é fundamental fazer o cálculo de suas despesas e comparar as linhas de crédito imobiliário disponíveis no mercado que melhor se adaptem à sua possibilidade de pagamento, pois as prestações do empréstimo podem comprometer a renda da família por até 35 anos;

10) Na hora de financiar, opte pelo SAC – Sistema de amortização constante para evitar aborrecimento ao arcar com as parcelas do crédito bancário. Vale lembrar que essa modalidade tem carga de juros alta, que será paga no início do financiamento.

Ficou com outras dúvidas sobre como sair da inadimplência? Para mais informações, os interessados podem fazer o download, gratuitamente, da ‘Cartilha do Mutuário – Volume Inadimplência no Crédito Habitacional’ no site: http://www.amspa.com.br/novo/noticias/cartilha-do-mutuario-6a-edicao-inadimplencia-no-credito-habitacional/.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Consórcio pode ser opção para conquistar a casa própria em 2016


Diante das alterações realizadas pelos bancos para a contratação de crédito imobiliário, a compra do imóvel ficou mais difícil para muitos dos brasileiros. Nesse cenário, o sistema de consórcio vem ganhando força. No entanto, a AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências alerta o consumidor fazer essa modalidade apenas com empresas sólidas e não ter pressa para mudar.

O aumento dos juros, entrada maior para financiar o valor do bem e a redução do teto máximo são algumas das alterações feitas pelos bancos para a contratação de financiamento imobiliário durante este ano. Essas restrições, reforçadas à crise econômica e política que o Brasil enfrenta, fizeram com que, de janeiro a setembro de 2015, o volume de crédito recuasse 25,3% em comparação ao mesmo período de 2014, conforme mostra pesquisa Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Por isso, o sistema de consórcio tem sido alternativa para muitos futuros mutuários realizarem o sonho da moradia própria. Para se ter uma ideia, nos primeiros nove meses de 2015, as vendas de novas cotas de consórcios de imóveis cresceram 47%, segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac).

Mas, antes de aderir ao consórcio, é preciso ficar atento à administradora. “Eu aconselho os consumidores escolherem apenas empresas sólidas para não ter dor de cabeça mais adiante”, ressalta Marco Aurélio Luz, presidente da AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências. Para verificar a regularidade da operadora de consórcio é necessário entrar no site do Banco Central. No portal será possível checar se a instituição tem autorização para funcionar.

Para Luz, quem optar pelo consórcio não deve ter pressa, pois pode tanto ser o primeiro a ser contemplado como o último. “Devemos alertar ao futuro mutuário, que deseja comprar sua primeira casa por essa modalidade que, quando liberar a carta de crédito, muitas vezes, o valor não é suficiente para aquisição do bem desejado. Nesses casos, em que houve a valorização do imóvel, por conta da correção pelo INCC – Índice Nacional de Custo da Construção e a quantia ficou acima do crédito recebido, o futuro dono da propriedade terá de ter reservas próprias para completar o pagamento. Caso contrário, será forçado a comprar o imóvel em outro local não desejado e, com isso, gerar problemas sérios, como o de mobilidade”, explica. “Por isso, esse financiamento é ideal para quem não tem urgência de se mudar”, completa.

Vantagens e desvantagens

O consumidor que escolher o sistema de consórcio terá os seguintes benefícios: as parcelas não têm juros; é possível usar o FGTS para dar lances e receber a carta de crédito antes; é menos burocrático, pois não exige comprovação de renda e o prazo para a liberação (varia entre 60 a 180 meses), que é menor, se comparado a outros financiamentos que chegam a 30 anos. “O consórcio também é uma boa saída para compradores não são disciplinados o suficiente, para fazer uma poupança de longo prazo”, destaca o presidente da AMSPA.

Já os malefícios são: as taxas de administração e adesão; os seguros e o fundo de reserva para prevenir inadimplência, que podem comprometer em até 20% das prestações.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Abusos das construtoras antes de entregar o imóvel


Mesmo na crise, adquirir um imóvel na planta pode representar uma economia de 30% em comparação ao valor do mesmo empreendimento pronto. Mas até o recebimento das chaves, o consumidor pode enfrentar vários abusos cometidos pela construtora. Para isso, AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências preparou um guia com cinco riscos que o comprador está suscetível antes de ocupar a nova moradia.

O desaquecimento do mercado imobiliário está contribuindo para o aumento nos estoques de imóveis prontos, por isso a compra do imóvel, ainda na planta, continua sendo opção para muitos dos futuros mutuários. Entre os motivos para escolha estão: economia do valor do bem, se comparado a uma propriedade pronta; menos burocracia para tirar a documentação; mais tempo para planejar a mudança; a personalização do imóvel e a expectativa de sua valorização após o seu término.

No entanto, Marco Aurélio Luz, presidente da AMSPA, alerta para as armadilhas escondidas em meio a tanta comodidade: “Por trás de algumas vantagens e facilidades, que a aquisição de um apartamento em construção pode trazer, o consumidor está à mercê a ter alguns aborrecimentos, causados pela construtora, antes mesmo de ter em mãos as chaves da moradia”, ressalta.

Confira a seguir cinco abusos comuns, que podem atrapalhar o sonho da casa própria, e saiba como a Justiça pode ajudar nessas situações:

1) Cobrança do condomínio antes de receber das chaves: Quando o morador não tem a posse do imóvel, é obrigação da construtora arcar com esse custo. O valor só poderá ser repassado aos compradores quando esses estiverem de posse das chaves. Para resolver o problema, o consumidor tem duas opções: a primeira é recorrer ao Poder Judiciário, suspender o pagamento das parcelas e depositá-las em Juízo. A outra é continuar pagando as parcelas e depois entrar com uma ação pedindo o ressarcimento dos valores em dobro.

2) Atraso na obra: A falta de planejamento e de infraestrutura por parte das construtoras têm ocasionado o descumprimento do prazo contratual para entrega do imóvel. Com isso, os mutuários veem seus planos ruírem de uma hora para outra. Nessa situação, é aconselhável o proprietário do imóvel pleitear, na Justiça, o pagamento da multa de 2% e mais os juros de mora de 1% ao mês pelo atraso, desde o primeiro dia do não cumprimento do que foi estabelecido em contrato para entrega do imóvel. Além disso, cabe indenização por danos morais e materiais e lucro cessante, ou seja, o que o prejudicado deixou de ganhar ou se perdeu um lucro esperado, que hoje varia de 0,6% a 0,8% sobre o valor total do contrato.

3) Defeito na construção: A vistoria no apartamento é um procedimento que deve ser feito no momento do recebimento das chaves do bem. No entanto, muitos mutuários enfrentam dores de cabeça para resolver problemas estruturais encontrado no imóvel.

No caso de vícios aparentes no imóvel, cabe ao consumidor entrar com uma ação chamada “Obrigação de Fazer” contra a construtora. O prazo para reclamação de portas quebradas ou paredes mal pintadas, entre outros consertos, é de 90 dias após a entrega da chave. Já para os defeitos ocultos, a queixa deve ser feita no prazo de um ano, a partir do recebimento do imóvel. Se a incorporadora não solucionar o problema, o comprador deve recorrer ao Judiciário. O pedido deve estar acompanhado do laudo técnico de um engenheiro discriminando a falha.

Para evitar transtornos com defeitos no apartamento, no momento de receber as chaves da moradia, uma solução é formar a “Comissão de Representantes”. Sua constituição está prevista na “Lei do Condomínio e da Incorporação” e especificada no artigo 55 da lei 4591/64. A formação da comissão vai possibilitar, aos proprietários de imóveis, fiscalizar a obra em fase de construção e com isso se precaver de aborrecimentos mais adiante, inclusive quanto ao atraso na entrega do empreendimento.

4) Atualização de juros antes da entrega do imóvel: Durante a construção da propriedade pode haver apenas a atualização do valor com base no INCC – Índice Nacional de Custo da Construção. Os juros remuneratórios, que geralmente giram em torno de 1% ao mês, poderão incidir em cima do saldo devedor apenas após o recebimento das chaves (quando geralmente sai o financiamento direto com o banco) ou expedição do “Habite-se”. Se a construtora descumprir o contrato, o consumidor tem o direito de pedir de volta o valor cobrado a mais nas prestações.

5) Prestação das chaves e intermediárias: O consumidor pode ter a surpresa de receber um boleto para o pagamento da parcela das chaves, mesmo antes de ocupar a propriedade. Nesse caso, o adquirente deve pleitear na Justiça uma liminar para cessar a cobrança até o momento da efetiva entrega do bem.

Vale frisar, que nos casos das parcelas intermediárias (que, em geral, é a divisão do valor da “entrada” em parcelas semestrais ou anuais), não poderá ter nenhum tipo de correção, exceto a parcela que no contrato conste que será paga na entrega das chaves. Se a construtora persistir para fazer o pagamento é indicado o mutuário recorrer ao Poder Judiciário e suspender o pagamento da parcela para que possa depositar em juízo. Outra alternativa é o comprador continuar pagando as parcelas e depois entrar com uma ação pedindo o ressarcimento dos valores em dobro.

SERVIÇO

Os mutuários que querem mais esclarecimentos podem recorrer à AMSPA. Os interessados podem entrar em contato pelos telefones 0800 77 79 230 (para mutuários fora de São Paulo), (11) 3292-9230 / 3242-4334 (sede Sé), (11) 2095-9090 (Tatuapé), (11) 3019-1899 (Faria Lima), (19) 3236-0566 (Campinas) ), (12) 3019-3521 (S. J. Campos) e (13) 3252-1665 (Santos).

Endereços e mais informações no site: www.amspa.com.br.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

AMSPA lança cartilha sobre inadimplência no crédito habitacional


Ocasionada pela instabilidade econômica do Brasil mais de 57 milhões de brasileiros estão inadimplentes, segundo levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Desemprego e diminuição da renda são os principais motivos que levam ao não pagamento da dívida. Entre os endividados estão pessoas com as parcelas pendentes do financiamento do imóvel.

Para ajudar os mutuários nessa situação, a AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências está lançando a 6ª edição da ‘Cart
ilha do Mutuário – Volume Inadimplência no Crédito Habitacional’.

No formato ping-pong, ou seja, perguntas e respostas, o informativo contém 11 questões cruciais, que ajudam a orientar, de forma simples e prática, as principais dúvidas dos consumidores que estão com o pagamento em atraso do financiamento imobiliário.

“O objetivo do informativo é esclarecer os questionamentos daqueles que não conseguem arcar com as prestações da moradia e os cuidados antes de fechar o negócio para evitar a inadimplência”, informa Marco Aurélio Luz, presidente da AMSPA.

SERVIÇO:

CARTILHA DO MUTUÁRIO 6ª EDIÇÃO –INADIMPLÊNCIA NO CRÉDITO HABITACIONAL

Os interessados em conferir o conteúdo da ‘Cartilha do Mutuário – Volume Inadimplência no Crédito Habitacional’ podem fazer o download, gratuitamente, do material em PDF no site: http://www.amspa.com.br/novo/noticias/cartilha-do-mutuario-6a-edicao-inadimplencia-no-credito-habitacional/

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Tornar-se câmara setorial é objetivo do GT-MLIMP


Meta foi colocada pela diretoria do GT-MLIMP durante cerimônia de posse para o biênio 2015-2017

“A iniciativa de montar o grupo de trabalho foi para enfrentar as dificuldades que as empresas do setor tinham na época. Nesses quatros anos, não há dúvida de que nós conseguimos bons resultados”. Com essas palavras, Antônio Luis Francisco assumiu a coordenação do Grupo de Trabalho de Máquinas e Equipamentos para Limpeza (GT-MLIMP), no dia 14 de dezembro, na sede da ABIMAQ. 

Na oportunidade, Francisco destacou que o grande desafio do GT para 2016 é transformar-se em uma câmara setorial: “Hoje, temos 20 empresas. Se 60% delas estiverem constantemente participando, teremos representatividade. Mas existem outros fabricantes que podemos trazer para compor o GT-MLIMP. Eu quero deixar essa meta para vocês”. 

Mauro Couto, coordenador anterior do GT-MLIMP, também reforçou que o grupo de trabalho tem uma grande oportunidade de se tornar uma câmara setorial. 

Carlos Pastoriza, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, enalteceu o trabalho desenvolvido pelo GT: “Pela luta que todos fizeram ao longo de 2015 e pelo potencial de angariar novos associados, vocês têm tudo para ser uma câmara em 2016. Desde já contem com a ajuda da entidade nesse sentido”. 

Antônio Luis Francisco contará com os vice-coordenadores Sandro Haim, Marco Aurélio e Guillaume Tilknes. 

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Chegou a hora de usar o FGTS para quitar a dívida de seu imóvel


Você sabia que é possível utilizar o FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço para pagar parcelas pendentes do financiamento imobiliário? Para aqueles mutuários que estão com até três contas em atraso, basta sacar a quantia e liquidar o débito. Mas quem está com a dívida há mais tempo, a AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências aconselha a recorrer à Justiça para garantir o direito de usar o Fundo.

A instabilidade econômica e política que o País enfrenta está atrapalhando a realização do sonho da casa própria para muitos brasileiros. O que está acontecendo é que, de uma hora para outra, devido à diminuição de renda e até mesmo o desemprego, muitas famílias estão com dificuldade para continuar com o pagamento das parcelas do financiamento. “Infelizmente, muitos consumidores não sabem que o FGTS pode servir como uma espécie de seguro, para solucionar o problema da dívida do imóvel nesses momentos de adversidade”, alerta Marco Aurélio Luz, presidente da AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências.

Para aqueles que optaram financiar pelo SFH – Sistema Financeiro da Habitação, pelo programa Minha Casa Minha Vida e pelo sistema de consórcio, a Resolução nº 54 do Conselho Curador do FGTS permite usar o Fundo de Garantia para quitar no máximo três prestações em aberto. “Quem estiver nessa situação pode ir até ao banco e solicitar o saque do Fundo para poder amortizar o débito”, explica Luz.

Embora ajude os mutuários inadimplentes, a regulamentação fere o artigo 20 da Lei 8036/90, que autoriza ao devedor utilizar o recurso para pagar quantas parcelas pendentes forem necessárias. “As pessoas, que estão com mais de três contas atrasadas, precisam procurar a Justiça o quanto antes para garantir seus direitos e evitar a perda do imóvel”, alerta o presidente da AMSPA.

Exigências

Para sacar o FGTS é preciso ter, no mínimo, três anos de recolhimento e o intervalo de dois anos, desde a última movimentação. Além disso, a retirada deve ser feita em parcela única para quitar no máximo 12 mensalidades consecutivas. “Ao pegar o dinheiro, procure fazê-lo depois do dia 10, quando ocorre a correção dos valores da conta”, informa Marco Aurélio Luz.

O Fundo de Garantia financia no máximo 80% do valor da propriedade e o prazo médio para liberação dos recursos do FGTS é, em média, de cinco dias úteis, a partir da apresentação de documentos como: RG, CPF, carteira de trabalho, número do NIS (PIS/PASEP), comprovante de residência e renda, certidão de nascimento ou de casamento. Do imóvel é preciso apresentar a certidão de matrícula e cópia do IPTU. “Nessa etapa é importante contar com auxílio de um profissional ou contar com o apoio jurídico da AMSPA para não ter erro”, esclarece Luz.

SERVIÇO

Os mutuários que querem mais esclarecimentos podem recorrer à AMSPA. Os interessados podem entrar em contato pelos telefones 0800 77 79 230 (para mutuários fora de São Paulo), (11) 3292-9230 / 3242-4334 (sede Sé), (11) 2095-9090 (Tatuapé), (11) 3019-1899 (Faria Lima), (19) 3236-0566 (Campinas) ), (12) 3019-3521(S. J. Campos) e (13) 3252-1665 (Santos).

Endereços e mais informações no site: www.amspa.com.br.