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Solução inovadora da Dow
permite proteção para profissionais da saúde |
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Por meio da tecnologia em polietileno é possível
desenvolver diversos produtos da área médico-hospitalar, tais como batas e
aventais impermeáveis, máscaras faciais, plásticos para a produção de
equipamentos de proteção individual destinados a profissionais de saúde e até
mesmo para a criação de instalações de quarentena de emergência, a fim de
ajudar no combate à Covid-19. |
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São Paulo, 23 de setembro de 2021 – Devido
à pandemia do novo coronavírus, os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)
ganharam ainda mais destaque perante os governantes, profissionais de saúde e
população em geral. As máscaras do tipo PFF2, por exemplo, um dos itens mais
utilizados no combate à Covid-19, tiveram aumento de sua produção de 11
milhões de unidades (fevereiro de 2020) para 34 milhões (fevereiro de 2021),
segundo levantamento da Associação Nacional da Indústria de Material de
Segurança e Proteção ao Trabalho (Animaseg). Diante desse cenário, torna-se cada vez mais desafiador para a
indústria brasileira atender ao mercado de EPIs para os trabalhadores da área
médico-hospitalar. No entanto, a Dow e toda a cadeia de valor têm promovido,
a partir da ciência dos materiais, tecnologias em polietileno para filmes e
não-tecidos mais inteligentes. Essas tecnologias possibilitam o
desenvolvimento de soluções que atendam à demanda atual e que tenham
propriedades essenciais para profissionais que atuam na área da saúde, tais
como: fácil manuseio, toque macio, conforto, impermeabilidade,
respirabilidade, além de resistência hidrostática ao calor e a fluidos, como
o sangue. “Esse é um novo mercado para nós. Mas, por meio de alianças com
clientes e proprietários de marca, conseguimos garantir que nossa
matéria-prima, que originalmente era aplicada em embalagens, fosse usada em
suprimentos médicos de proteção, como batas cirúrgicas e aventais
impermeáveis, máscaras, plásticos para a produção de EPIs e até mesmo para a
criação de instalações de quarentena de emergência”, ressalta Lucas Sasahara,
Gerente de Marketing de Monitoramento de Saúde e Higiene para América Latina
da Dow. Produtos para trabalhadores da linha de
frente Durante esse momento de pandemia, a Dow tem buscado desenvolver
suprimentos médicos e de higiene que ajudam a combater o vírus. Um
exemplo disso foi produzir protetor facial com filme plástico em um design
simplificado, além de fabricar batas de isolamento médico, que são o segundo
EPI mais usado em instalações de saúde depois das máscaras faciais. Ambos são
feitos a partir de resinas de polietileno. “Com a colaboração entre a Dow,
clientes e proprietários de marca, conseguimos doar 100 mil batas médicas”,
acrescenta Sasahara. “Devemos continuar a aplicar o
que estamos aprendendo e vivenciando em meio a esta pandemia aos desafios
atuais e futuros. Até mesmo porque, no período pós-pandêmico, devido à
mudança de enfoque e diretrizes para a proteção dos profissionais de saúde,
que passarão a adotar critérios mais rígidos de bem-estar, higiene e saúde, a
demanda por itens de proteção individual continuará crescendo”, conclui Lucas
Sasahara. Sobre
a Dow A Dow (NYSE: DOW) combina alcance global, escala e integração de
ativos, inovação focada e liderança em frentes de negócio diversificadas para
alcançar crescimento lucrativo. Sua ambição é se tornar a empresa de ciência
dos materiais mais inovadora, centrada no cliente, inclusiva e sustentável do
mundo para possibilitar um futuro mais sustentável ao planeta por meio de sua
expertise em ciência dos materiais e da colaboração com seus parceiros.
O portfólio diferenciado de plásticos, intermediários industriais, revestimentos
e silicones da Dow oferece uma grande variedade de produtos e soluções de
base científica a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como
embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera
106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020,
gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas. Referências à Dow ou à
Companhia significam a Dow Inc. e suas subsidiárias. Para obter mais
informações, acesse www.dow.com ou
siga @DowNewsroom no
Twitter. |
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MAIS
INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA Agência
Oribá Bárbara Luz – barbara.luz@agenciaoriba.com.br Márcia Brandão – marcia.brandao@agenciaoriba.com.br Sarah Lopes – sarah.lopes@agenciaoriba.com.br (11) 94453-2124 |
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Dow lança plataforma
para discutir o futuro do plástico
O objetivo da
plataforma é incentivar convertedores da indústria do plástico a terem olhar
estratégico que contemple rentabilidade do negócio, benefícios ao meio ambiente
e à sociedade ao implementar a transição para a economia circular.
São Paulo, 16 de setembro
de 2021
– As discussões sobre o plástico não
são novas e passam por muitas esferas – ambiental, social e econômica –, sempre
pela perspectiva da necessidade de mudança. Para colaborar com essa conversa e
levantar possibilidades reais de transformação, a Dow lança a plataforma Futuro
do Plástico, voltada para a própria cadeia, sobretudo para seu cliente
convertedor – que é justamente quem transforma o plástico em embalagem, por
exemplo.
“A plataforma foi desenvolvida com o
intuito de promover uma cadeia de ideias e inspirações que caminhem em direção
à sustentabilidade. Com a iniciativa, convidamos clientes a se unirem nessa jornada
para conhecer, visualizar e chegar a um futuro baseado na circularidade do
plástico. A plataforma traz informações sobre economia circular e desafios do
plástico, apresenta iniciativas e pessoas que atuam nesse tema e como
transformar o negócio para a circularidade, com planos e ferramentas de
transformação.”, explica Daniella Souza Miranda, vice-presidente comercial
de Embalagens e Especialidades Plásticas (P&SP) da Dow na América Latina.
O Futuro do Plástico também oferece
pautas práticas que funcionam como um acervo para esclarecimento de dúvidas,
pesquisas e ampliação de conhecimentos sobre o tema. Os conteúdos disponíveis na
plataforma são resultados de trabalhos de pesquisa, consulta a fontes
internacionais e especialistas brasileiros, organizados de forma prática e
concisa, prontos para serem utilizados. O projeto foi
criado para ampliar, principalmente, a comunicação com os clientes convertedores,
atores essenciais da cadeia estendida do plástico, “que precisam ser
estimulados a transformar seus processos produtivos e gestão de negócio, para
incorporarem a mudança da economia linear para a circular”, explica a vice-presidente comercial de P&SP da Dow.
A executiva esclarece ainda que, embora a plataforma tenha
como público prioritário os clientes da Dow, as informações disponíveis são
didáticas e acessíveis para pessoas interessadas em saber mais sobre ações
sustentáveis e mudanças no processo produtivo do plástico rumo à economia
circular. “Os updates constantes e a variedade de fontes garantem um
espaço rico em informação para as mentes inovadoras que já perceberam o
potencial da economia circular.”
Mirando em empresas comprometidas com um mercado mais
sustentável, o projeto também visa criar eventuais parcerias, deixa a mensagem
de que o futuro pode estar a poucos cliques de distância e que o conhecimento e
a informação qualificada podem, e devem, ser a base para que, juntos, possamos
construir um caminho em que o destino do plástico é traçado com
responsabilidade e sem desperdícios.
Sobre
a Dow
A
Dow (NYSE: DOW) combina alcance global, escala e integração de ativos, inovação
focada e liderança em frentes de negócio diversificadas para alcançar
crescimento lucrativo. Sua ambição é se tornar a empresa de ciência dos
materiais mais inovadora, centrada no cliente, inclusiva e sustentável do mundo
para possibilitar um futuro mais sustentável ao planeta por meio de sua
expertise em ciência dos materiais e da colaboração com seus parceiros. O
portfólio diferenciado de plásticos, intermediários industriais, revestimentos
e silicones da Dow oferece uma grande variedade de produtos e soluções de base
científica a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como
embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera
106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020,
gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas. Referências à Dow ou à
Companhia significam a Dow Inc. e suas subsidiárias. Para obter mais
informações, acesse www.dow.com ou siga @DowNewsroom no Twitter.
Agência Oribá
Bárbara Luz – barbara.luz@agenciaoriba.com.br
Márcia Brandão –
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(11) 94453-2124
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Brasil tem meta de reduzir 67,5% do consumo dos HCFCs no
país até 2025, com percentual de 97,5% em 2030, até atingir a total eliminação
em 2040, conforme previsto no Protocolo de Montreal de 2007.
·
As ações para atingir esse objetivo são coordenadas
pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio do Programa Brasileiro de Eliminação
dos HCFCs - PBH, que é apoiado pelo PNUD.
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Furgão Ibiporã fabricou 140 unidades (entregues até
agosto/2021) de veículos refrigerados com tecnologia que não agride a camada de
ozônio para transporte de vacina. Há a previsão de produção de cerca de 40 furgões
até o fim do ano.
·
A tecnologia empregada na fabricação desses furgões é
fornecida pela área de Poliuretanos da Dow, responsável pelo desenvolvimento de
soluções para atender aos rígidos parâmetros do mercado de transporte
refrigerado.
São Paulo, SP – 30 de agosto de 2021
– O Brasil tem meta de reduzir 67,5% do consumo dos HCFCs no país até 2025, com
percentual de 97,5% em 2030, até atingir a total eliminação em 2040, conforme previsto
no Protocolo de Montreal de 2007, que foi pactuado em 1987 e tem a adesão de
197 países. As ações para alcançar esse objetivo são coordenadas pelo
Ministério do Meio Ambiente, por meio do Programa Brasileiro de Eliminação dos
HCFCs - PBH, que é apoiado pelo PNUD. Com esses programas, empresas brasileiras
do setor de espuma e de refrigeração são apoiadas na conversão de seus
processos produtivos para outras substâncias alternativas, como os HFOs,
estruturas químicas de vida curtíssima na atmosfera, que reduzem consideravelmente
impactos ambientais, ou seja, não agridem a camada de ozônio e apresentam baixo
efeito ao aquecimento global.
Até agosto deste ano, o projeto
implementado pelo PNUD para o setor de espumas financiou a adequação de cerca
de 360 pequenas e médias empresas, entre elas a Furgão Ibiporã, que adaptou
140 unidades (entregues até agosto/2021) de furgões refrigerados com tecnologia
que não agride a camada de ozônio. A expectativa da empresa é de produzir cerca
de 40 furgões até o fim do ano. Essas carrocerias são responsáveis pelo
transporte das vacinas contra Covid-19 para diversos municípios brasileiros.
Para Ricardo Gabriel, gerente comercial
da Ibiporã, graças ao programa, foi possível realizar adaptações e modificações
no processo de produção e nos equipamentos da empresa. Além disso, a Furgão
Ibiporã recebeu capacitação técnica para a utilização de HFO. “Entendemos que a
eliminação de substâncias nocivas, como os HCFCs, colabora para o bem-estar da
humanidade. Então, o programa tem nos ajudado a respeitar e a cumprir o
Protocolo de Montreal, em que são determinadas as metas de eliminação dos
elementos destruidores da camada de ozônio”.
A Ibiporã finalizou esse processo de
conversão industrial para outras substâncias alternativas, como os HFOs, em
julho de 2019, saindo na frente das demais empresas, que finalizaram o processo
no fim do mesmo ano e o no início do ano seguinte.
TECNOLOGIA
A tecnologia empregada na produção desses
furgões que resulta na utilização de materiais isentos de gases que afetam a
camada de ozônio e potencializam o efeito estufa é fornecida pela área de
Poliuretanos da Dow, responsável pelo desenvolvimento de inovações para atender
aos rígidos parâmetros do mercado de transporte refrigerado. O uso de
tecnologia avançada em poliuretano, um dos materiais mais versáteis da
indústria plástica, permite a criação de soluções especiais em aplicações para
a chamada cadeia do frio – processos que incluem ciclos de manutenção, armazenamento,
transporte, condições e garantia de conservação de produtos congelados e
refrigerados.
“A versatilidade de nossas soluções para
espumas de poliuretano possibilitam excelentes propriedades de isolamento
térmico, força estrutural e aderência, fazendo com que sejam ideais para aumentar
a eficiência energética de todos os processos da cadeia do frio, reduzir custos
de operação e preencher cavidades e estruturas de diversos formatos,
beneficiando a refrigeração durante o transporte e armazenamento de diferentes
produtos, incluindo as vacinas contra a Covid-19”, explica Edilson Machado,
diretor de Marketing do Negócio de Poliuretanos da Dow.
Sobre a
Dow
A Dow
(NYSE: DOW) combina alcance global, escala e integração de ativos, inovação
focada e liderança em frentes de negócio diversificadas para alcançar
crescimento lucrativo. Sua ambição é se tornar
a empresa de ciência dos materiais mais inovadora, centrada no cliente,
inclusiva e sustentável do mundo para possibilitar um futuro mais sustentável
ao planeta por meio de sua expertise em ciência dos materiais e da colaboração
com seus parceiros. O portfólio diferenciado de plásticos, intermediários
industriais, revestimentos e silicones da Dow oferece uma grande variedade de
produtos e soluções de base científica a clientes em segmentos de mercado de
alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do
consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de
35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas. Referências à Dow ou à Companhia significam a
Dow Inc. e suas subsidiárias. Para obter mais informações, acesse www.dow.com
ou siga @DowNewsroom no Twitter.
Agência Oribá
Bárbara Luz – barbara.luz@agenciaoriba.com.br
Márcia
Brandão – marcia.brandao@agenciaoriba.com.br
Sarah Lopes – sarah.lopes@agenciaoriba.com.br
(11)
4106-5944
A importância do Rota 2030 para inovação e política de desenvolvimento
da indústria automotiva é ressaltada em webinar realizado pela Dow
Debate contou com as participações de representantes de Dow, Ília,
Pieracciani, Bosch e Sindipeças
São Paulo – 23 de julho de 2021
– Para discutir o programa do Governo Federal, Rota 2030, tecnologias
inteligentes, inovação e as principais tendências do mercado automotivo nos
próximos anos, a Dow realizou na última quarta-feira (21/07) um webinar em parceria
com a Ília, empresa de tecnologia especializada para o setor automotivo. A
moderação do evento foi feita por Thays dos Santos, Gerente de Desenvolvimento
para Mobilidade e Transporte e Líder da rede de diversidade do GAAN (Global
African Afinity Network), na Dow.
Para
Gábor János Deák, Diretor de Tecnologia do Sindipeças – Sindicado Nacional da
Indústria de Componentes para Veículos Automotores, o Rota 2030 incentiva e
motiva as empresas no alcance de maior eficiência na redução da distância entre
a indústria nacional e internacional. “O programa é uma política industrial de
desenvolvimento de longo prazo, extremamente competitivo e permite a
previsibilidade das empresas na busca por objetivos para os próximos 15 anos.
Por isso, entendemos que esse modelo deveria valer para todos os segmentos da
economia brasileira, pois gera recursos, aumenta competitividade da indústria e
não é discriminativo”.
Francisco
Tripodi, Sócio-Diretor da Pieracciani, ressaltou as possibilidades do Rota 2030
para a área de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). “A nossa
expectativa era de maior adesão ao programa, no entanto, o que motivou a não
habilitação foi a falta de perspectivas das empresas para cumprir os
investimentos compulsórios em PD&I e obter os benefícios do Rota 2030”.
Tripodi
acrescentou que a Pieracciani fez uma pesquisa em março de 2019 com 35
beneficiárias de um programa de incentivo. Esse levantamento mostrou que, em
média, as empresas deixam de contabilizar 31% dos dispêndios que elas já têm em
pesquisa e desenvolvimento. “Isso acontece porque falta um recondicionamento do
olhar das empresas e de seus profissionais para essa fase e por causa da
insegurança jurídica”.
TECNOLOGIAS
INTELIGENTES
Lucas
Albuquerque, Líder de Negócios da Vertical de Mobilidade da Ília, ressaltou
como a mobilidade pode ser uma aliada na revolução do setor automotivo. “Um
ponto muito acertado do Rota 2030 é a visão de que a conectividade é uma das
tecnologias estratégicas. Para isso, podemos usá-la como uma ferramenta para
inovar na experiência do consumidor dentro do veículo e no aspecto de segurança,
trabalhar com manutenções preditivas, desenvolver sistemas de trânsito cada vez
mais eficientes e anexar outras tecnologias e dispositivos, como inteligência
artificial e machine learning. Além disso, tem uma anuência muito
importante, colaborando para uma visão de que a mobilidade está inserida no
contexto de cidades inteligentes e a conectividade é uma grande aliada nesse
sentido, tanto para a frota veicular como em infraestrutura”.
Leimar
Mafort, Gerente de Engenharia na Bosch, expôs que o Rota 2030 é uma forma de
incentivo à introdução de tecnologias relacionadas à segurança veicular. “Para
isso, o governo criou três grandes grupos. Um (A) é de tecnologias mandatórias,
como sistemas de visibilidade traseira, de controle de estabilidade e impacto
contra poste. O outro (B), sistemas de saída de faixa e frenagem automática. E
o último grupo (C) engloba outras tecnologias que podem substituir as do grupo
B, como sistema de piloto automático e frenagem de emergência contra pedestres
e ciclistas”.
O webinar faz parte do MobilityScience™ (disponível em https://www.dow.com/pt-br/category/brand/mobilityscience.html), programa global da Dow com foco na convergência entre tecnologias
digitais e a demanda urgente pela redução de emissões de carbono como fator
disruptivo em cadeias de valor tradicionais. A série MobilityScience™Talks
integra a iniciativa e tem o objetivo de fomentar discussões entre especialistas
da indústria.
Link para conferir webinar na íntegra:
https://videos.dow.com/view/M26159
Sobre a Dow
A Dow (NYSE: DOW) combina alcance global, escala e
integração de ativos, inovação focada e liderança em frentes de negócio
diversificadas para alcançar crescimento lucrativo. Sua ambição é se tornar a
empresa de ciência dos materiais mais inovadora, centrada no cliente, inclusiva
e sustentável do mundo. O portfólio diferenciado de plásticos, intermediários
industriais, revestimentos e silicones da Dow oferece uma grande variedade de
produtos e soluções de base científica a clientes em segmentos de mercado de
alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A
Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega aproximadamente
36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em
vendas. Referências à Dow ou à Companhia significam a Dow Inc. e
suas subsidiárias. Para obter mais informações, acesse www.dow.com ou
siga @DowNewsroom no
Twitter.
Dow promove webinar gratuito sobre mobilidade e tendências da indústria automobilística
São Paulo – 07 de julho de 2021 – A demanda por tecnologias
mais inteligentes, que contribuam para um trânsito seguro, conectado e
sustentável, é um imperativo para todos os profissionais que atuam na indústria
automotiva. Nesse sentido, o cenário brasileiro vem passando por uma série de
transformações e precisa se atualizar.
A frota de veículos do Brasil voltou a envelhecer em
2021 e atualmente é a mais antiga dos últimos 25 anos. Com idade média de mais
de 10 anos, a maior parte desses veículos estão desatualizados e demandam
tecnologias mais inteligentes que, além de contribuírem com um trânsito mais
seguro, criam um leque de oportunidades para que as empresas inovem e atendam
às necessidades dos motoristas, cada vez mais digitalizados e conectados. Para
discutir esse cenário e as principais tendências do setor automotivo, a Dow
promove webinar gratuito, em 21 de julho, às 17h.
Organizado em parceria com a Ília, empresa de tecnologia especializada para o setor automotivo, a Dow vai reunir especialistas para tratar das oportunidades e perspectivas desse mercado para os próximos anos, com foco em inovação, oportunidades e programas de incentivo para o setor.
Entre os principais temas em debate,
destaque para:
·
O papel do Rota 2030, programa do Governo
Federal que atua no fomento à inovação no setor e estimula o consumo para a
nova geração de automóveis;
·
Como as tendências e tecnologias
inteligentes impactam a experiência do condutor;
·
A importância da sustentabilidade e
da durabilidade de materiais nos veículos do futuro;
A iniciativa faz parte do programa MobilityScienceTM,
programa global da Dow com foco na convergência entre tecnologias digitais e a
demanda urgente pela redução de emissões de carbono como fator disruptivo em
cadeias de valor tradicionais. A série MobilityScienceTM Talks integra
a iniciativa e tem o objetivo de fomentar discussões entre especialistas da
indústria.
Participantes:
Thays dos Santos - Dow (moderadora)
Lucas Albuquerque – Ília
Francisco Tripodi – Pieracciani
Leimar Mafort – Bosch
Gábor János Deák – Sindipeças
Data: 21 de julho de 2021
Horário: 17h
Link para inscrição gratuita: https://engage.dow.com/LP=11127
Sobre a
Dow
A Dow
(NYSE: DOW) combina alcance global, escala e integração de ativos, inovação
focada e liderança em frentes de negócio diversificadas para alcançar
crescimento lucrativo. Sua ambição é se tornar a empresa de ciência dos
materiais mais inovadora, centrada no cliente, inclusiva e sustentável do
mundo. O portfólio diferenciado de plásticos, intermediários industriais,
revestimentos e silicones da Dow oferece uma grande variedade de produtos e
soluções de base científica a clientes em segmentos de mercado de alto
crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow
opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega aproximadamente
36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em
vendas. Referências à Dow ou à Companhia significam a Dow Inc. e
suas subsidiárias. Para obter mais informações, acesse www.dow.com ou siga @DowNewsroom no Twitter.