quarta-feira, 13 de outubro de 2021

 

 
 

Campanha pioneira para circularidade de colchões é implementada pela Dow   


· A campanha Reuse foi desenvolvida pela Dow e está sendo implementada pelo Instituto Akatu e a Prefeitura Municipal de Hortolândia (SP) para sensibilizar e mobilizar a população em relação ao descarte de resíduos, incluindo colchões, e reforça o compromisso da Dow com a economia circular.


· Implementada em Hortolândia (SP), a iniciativa prevê a reforma de Postos de Entrega Voluntária; suporte à cooperativa local; ações educativas para professores e alunos da rede pública de ensino; e campanhas direcionadas à população para estimular a coleta e o descarte correto de resíduos e materiais recicláveis


· Até o momento, cerca de 1.800 colchões e sofás que iriam para aterros sanitários foram coletados e encaminhados à cooperativa local para reaproveitamento dos materiais, incluindo a espuma de poliuretano.


· Esse número deverá passar de 2.500 sofás e colchões recuperados.


· Idealizado pela Dow e co-idealizado pelo Instituto Estre, o projeto está sendo implementado pelo Instituto Akatu em parceria com a Prefeitura Municipal de Hortolândia e servirá como piloto para ser replicada em outras localidades.

São Paulo, SP – 13 de outubro de 2021 – A Dow está lançando uma campanha pioneira para circularidade de colchões, no Brasil: Reuse, iniciativa que tem como objetivo apoiar a coleta seletiva, sensibilizar e mobilizar a população em relação ao descarte correto e à reciclagem de resíduos e que reforça o compromisso da companhia com a economia circular. Por meio do Reuse, a Dow quer garantir que a espuma de poliuretano e os demais materiais que compõem os colchões sejam reaproveitados em um novo ciclo de produção, fomentando a circularidade e o desenvolvimento sustentável na região. Até o momento, cerca de 1.800 sofás e colchões, que iriam para aterros sanitários, já foram recolhidos e recuperados pelo Reuse. Até a conclusão do projeto, prevista para dezembro desse ano, esse número deverá passar de 2.500 itens recuperados.


As tecnologias para poliuretano estão entre as principais soluções produzidas pela Dow e utilizadas em aplicações de colchões, móveis estofados, sistemas de refrigeração, entre outros. O desenvolvimento da campanha Reuse está alinhado à estratégia global e regional da companhia na instituição de ações voltadas para questões sociais e de sustentabilidade “Queremos promover a economia circular por meio da sensibilização e da educação, enfatizando os benefícios ambientais, sociais e econômicos da reciclagem de materiais. Estamos implementando uma estrutura que viabiliza a coleta e a entrega dos mais variados produtos, incluindo colchões, a fim de garantir o descarte correto da espuma de poliuretano”, explica Leonardo Censoni, diretor comercial do negócio de Poliuretanos da Dow para a América Latina.

 

Parceiros do Reuse


O projeto foi idealizado pela Dow e co-idealizado pelo Instituto Estre, organização especializada em educação ambiental com foco em resíduos, e que segue como parceiro do projeto, recebendo visitas sobre a economia circular do poliuretano em seu centro de educação ambiental. O Instituto Akatu é o parceiro responsável pela implementação do projeto junto à Prefeitura de Hortolândia, que disponibiliza a estrutura de suas Secretarias de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Serviços Urbanos, Educação, Ciência e Tecnologia e Inclusão e Desenvolvimento Social. O Akatu, que realizou os diagnósticos iniciais, irá monitorar os impactos das ações até o final do projeto, além de coordenar as atividades de comunicação, sensibilização e mobilização da comunidade. “A gestão de resíduos é um tema urgente e o projeto Reuse traz ações junto aos consumidores bem como a participação do poder público, com a revitalização da coleta seletiva e infraestrutura necessária para o descarte e o recebimento adequados dos materiais. Nossa expectativa é essa experiência possibilite identificar e sistematizar soluções, para serem, então, replicadas em outras localidades”, afirma Denise Conselheiro, gerente de educação do Akatu.


Para a Secretária de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Eliane Nascimento, “a parceria vem ao encontro da postura da Prefeitura Municipal de Hortolândia, que busca equilibrar o desenvolvimento econômico e social às práticas de sustentabilidade ambiental, características típicas de uma cidade moderna e inteligente. O trabalho desenvolvido colabora para fechamento do ciclo da espuma, tão comum em móveis estofados e colchões descartados pela população e tem os moradores como principais aliados".


Educação, comunicação e melhoria da gestão de resíduos


As ações da campanha Reuse estão centradas em diferentes frentes de atuação, entre elas, uma série de ações educacionais coordenadas pelo Instituto Akatu e direcionadas a professores e alunos da rede municipal, como capacitações e atividades pedagógicas sobre consumo consciente e gestão de resíduos. Ao todo, mais de 30 escolas participam da iniciativa. A adequação de seis PEVs – Postos de Entrega Voluntária - também faz parte do projeto. As unidades receberão infraestrutura para acomodar sofás e colchões descartados pela população bem como um sistema logístico para enviar esses produtos à cooperativa que realiza a recuperação de materiais, como espumas, madeira, molas e tecidos. A implantação da rede para coleta seletiva e gestão de resíduos contará com uma campanha de engajamento direcionada à população para divulgar pontos de coleta seletiva bem como os canais de informações e de atendimento para dúvidas e agendamento de retirada de sofás e colchões em domicílio.


Alinhamento às metas globais de Sustentabilidade


Os projetos da Dow com foco em reciclagem e reaproveitamento de materiais fazem parte do conjunto de ações globais para alcançar as Metas em Sustentabilidade da empresa até 2050: a neutralidade em carbono para proteção do clima e a eliminação dos materiais plásticos como resíduos para fortalecer a economia circular. Para se tornar a empresa de ciência dos materiais mais sustentável, centrada no cliente, inclusiva e inovadora do mundo, a empresa pretende: reduzir as emissões anuais de carbono em 5 milhões de toneladas até 2030 e alcançar a neutralidade em 2050; investir no desenvolvimento de tecnologias e processos para que 1 milhão de toneladas métricas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas até 2030; aprimorar o portfólio com foco em design para a reciclabilidade para que, até 2035, a companhia ofereça 100% de produtos reutilizáveis ou recicláveis para as aplicações de embalagens.

Sobre a Dow


A Dow (NYSE: DOW) combina alcance global, escala e integração de ativos, inovação focada e liderança em frentes de negócio diversificadas para alcançar crescimento lucrativo. Sua ambição é se tornar a empresa de ciência dos materiais mais inovadora, centrada no cliente, inclusiva e sustentável do mundo para possibilitar um futuro mais sustentável ao planeta por meio de sua expertise em ciência dos materiais e da colaboração com seus parceiros. O portfólio diferenciado de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow oferece uma grande variedade de produtos e soluções de base científica a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas. Referências à Dow ou à Companhia significam a Dow Inc. e suas subsidiárias. Para obter mais informações, acesse www.dow.com ou siga @DowNewsroom no Twitter.


Sobre o Instituto Akatu


Criado em 15 de março de 2001, o Instituto Akatu é uma organização não governamental sem fins lucrativos que trabalha pela conscientização e mobilização da sociedade para um novo jeito de viver, com consumo consciente e mais bem-estar para todos. As atividades do Akatu estão focadas na

mudança de comportamento do consumidor em duas frentes de atuação: Educação e Comunicação, com o desenvolvimento de campanhas, conteúdos e metodologias, pesquisas, jogos e eventos. O Akatu também atua junto a empresas que buscam caminhos para a nova economia, ajudando a identificar oportunidades que levem a novos modelos de produção e consumo que respeitem o ambiente e o bem-estar, sem deixar de lado a prosperidade. Saiba mais: akatu.org.br.

 

Sobre o Instituto Estre


O Instituto Estre é uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) criada em 2006 e mantida pela Estre Ambiental. Percorrendo o território nacional, promove diálogos e reflexões sobre consumo, resíduos, cidadania, espaços educadores sustentáveis e outros temas pertinentes à educação ambiental e processos coletivos e emancipadores. O Instituto Estre acredita na educação como caminho para a sustentabilidade.

Em seus 15 anos de atuação, já publicou 3 livros e mais de 500 mil pessoas já participaram de seus programas de Educação Ambiental. Hoje, o Instituto Estre conta com três Centros de Educação Ambiental (Paulínia/SP, Fazenda Rio Grande/PR e Rosário do Catete/SE), mas não limita sua atuação a estes espaços educadores. 

Contatos da assessoria - Agência Oribá

Tel: (11) 94453-2124

quarta-feira, 6 de outubro de 2021

 

 

Com “Uma Lágrima para Alfredo”, Eduardo Martini e Raphael Gama abrem nova temporada no Teatro União Cultural 

A premiada comédia cheia de reviravoltas fala sobre as mazelas do casamento e aborda temas cotidianos com muita criatividade.

Eduardo Martini e Raphael Gama reestreiam em 09 de outubro, na capital paulista, o espetáculo Uma Lágrima para Alfredo. As apresentações, que acontecem aos sábados, 21h, e domingos, às 19h, prometem boas risadas ao público do Teatro União Cultural. Em cena, Martini e Gama dão vida a duas senhoras que protagonizam um encontro hilário e cheio de reviravoltas em uma sala de espera de hospital, enquanto ambas aguardam amargamente pela morte do marido. Juntas, dividem experiências e descobrem segredos. O espetáculo retorna à cidade de São Paulo após o sucesso da temporada realizada em Jacareí (SP) e de vencer o Primeiro Festival de Teatro de Mairiporã, com 6 indicações, além de ter recebido 3 indicações ao Prêmio do Humor, nas categorias melhor ator, melhor espetáculo e melhor texto. 


Tendo o casamento como ponto de partida, Uma Lágrima para Alfredo ainda percorre outros temas como maternidade, namoro, família, homossexualidade e bullying, sempre do ponto de vista das duas personagens centrais: Dulce e Yolanda. O projeto abraça a proposta de refletir a vida de mulheres com mais de 60 anos pelo olhar masculino dos dois atores, além de levar ao público uma análise da sociedade atual a partir da percepção de quem viveu os tempos de outrora. Tudo, é claro, com muito humor.


“Quando decidi encenar este texto, pensei muito no ‘sofrimento’ das mulheres mais velhas da minha família que, por vezes, tinham que se submeter aos caprichos dos maridos. É uma forma de alertar e de mostrar ao jovem de onde veio nossa educação”, conta Raphael Gama, que, além de atuar, também escreveu o texto.

 

A temporada segue até 31/10.

 

Ficha técnica

Texto e trilha sonora – Raphael Gama

Direção, cenário e figurino – Eduardo Martini

Desenho de luz – Felipe Stucchi

Arranjos – Jonatam Harold

Produção - Martini Produtores

 

Serviço

Apresentações09 a 31 de outubro 

Horáriossábados, às 21h e domingos, às 19h

Ingresso: R$ 70 inteira e R$ 35 meia entrada

Classificação: 10 anos

Onde: Teatro União Cultural. Rua Mario Amaral, 209 - Paraíso

Telefone: (11) 3885 -2242

Vendas- www.sympla.com.br

Contatos da assessoria - Agência Oribá 

Tel: 11 94453-2124

quinta-feira, 23 de setembro de 2021


 

 

Solução inovadora da Dow permite proteção para profissionais da saúde


Por meio da tecnologia em polietileno é possível desenvolver diversos produtos da área médico-hospitalar, tais como batas e aventais impermeáveis, máscaras faciais, plásticos para a produção de equipamentos de proteção individual destinados a profissionais de saúde e até mesmo para a criação de instalações de quarentena de emergência, a fim de ajudar no combate à Covid-19. 


São Paulo, 23 de setembro de 2021 – Devido à pandemia do novo coronavírus, os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) ganharam ainda mais destaque perante os governantes, profissionais de saúde e população em geral. As máscaras do tipo PFF2, por exemplo, um dos itens mais utilizados no combate à Covid-19, tiveram aumento de sua produção de 11 milhões de unidades (fevereiro de 2020) para 34 milhões (fevereiro de 2021), segundo levantamento da Associação Nacional da Indústria de Material de Segurança e Proteção ao Trabalho (Animaseg).

Diante desse cenário, torna-se cada vez mais desafiador para a indústria brasileira atender ao mercado de EPIs para os trabalhadores da área médico-hospitalar. No entanto, a Dow e toda a cadeia de valor têm promovido, a partir da ciência dos materiais, tecnologias em polietileno para filmes e não-tecidos mais inteligentes. Essas tecnologias possibilitam o desenvolvimento de soluções que atendam à demanda atual e que tenham propriedades essenciais para profissionais que atuam na área da saúde, tais como: fácil manuseio, toque macio, conforto, impermeabilidade, respirabilidade, além de resistência hidrostática ao calor e a fluidos, como o sangue.

“Esse é um novo mercado para nós. Mas, por meio de alianças com clientes e proprietários de marca, conseguimos garantir que nossa matéria-prima, que originalmente era aplicada em embalagens, fosse usada em suprimentos médicos de proteção, como batas cirúrgicas e aventais impermeáveis, máscaras, plásticos para a produção de EPIs e até mesmo para a criação de instalações de quarentena de emergência”, ressalta Lucas Sasahara, Gerente de Marketing de Monitoramento de Saúde e Higiene para América Latina da Dow.

Produtos para trabalhadores da linha de frente

Durante esse momento de pandemia, a Dow tem buscado desenvolver suprimentos médicos e de higiene que ajudam a combater o vírus. Um exemplo disso foi produzir protetor facial com filme plástico em um design simplificado, além de fabricar batas de isolamento médico, que são o segundo EPI mais usado em instalações de saúde depois das máscaras faciais. Ambos são feitos a partir de resinas de polietileno. “Com a colaboração entre a Dow, clientes e proprietários de marca, conseguimos doar 100 mil batas médicas”, acrescenta Sasahara. 

“Devemos continuar a aplicar o que estamos aprendendo e vivenciando em meio a esta pandemia aos desafios atuais e futuros. Até mesmo porque, no período pós-pandêmico, devido à mudança de enfoque e diretrizes para a proteção dos profissionais de saúde, que passarão a adotar critérios mais rígidos de bem-estar, higiene e saúde, a demanda por itens de proteção individual continuará crescendo”, conclui Lucas Sasahara.

Sobre a Dow

A Dow (NYSE: DOW) combina alcance global, escala e integração de ativos, inovação focada e liderança em frentes de negócio diversificadas para alcançar crescimento lucrativo. Sua ambição é se tornar a empresa de ciência dos materiais mais inovadora, centrada no cliente, inclusiva e sustentável do mundo para possibilitar um futuro mais sustentável ao planeta por meio de sua expertise em ciência dos materiais e da colaboração com seus parceiros. O portfólio diferenciado de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow oferece uma grande variedade de produtos e soluções de base científica a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas.  Referências à Dow ou à Companhia significam a Dow Inc. e suas subsidiárias. Para obter mais informações, acesse www.dow.com ou siga @DowNewsroom no Twitter.

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quinta-feira, 16 de setembro de 2021

 

Dow lança plataforma para discutir o futuro do plástico

O objetivo da plataforma é incentivar convertedores da indústria do plástico a terem olhar estratégico que contemple rentabilidade do negócio, benefícios ao meio ambiente e à sociedade ao implementar a transição para a economia circular.


 
(Foto- - divulgação)

São Paulo, 16 de setembro de 2021   As discussões sobre o plástico não são novas e passam por muitas esferas – ambiental, social e econômica –, sempre pela perspectiva da necessidade de mudança. Para colaborar com essa conversa e levantar possibilidades reais de transformação, a Dow lança a plataforma Futuro do Plástico, voltada para a própria cadeia, sobretudo para seu cliente convertedor – que é justamente quem transforma o plástico em embalagem, por exemplo. 

“A plataforma foi desenvolvida com o intuito de promover uma cadeia de ideias e inspirações que caminhem em direção à sustentabilidade. Com a iniciativa, convidamos clientes a se unirem nessa jornada para conhecer, visualizar e chegar a um futuro baseado na circularidade do plástico. A plataforma traz informações sobre economia circular e desafios do plástico, apresenta iniciativas e pessoas que atuam nesse tema e como transformar o negócio para a circularidade, com planos e ferramentas de transformação.”, explica Daniella Souza Miranda, vice-presidente comercial de Embalagens e Especialidades Plásticas (P&SP) da Dow na América Latina.

O Futuro do Plástico também oferece pautas práticas que funcionam como um acervo para esclarecimento de dúvidas, pesquisas e ampliação de conhecimentos sobre o tema. Os conteúdos disponíveis na plataforma são resultados de trabalhos de pesquisa, consulta a fontes internacionais e especialistas brasileiros, organizados de forma prática e concisa, prontos para serem utilizados. O projeto foi criado para ampliar, principalmente, a comunicação com os clientes convertedores, atores essenciais da cadeia estendida do plástico, “que precisam ser estimulados a transformar seus processos produtivos e gestão de negócio, para incorporarem a mudança da economia linear para a circular”, explica a vice-presidente comercial de P&SP da Dow.

A executiva esclarece ainda que, embora a plataforma tenha como público prioritário os clientes da Dow, as informações disponíveis são didáticas e acessíveis para pessoas interessadas em saber mais sobre ações sustentáveis e mudanças no processo produtivo do plástico rumo à economia circular. “Os updates constantes e a variedade de fontes garantem um espaço rico em informação para as mentes inovadoras que já perceberam o potencial da economia circular.”

Mirando em empresas comprometidas com um mercado mais sustentável, o projeto também visa criar eventuais parcerias, deixa a mensagem de que o futuro pode estar a poucos cliques de distância e que o conhecimento e a informação qualificada podem, e devem, ser a base para que, juntos, possamos construir um caminho em que o destino do plástico é traçado com responsabilidade e sem desperdícios.

Sobre a Dow

 

A Dow (NYSE: DOW) combina alcance global, escala e integração de ativos, inovação focada e liderança em frentes de negócio diversificadas para alcançar crescimento lucrativo. Sua ambição é se tornar a empresa de ciência dos materiais mais inovadora, centrada no cliente, inclusiva e sustentável do mundo para possibilitar um futuro mais sustentável ao planeta por meio de sua expertise em ciência dos materiais e da colaboração com seus parceiros. O portfólio diferenciado de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow oferece uma grande variedade de produtos e soluções de base científica a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas. Referências à Dow ou à Companhia significam a Dow Inc. e suas subsidiárias. Para obter mais informações, acesse www.dow.com ou siga @DowNewsroom no Twitter.

 

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sexta-feira, 27 de agosto de 2021

 

Furgões responsáveis pelo transporte de vacinas contra Covid-19 possuem tecnologia que não agride camada de ozônio  

 

 Desde julho de 2019, as carrocerias refrigeradas produzidas pela empresa Furgão Ibiporã, parceira da Dow na área de Poliuretanos, contam com tecnologia que não agride a camada de ozônio. Isso foi possível por meio do Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs (sigla para hidroclorofluorcarbonos), que é apoiado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

·         Brasil tem meta de reduzir 67,5% do consumo dos HCFCs no país até 2025, com percentual de 97,5% em 2030, até atingir a total eliminação em 2040, conforme previsto no Protocolo de Montreal de 2007.

·         As ações para atingir esse objetivo são coordenadas pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio do Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs - PBH, que é apoiado pelo PNUD.

·         Furgão Ibiporã fabricou 140 unidades (entregues até agosto/2021) de veículos refrigerados com tecnologia que não agride a camada de ozônio para transporte de vacina. Há a previsão de produção de cerca de 40 furgões até o fim do ano.

·         A tecnologia empregada na fabricação desses furgões é fornecida pela área de Poliuretanos da Dow, responsável pelo desenvolvimento de soluções para atender aos rígidos parâmetros do mercado de transporte refrigerado.

São Paulo, SP – 30 de agosto de 2021 – O Brasil tem meta de reduzir 67,5% do consumo dos HCFCs no país até 2025, com percentual de 97,5% em 2030, até atingir a total eliminação em 2040, conforme previsto no Protocolo de Montreal de 2007, que foi pactuado em 1987 e tem a adesão de 197 países. As ações para alcançar esse objetivo são coordenadas pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio do Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs - PBH, que é apoiado pelo PNUD. Com esses programas, empresas brasileiras do setor de espuma e de refrigeração são apoiadas na conversão de seus processos produtivos para outras substâncias alternativas, como os HFOs, estruturas químicas de vida curtíssima na atmosfera, que reduzem consideravelmente impactos ambientais, ou seja, não agridem a camada de ozônio e apresentam baixo efeito ao aquecimento global.

Até agosto deste ano, o projeto implementado pelo PNUD para o setor de espumas financiou a adequação de cerca de 360 pequenas e médias empresas, entre elas a Furgão Ibiporã, que adaptou 140 unidades (entregues até agosto/2021) de furgões refrigerados com tecnologia que não agride a camada de ozônio. A expectativa da empresa é de produzir cerca de 40 furgões até o fim do ano. Essas carrocerias são responsáveis pelo transporte das vacinas contra Covid-19 para diversos municípios brasileiros.

Para Ricardo Gabriel, gerente comercial da Ibiporã, graças ao programa, foi possível realizar adaptações e modificações no processo de produção e nos equipamentos da empresa. Além disso, a Furgão Ibiporã recebeu capacitação técnica para a utilização de HFO. “Entendemos que a eliminação de substâncias nocivas, como os HCFCs, colabora para o bem-estar da humanidade. Então, o programa tem nos ajudado a respeitar e a cumprir o Protocolo de Montreal, em que são determinadas as metas de eliminação dos elementos destruidores da camada de ozônio”.

A Ibiporã finalizou esse processo de conversão industrial para outras substâncias alternativas, como os HFOs, em julho de 2019, saindo na frente das demais empresas, que finalizaram o processo no fim do mesmo ano e o no início do ano seguinte.

TECNOLOGIA

A tecnologia empregada na produção desses furgões que resulta na utilização de materiais isentos de gases que afetam a camada de ozônio e potencializam o efeito estufa é fornecida pela área de Poliuretanos da Dow, responsável pelo desenvolvimento de inovações para atender aos rígidos parâmetros do mercado de transporte refrigerado. O uso de tecnologia avançada em poliuretano, um dos materiais mais versáteis da indústria plástica, permite a criação de soluções especiais em aplicações para a chamada cadeia do frio – processos que incluem ciclos de manutenção, armazenamento, transporte, condições e garantia de conservação de produtos congelados e refrigerados.

“A versatilidade de nossas soluções para espumas de poliuretano possibilitam excelentes propriedades de isolamento térmico, força estrutural e aderência, fazendo com que sejam ideais para aumentar a eficiência energética de todos os processos da cadeia do frio, reduzir custos de operação e preencher cavidades e estruturas de diversos formatos, beneficiando a refrigeração durante o transporte e armazenamento de diferentes produtos, incluindo as vacinas contra a Covid-19”, explica Edilson Machado, diretor de Marketing do Negócio de Poliuretanos da Dow.

 

Sobre a Dow

A Dow (NYSE: DOW) combina alcance global, escala e integração de ativos, inovação focada e liderança em frentes de negócio diversificadas para alcançar crescimento lucrativo.  Sua ambição é se tornar a empresa de ciência dos materiais mais inovadora, centrada no cliente, inclusiva e sustentável do mundo para possibilitar um futuro mais sustentável ao planeta por meio de sua expertise em ciência dos materiais e da colaboração com seus parceiros. O portfólio diferenciado de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow oferece uma grande variedade de produtos e soluções de base científica a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas.  Referências à Dow ou à Companhia significam a Dow Inc. e suas subsidiárias. Para obter mais informações, acesse www.dow.com ou siga @DowNewsroom no Twitter.

 

Agência Oribá

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sexta-feira, 23 de julho de 2021

 

A importância do Rota 2030 para inovação e política de desenvolvimento da indústria automotiva é ressaltada em webinar realizado pela Dow

Debate contou com as participações de representantes de Dow, Ília, Pieracciani, Bosch e Sindipeças

São Paulo – 23 de julho de 2021 – Para discutir o programa do Governo Federal, Rota 2030, tecnologias inteligentes, inovação e as principais tendências do mercado automotivo nos próximos anos, a Dow realizou na última quarta-feira (21/07) um webinar em parceria com a Ília, empresa de tecnologia especializada para o setor automotivo. A moderação do evento foi feita por Thays dos Santos, Gerente de Desenvolvimento para Mobilidade e Transporte e Líder da rede de diversidade do GAAN (Global African Afinity Network), na Dow.

Para Gábor János Deák, Diretor de Tecnologia do Sindipeças – Sindicado Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores, o Rota 2030 incentiva e motiva as empresas no alcance de maior eficiência na redução da distância entre a indústria nacional e internacional. “O programa é uma política industrial de desenvolvimento de longo prazo, extremamente competitivo e permite a previsibilidade das empresas na busca por objetivos para os próximos 15 anos. Por isso, entendemos que esse modelo deveria valer para todos os segmentos da economia brasileira, pois gera recursos, aumenta competitividade da indústria e não é discriminativo”.

Francisco Tripodi, Sócio-Diretor da Pieracciani, ressaltou as possibilidades do Rota 2030 para a área de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). “A nossa expectativa era de maior adesão ao programa, no entanto, o que motivou a não habilitação foi a falta de perspectivas das empresas para cumprir os investimentos compulsórios em PD&I e obter os benefícios do Rota 2030”.

Tripodi acrescentou que a Pieracciani fez uma pesquisa em março de 2019 com 35 beneficiárias de um programa de incentivo. Esse levantamento mostrou que, em média, as empresas deixam de contabilizar 31% dos dispêndios que elas já têm em pesquisa e desenvolvimento. “Isso acontece porque falta um recondicionamento do olhar das empresas e de seus profissionais para essa fase e por causa da insegurança jurídica”.   

TECNOLOGIAS INTELIGENTES

Lucas Albuquerque, Líder de Negócios da Vertical de Mobilidade da Ília, ressaltou como a mobilidade pode ser uma aliada na revolução do setor automotivo. “Um ponto muito acertado do Rota 2030 é a visão de que a conectividade é uma das tecnologias estratégicas. Para isso, podemos usá-la como uma ferramenta para inovar na experiência do consumidor dentro do veículo e no aspecto de segurança, trabalhar com manutenções preditivas, desenvolver sistemas de trânsito cada vez mais eficientes e anexar outras tecnologias e dispositivos, como inteligência artificial e machine learning. Além disso, tem uma anuência muito importante, colaborando para uma visão de que a mobilidade está inserida no contexto de cidades inteligentes e a conectividade é uma grande aliada nesse sentido, tanto para a frota veicular como em infraestrutura”.  

Leimar Mafort, Gerente de Engenharia na Bosch, expôs que o Rota 2030 é uma forma de incentivo à introdução de tecnologias relacionadas à segurança veicular. “Para isso, o governo criou três grandes grupos. Um (A) é de tecnologias mandatórias, como sistemas de visibilidade traseira, de controle de estabilidade e impacto contra poste. O outro (B), sistemas de saída de faixa e frenagem automática. E o último grupo (C) engloba outras tecnologias que podem substituir as do grupo B, como sistema de piloto automático e frenagem de emergência contra pedestres e ciclistas”. 

O webinar faz parte do MobilityScience™ (disponível em https://www.dow.com/pt-br/category/brand/mobilityscience.html), programa global da Dow com foco na convergência entre tecnologias digitais e a demanda urgente pela redução de emissões de carbono como fator disruptivo em cadeias de valor tradicionais. A série MobilityScience™Talks integra a iniciativa e tem o objetivo de fomentar discussões entre especialistas da indústria.

 

Link para conferir webinar na íntegra: https://videos.dow.com/view/M26159

 

Sobre a Dow

A Dow (NYSE: DOW) combina alcance global, escala e integração de ativos, inovação focada e liderança em frentes de negócio diversificadas para alcançar crescimento lucrativo. Sua ambição é se tornar a empresa de ciência dos materiais mais inovadora, centrada no cliente, inclusiva e sustentável do mundo. O portfólio diferenciado de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow oferece uma grande variedade de produtos e soluções de base científica a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.  Referências à Dow ou à Companhia significam a Dow Inc. e suas subsidiárias. Para obter mais informações, acesse www.dow.com ou siga @DowNewsroom no Twitter.

quarta-feira, 7 de julho de 2021

 

Dow promove webinar gratuito sobre mobilidade e tendências da indústria automobilística

São Paulo – 07 de julho de 2021 – A demanda por tecnologias mais inteligentes, que contribuam para um trânsito seguro, conectado e sustentável, é um imperativo para todos os profissionais que atuam na indústria automotiva. Nesse sentido, o cenário brasileiro vem passando por uma série de transformações e precisa se atualizar.

A frota de veículos do Brasil voltou a envelhecer em 2021 e atualmente é a mais antiga dos últimos 25 anos. Com idade média de mais de 10 anos, a maior parte desses veículos estão desatualizados e demandam tecnologias mais inteligentes que, além de contribuírem com um trânsito mais seguro, criam um leque de oportunidades para que as empresas inovem e atendam às necessidades dos motoristas, cada vez mais digitalizados e conectados. Para discutir esse cenário e as principais tendências do setor automotivo, a Dow promove webinar gratuito, em 21 de julho, às 17h.

Organizado em parceria com a Ília, empresa de tecnologia especializada para o setor automotivo, a Dow vai reunir especialistas para tratar das oportunidades e perspectivas desse mercado para os próximos anos, com foco em inovação, oportunidades e programas de incentivo para o setor. 

Entre os principais temas em debate, destaque para:

·         O papel do Rota 2030, programa do Governo Federal que atua no fomento à inovação no setor e estimula o consumo para a nova geração de automóveis;

·         Como as tendências e tecnologias inteligentes impactam a experiência do condutor;

·         A importância da sustentabilidade e da durabilidade de materiais nos veículos do futuro;

 

A iniciativa faz parte do programa MobilityScienceTM, programa global da Dow com foco na convergência entre tecnologias digitais e a demanda urgente pela redução de emissões de carbono como fator disruptivo em cadeias de valor tradicionais. A série MobilityScienceTM Talks integra a iniciativa e tem o objetivo de fomentar discussões entre especialistas da indústria.

 

Participantes:

Thays dos Santos - Dow (moderadora)

Lucas Albuquerque – Ília

Francisco Tripodi – Pieracciani

Leimar Mafort – Bosch

Gábor János Deák – Sindipeças

 

Data: 21 de julho de 2021
Horário: 17h

Link para inscrição gratuita: https://engage.dow.com/LP=11127

 

Sobre a Dow

A Dow (NYSE: DOW) combina alcance global, escala e integração de ativos, inovação focada e liderança em frentes de negócio diversificadas para alcançar crescimento lucrativo. Sua ambição é se tornar a empresa de ciência dos materiais mais inovadora, centrada no cliente, inclusiva e sustentável do mundo. O portfólio diferenciado de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow oferece uma grande variedade de produtos e soluções de base científica a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.  Referências à Dow ou à Companhia significam a Dow Inc. e suas subsidiárias. Para obter mais informações, acesse www.dow.com ou siga @DowNewsroom no Twitter.